Comissão do Senado aprova relatório favorável a impeachment
Com 15 votos a favor e 5 contra, parecer segue para apreciação em Plenário do próximo dia 11

O processo de impeachment de Dilma Rousseff deu mais um passo crucial nesta sexta, quando a Comissão Especial do Impeachment no Senado votou e aprovou o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que recomenda o andamento ao rito de afastamento da presidenta pela Casa. O placar refletiu a franca desvantagem do Governo na comissão: foram 15 votos favoráveis ao relatório e apenas 5 contra. O parecer agora deve ir a plenário no dia 11, quando a mandatária pode ser afastada temporariamente do cargo.
Confira como foi a votação da Comissão do impeachment de Dilma no Senado:

A presidenta ainda previu que os próximos dias serão de duras batalhas políticas. "Temos pela frente uma disputa dura, cheia de dificuldades. Peço, encarecidamente aos parlamentares e a todos nós uma certa tranquilidade para lidar com isso", afirmou no seu discurso.

Os únicos a votarem contra o processo de impeachment foram os petistas Lindbergh Farias, José Pimentel e Gleisi Hoffman, além de Telmário Mota (PT) e Vanessa Graziotin (PCdoB).

Agora o processo segue para ser votado pelo plenário do Senado, o que deve ocorrer no dia 11 de maio.

Agora o processo segue para ser votado pelo plenário do Senado, o que deve ocorrer no dia 11 de maio.

Encerrada a votação. 15 votos a favor e 5 contra a admissibilidade do processo de impeachment

Raimundo Lira, presidente da Comissão, informou que não votará. Só o fará em caso de empate

Iniciada a votação da comissão.

"Não estamos discutindo honestidade", diz o relator Anastasia.

Placar das orientações 14 a 5. Votaram pelo SIM os seguintes partidos e bancadas: oposição, bloco moderador, bloco democracia progressista, PPS, DEM, PSDB, PTB, PMDB, PSD, PV, PR, PSB e PP. Pelo NÃO, foram: bloco de apoio ao Governo, bancada do Governo, PDT, PT e PCdoB.


O PT orientou pelo não. Agora, Anastasia se manifesta.

Lindbergh: "Presidente Dilma, A história vai lhe absolver".


“Vocês querem criminalizar uma política fiscal anticíclica”, diz Lindbergh.


Lindbergh Farias é o último a falar, discursa como líder do PT. Depois, os senadores votam.


Gladson Camelli, do bloco democracia progressista agora orienta o voto. Ele é membro do PP, que já encaminhou pelo sim.


Cristóvam diz que encaminha o voto sim, pela admissibilidade. Mas se guarda ao debate para o futuro, que seria o julgamento.
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