Notícias sobre covid-19 e a crise | Queiroga anuncia dose de reforço para profissionais da saúde

Segundo o ministro da Saúde, terceira dose da vacina deve ser preferencialmente com Pfizer. Tereza Cristina e Eduardo Bolsonaro testam positivo para a covid-19. Deputado filho do presidente aproveitou a situação para criticar passaporte sanitário. São Paulo inicia a antecipação da segunda dose do imunizante da Pfizer. Brasil registra 699 novas mortes por covid-19 nesta sexta

Mulher recebe a vacina da AstraZeneca na Tailândia nesta sexta-feira.
Mulher recebe a vacina da AstraZeneca na Tailândia nesta sexta-feira.RUNGROJ YONGRIT / EFE
São Paulo / Brasília - 25 set 2021 - 01:17 UTC

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De Nova York, onde cumpre quarentena por testar positivo para a covid-19, o ministro Marcelo Queiroga anunciou que os profissionais de saúde receberão uma terceira dose da vacina contra o coronavírus. A nova aplicação vai contemplar aqueles que já completaram o ciclo de imunização há pelo menos seis meses, e a vacina a ser administrada será preferencialmente a produzida pela Pfizer. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirma que testou positivo para a covid-19. Ele fazia parte da comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro para participar da Assembleia das Nações Unidas em Nova York, e diz que o teste deu positivo já aqui no Brasil. Nas redes sociais, o filho zero três do presidente aproveitou a deixa para criticar o passaporte sanitário. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou no Twitter que também testou positivo para a covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta sexta-feira o uso de medicamentos à base de anticorpos para tratar dos casos não graves da covid-19. Os remédios casirivimab e imdevimab são produzidos pelo laboratório norte-americano Regeneron, mas o alto custo das drogas - a dose pode custar até 2.000 euros - é um grande obstáculo para o tratamento em larga escala. A OMS pede que a fabricante facilite o acesso. O Brasil registrou, nesta sexta, 699 novas mortes por covid-19.

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