PIB já acumula queda de 4% neste ano com menos investimentos
Economia brasileira recua 0,8% entre julho e setembro, o sétimo trimestre de queda. Investimentos haviam tido leve alta no segundo tri com mudança de Governo, mas caíram outra vez
Economia brasileira recua 0,8% entre julho e setembro, o sétimo trimestre de queda. Investimentos haviam tido leve alta no segundo tri com mudança de Governo, mas caíram outra vez
Crise da classe média e baixa produtividade freiam o país, apesar do pleno emprego e dos recordes de Wall Street
Investimentos de empresas entre abril e junho têm leve melhora, mas consumo das família continua negativo
As instituições multilaterais deveriam cofinanciar projetos de investimento na América Latina
Taxa de desocupados sobe para 11,3% no segundo trimestre. Até o fim junho, o país tinha 11,6 milhões de desempregados
Agronegócio, que representa um terço da economia brasileira, vive ambiente mais otimista sob o Governo interino de Michel Temer
Medidas para controlar as contas públicas estimulam retomada de investimentos e reversão do quadro recessivo, segundo analistas
Todas as atividades apresentaram queda no primeiro trimestre do ano
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As administrações públicas acumulam dívidas pelo valor de 1,95 trilhão de euros em março
Brasil, Argentina, Venezuela e Equador impedem a recuperação. Região não registrava uma queda tão acentuada desde a crise da dívida de 1983
Para ex-secretário de Política Econômica do governo Lula, país possui problemas estruturais graves que não serão solucionados com uma simples troca de comando do Executivo
Com Lava Jato, Bolsa de SP encerrou na sexta melhor semana desde 2008. Investidores torcem por queda do Governo, mas especialistas dizem que processo pode gerar longa instabilidade
Dados do IBGE apontam que a crise se aprofundou no quarto trimestre, confirmando que se estende para este ano. Consumo das famílias cai pela quarta vez e PIB per capita registra queda de 4,6%
IBGE divulga nesta quinta retrato final do tombo da economia em 2015. Queda nos serviços se reflete no dia a dia da população, que corta de saidinha para o bar a plano de internet para fechar no azul
Agência havia tirado grau de investimento há cinco meses. De lá para cá, ambiente político hostil e dificuldade do Governo de passar assuntos importantes no Congresso complicaram o cenário
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Temor quanto à saúde das instituições financeiras internacionais provoca queda nas bolsas europeias e asiáticas e se soma à tensão já desencadeada pela baixa do petróleo e a desaceleração da China
PIB fecha o ano com alta em 2,4%, após desacelerar no trimestre. Consumo doméstico se modera apesar da geração de emprego
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O crescimento do PIB chinês se mantém em progressiva desaceleração. Governo e especialistas já esperavam resultado
Nos últimos cinco anos, as previsões colhidas com um ano de antecedência se revelaram bastante mais otimistas do que a realidade. Visto lá de janeiro, Brasil parecia longe de uma recessão
Inflação também será mais alta que a estimada: subiu de 9,5% para 10,8%. Recessão faz arrecadação cair 17% em novembro
A tempestade perfeita do segundo mandato de Dilma faz o consumo das famílias recuar novamente, indicando nove meses de queda. Investimentos das empresas tem a pior queda desde 1996
Governo anunciou que deve permitir flutuação gradual do yuan e maior abertura do setor de serviços ao investimento estrangeiro
Fim do 'boom' das commodities, que reforçou papel de Estado no combate à pobreza, vai atingir nova classe emergente
O gigante asiático cresce um 6,9% entre julho a setembro, uma décima menos que na primeira metade de 2015 mas acima do esperado pelos analistas
Agência de risco mantém selo de bom pagador, mas coloca país em perspectiva negativa, indicando que pode tirar grau de investimento. Cenário político alimenta ciclo negativo econômico
Países em desenvolvimento têm dívidas no valor de 11,6 trilhões de reais, agravadas pela crise financeira nos países desenvolvidos
FMI acredita que os preços se multiplicarão por oito em apenas dois anos. Desemprego passará a 14% em 2015 e 18% em 2016
Economia europeia não consegue decolar; a austeridade explica as dificuldades de crescimento
Em junho, o organismo previa uma queda de 0,8% para 2015. Para 2016, previa um crescimento de 1,1%; agora prevê queda de 0,7%
Saídas apontadas por especialistas são discutidas há décadas, como o incentivo ao investimento e renovação da indústria
Dilma cogita ressuscitar tributo para financiar a saúde. Projeto é hostilizado pelo Congresso e empresários antes de ir a plenário
Praticamente todos os setores registraram queda em relação aos primeiro trimestre, inclusive a agricultura. Os investimentos produtivos recuaram pelo oitavo trimestre consecutivo
Consumidores adiam compras e empresários resistem a investir no Brasil em meio a turbulência política. Atividade econômica encolhe no segundo trimestre e mercado prevê retomada somente em 2017
Recuperação do PIB reforça a ideia de que o banco central norte-americano deve subir as taxas de juro antes do final do ano
Desaceleração no início de 2015 foi maior do que o antecipado, com uma regressão de 0,7%. Fed acredita que queda seja pontual
Inflação, queda do emprego e da renda começam a pesar no orçamento familiar, que está sendo adequado aos tempos de crise. Investimento de empresas tem sétima queda consecutiva
A diminuição no ritmo da retomada alemã indica que o jogo de equilíbrios econômicos não é estável
A semelhança entre os trabalhadores brasileiros e o castigo imposto pelos deuses a Sísifo
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Bruxelas melhora os prognósticos, mas sem chegar ao otimismo do Governo.
Fundo diz que em médio prazo a expansão de países desenvolvidos e emergentes ficará muito aquém dos níveis pré-crise
A novidade é que a classe média pede passagem, sai à rua e quer maior protagonismo na saída da crise
Produção e consumo caem em meio a ambiente de incertezas políticas e a confiança cada vez menor do setor empresarial. PIB per capita recua 0,7%, segundo dados divulgados pelo IBGE
Relatório trimestral do BC mostra projeção de alta de 7,9% em 2015, acima do teto de 6,5% previsto pela autoridade monetária.
Premiê chinês admite que “não será fácil” alcançar meta de 7%. Em 2015 , país sofreu maior desaceleração desde início da crise global
Taxa é a mais baixa anunciada em 25 anos. Governo promete ainda uma reforma econômica e medidas contra a corrupção e a poluição
Avanço real do PIB (1,4%) foi o dobro da previsão média dos grandes centros de análise. Fundo Monetário foi o que mais errou