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Notícias sobre covid-19 e a crise | Anistia Internacional aponta mais de 30 violações aos direitos humanos durante Governo Bolsonaro

Relatório destaca erros do presidente à frente da pandemia. Segundo o ministro da Saúde, terceira dose da vacina deve ser preferencialmente com Pfizer. Tereza Cristina e Eduardo Bolsonaro testam positivo para a covid-19. Deputado filho do presidente aproveitou a situação para criticar passaporte sanitário.

Protestos contra a gestão de Jair Bolsonaro, em junho de 2021.
Protestos contra a gestão de Jair Bolsonaro, em junho de 2021.André Coelho / EFE
São Paulo / Brasília - 26 set 2021 - 00:51 UTC

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A Anistia Internacional listou 32 violações e retrocessos durante os 1.000 dias sob o presidente, em um relatório divulgado na sexta-feira, 24 de setembro. Entre os vários aspectos mencionados, o relatório critica a postura de Bolsonaro à frente da crise da covid-19, citando declarações dadas pelo mandatário contra a vacina e as medidas sanitárias para conter o vírus. De Nova York, onde cumpre quarentena por testar positivo para a covid-19, o ministro Marcelo Queiroga anunciou que os profissionais de saúde receberão uma terceira dose da vacina contra o coronavírus. A nova aplicação vai contemplar aqueles que já completaram o ciclo de imunização há pelo menos seis meses, e a vacina a ser administrada será preferencialmente a produzida pela Pfizer. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirma que testou positivo para a covid-19. Ele fazia parte da comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro para participar da Assembleia das Nações Unidas em Nova York, e diz que o teste deu positivo já aqui no Brasil. Nas redes sociais, o filho zero três do presidente aproveitou a deixa para criticar o passaporte sanitário. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou no Twitter que também testou positivo para a covid-19.

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