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Notícias sobre a covid-19, ao vivo | Brasil proíbe a entrada de passageiros da Índia

Governo brasileiro quer evitar chegada de nova variante. Bruno Covas, prefeito licenciado de São Paulo, sofre piora e tem quadro de saúde irreversível, aponta boletim médico. Ministro do STF autoriza ex-ministro Pazuello a ficar calado em depoimento na CPI da Pandemia. Brasil atingiu 432.628 mortes pelo coronavírus após o balanço desta sexta-feira

Mulher é vacinada em hospital de Londres, neste sábado.
Mulher é vacinada em hospital de Londres, neste sábado.Stefan Rousseu / AP
São Paulo / Brasília - 15 mai 2021 - 21:09 UTC

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Dez dias após recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil decidiu impedir a entrada de passageiros da Índia, como tentativa de frear a entrada da variante indiana da covid-19. Neste sábado, a Inglaterra decidiu intensificar neste sábado a vacinação em regiões onde foram registrados casos da mesma variante. A intenção do Governo é acelerar a imunização para iniciar uma nova fase de reabertura do país, a partir do dia 21 de junho. Em São Paulo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) —licenciado do cargo desde o último dia 3 para tratamento contra o câncer—, apresentou piora em seu quadro de saúde, que é considerado “irreversível” segundo o boletim médico divulgado nesta sexta. Covas, de 41 anos, enfrenta um câncer no sistema digestivo desde 2019. Com a piora do recente do quadro, ele chegou a ser intubado. Enquanto isso, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello comparecerá à CPI da Pandemia na próxima quarta-feira protegido pelo direito de permanecer em silêncio para se autoincriminar. Foi o que decidiu o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. O texto do magistrado, no entanto, não pode ser lido apressadamente. Lewandowski não livra Pazuello de uma eventual ordem de prisão e, mais importante, o impede de mentir ou se calar se perguntado pela conduta de terceiros ―ou seja, sobre Jair Bolsonaro. Também na sexta-feira, o Brasil chegou a 432.628 mortes causadas pela covid-19 e 15,5 milhões de infecções pelo coronavírus.

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