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Código de ética

Princípios éticos do EL PAÍS

EL PAÍS se define como um jornal independente e de informação generalista, com um alcance global focado particularmente na América Latina, defendendo a democracia e a pluralidade baseadas em princípios sociais e liberais, e comprometido com a proteção e defesa da ordem democrática e legal consagrada na Constituição espanhola.

Missão do EL PAÍS

O jornal pretende apresentar de forma direta informação fidedigna, o mais completa possível, interessante, atual e de alta qualidade, de forma a ajudar os leitores a entender a realidade e construir seu próprio juízo. O que os jornalistas transmitem aos leitores são notícias comprovadas, se abstendo de incluir sua opinião pessoal. Há uma linha clara e distinta entre informação e opinião.

Diversidade na redação

O EL PAÍS procura proporcionar de modo efetivo oportunidades iguais às pessoas independentemente de sua etnia, gênero, identidade sexual e crenças religiosas, desde seu primeiro dia de trabalho. Nos processos de selecção, contratação e promoção, se seguem procedimentos e políticas objetivos, baseados no mérito, capacidade e adequação para o trabalho, sem nenhum tipo de discriminação.

Opiniões

O EL PAÍS acolhe todas as tendências, com exceção daquelas que defendam a violência como meio para alcançar um fim. As pessoas responsáveis pela redação são muito rigorosas na rejeição de opiniões contendo insultos, xenofobia, racismo, homofobia, calúnia ou que causem dano à dignidade pessoal, à honra, à imagem ou à privacidade.

Valores

O EL PAÍS é um jornal europeu e latino-americano, liberal, independente e comprometido com a sociedade.

Como diário independente, engloba e segue todas as tendências sociais, rejeitando a noção de que os fins justificam os meios. Reconhece que a soberania pertence às pessoas, ou seja, a cada um dos cidadãos, os quais possuem direitos iguais. O jornal é um defensor do pluralismo e da democracia, exercida através do sufrágio universal. Aceita os direitos fundamentais dos seres humanos e rejeita todas as formas de governo totalitário.

O EL PAÍS não pertence e não serve de porta-voz a nenhum partido, associação ou grupo financeiro, cultural ou político. Embora deva defender a necessidade de livre iniciativa e dependa das receitas da publicidade, o jornal rejeita pressões e não aceita quaisquer condições impostas por lobbies econômicos.

Política de modificações e correções

O jornal deve corrigir quaisquer erros nos seus artigos, tão rápido quanto possível e de maneira transparente. Esta tarefa compete, em concreto, aos diretores de cada uma das áreas informativas. Contudo, os escritores têm a obrigação de corrigir os seus próprios originais.

As correções serão incorporadas às noticias no momento em que o jornal toma conhecimento do erro, inclusive se passaram anos desde a data da publicação.

Estrutura

Fundado a 4 de maio de 1976 e publicado pelo Grupo PRISA, uma empresa inscrita nas quatro bolsas de valores espanholas.

  • Editora: Soledad Gallego-Díaz
  • Editores assistentes: Mónica Ceberio, Jan Martínez Ahrens y Borja Echevarría
  • Editor para a América: Javier Moreno
  • Editor para a Catalunha: Lluís Bassets
  • Editor da Secção Editorial: Máriam Martínez-Bascuñán
  • Editores adjuntos: Miguel Jiménez (Área de Economía y Trabajo), Montserrat Domínguez, Miquel Noguer, Bernardo Marín, Carlos de Vega, Antonio Jiménez Barca y Berna González Harbour.
  • CEO: Alejandro Martínez Peón

Verificação de fatos e fontes

Os jornalistas podem obter sua informação de três maneiras: pela sua presença no local, de acordo com o que contem terceiros, ou a partir de uma fonte documental. Os leitores têm o direito de saber quais de estas três circunstâncias estão detrás do artigo que eles leem. Para isso, a fonte deve ser referida sempre que o jornalista não estava presente quando a ação ocorreu. Se a informação vem de um único indivíduo, se indicará a “fonte”, no singular.

Fontes anônimas

Os jornalistas têm a obrigação de não revelar suas fontes de informação se estas pediram para permanecer confidenciais. Excecionalmente, e por razões relacionadas com a sua honra ou status profissional, os jornalistas podem divulgar essas fontes se o editor os autoriza. Do mesmo modo, sempre que estiver envolvida informação particularmente importante, o editor do jornal tem o direito a saber as fontes do escritor, com o compromisso explícito de não as divulgar.

As opiniões não se devem ocultar sob expressões utilizadas para mencionar supostas fontes de informação (“de acordo com observadores”, “segundo afirmam analistas políticos”, etc.).

A Ouvidora

A ouvidora [ou ouvidor] assegura os direitos dos leitores, responde a suas queixas, dúvidas e sugestões relativas aos conteúdos do diário, e se certifica de que a abordagem à informação segue os requisitos éticos e profissionais vigentes no jornalismo. Ela pode intervir pelo apelo de qualquer leitor ou por sua iniciativa própria.

Cartas ao Editor

Na sua secção de Opinião, o EL PAÍS publica cartas ao diretor, desde que estas estejam assinadas e apoiadas por dados pessoais (número de documento de identificação, morada, número de telefone, etc.), para que possam ser autenticadas. A equipe de Opinião seleciona as cartas de acordo com sua relevância e qualidade.

Comentários

O EL PAÍS incentiva a participação dos leitores, exigindo sempre qualidade e excluíndo insultos, desqualificações e considerações não relacionadas com o tópico em questão.

A gestão editorial decide diariamente que notícias, artigos e blogs ou outros conteúdos estão abertos a comentários. A seleção se faz de acordo com o valor da informação e sempre que seja possível moderar a qualidade.

O EL PAÍS se reserva o direito a eliminar os comentários que considere inapropriados e poderá expulsar quem não tenha em atenção as regras.

Contato

Redação do EL PAÍS, Miguel Yuste 40, 28037, Madrid
Telefone: 913378200

Twitter: @el_pais