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Notícias sobre a covid-19, ao vivo | AGU pede que Pazuello possa ficar em silêncio na CPI da Pandemia

Governo abriu mão de receber 1,5 milhão de vacinas da Pfizer em 2020. Gerente-geral da empresa na América Latina, Carlos Murillo disse à CPI da Pandemia que ao menos três propostas de vacina da empresa não foram respondidas pelo Governo. Brasil atinge 430.471 mortes pelo coronavírus. Siga as últimas notícias

O gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, depõe na CPI da Pandemia.
O gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, depõe na CPI da Pandemia.ADRIANO MACHADO / Reuters
São Paulo / Brasília - 13 mai 2021 - 22:37 UTC

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A sessão desta quinta-feira da CPI da Pandemia foi bem menos tumultuada que a de quarta-feira. O gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, revelou que o Governo Bolsonaro ignorou por pelo menos três vezes as ofertas de venda de vacina da companhia. O executivo disse ainda que o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, esteve em uma reunião do Governo com executivos da empresa. Na quarta-feira, os desentendimentos entre o relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), e o ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten culminaram em uma ameaça de prisão do depoente. Após negar o pedido, o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), decidiu que vai encaminhar o depoimento à Procuradoria-Geral da República para apurar se Wajngarten mentiu ao dizer que Secom não divulgou campanha contra isolamento e que Bolsonaro deu aval para ele conversar com autoridades sobre compras de vacinas. O Brasil chegou a 430.417 mortes causadas pela covid-19 e 15,4 milhões de infecções pelo coronavírus. Nesta quinta-feira, a China informou que apoia discutir a suspensão de patentes de vacinas contra o coronavírus, um debate capitaneado pelo Governo Joe Biden após solicitação da África do Sul e da Índia.

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