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Exposição educativa de ideias, suposições ou hipóteses, baseada em fatos comprovados (que não precisam ser estritamente atualidades) referidos no texto. Se excluem os juízos de valor e o texto se aproxima a um artigo de opinião, sem julgar ou fazer previsões, simplesmente formulando hipóteses, dando explicações justificadas e reunindo vários dados

Quem está ganhando as primárias democratas? Aqui, o que dizem as pesquisas nos Estados Unidos

Joe Biden é o favorito, seguido de Bernie Sanders e Elizabeth Warren. Mas a corrida para definir o adversário de Donald Trump está muito aberta

O ex-vice-presidente Biden, em Los Angeles.
O ex-vice-presidente Biden, em Los Angeles.PATRICK T. FALLON (Reuters)

Nos Estados Unidos se acelera a corrida para escolher o próximo presidente. Nas próximas semanas começam as primárias para que republicanos e democratas elejam candidatos.

  • 3 de fevereiro: Iowa computa os primeiros votos.
  • Fevereiro a junho: outros Estados vão escolhendo seus delegados.
  • Julho e agosto: realizam-se as convenções democrata e republicana em que os delegados decidem o candidato do partido.
  • 3 de novembro: as eleições.

Assim estão as primárias democratas

Em resumo: a corrida está muito aberta. O favorito é o moderado Joe Biden, que tem em seu encalço dois candidatos da ala esquerda do partido, Bernie Sanders e Elizabeth Warren. Mas também não será muito estranho se, no final, o vencedor for outro candidato diferente desses três.

Os prognósticos. A tabela mostra a probabilidade de cada candidato de acordo com um modelo estatístico, as apostas e um mercado de previsões. Uma média de pesquisas também está incluída.

As apostas colocam Biden como favorito (1 em cada 3), seguido por Sanders (probabilidade de 25% ou 30%), Warren (11%) e Bloomberg (11%). O modelo FiveThirtyEight, por sua vez, se inclina mais claramente por Biden.

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Como funciona o modelo FiveThirtyEight: alimenta-se de pesquisas e informações demográficas de cada Estado, mas também leva em consideração “impulsos” depois de cada votação – o vencedor geralmente costuma subir – e a possibilidade de que candidatos se retirem da corrida. É um modelo probabilístico baseado em simulações, semelhante ao que usamos no EL PAÍS. Gosto, mas sou cauteloso porque é o primeiro que fazem em primárias.

E o que acontece com Michael Bloomberg? O bilionário foi o último candidato a chegar e as previsões não estão de acordo sobre suas opções. O FiveThirtyEight apresenta poucas (pelo menos por enquanto) e as pesquisas o situam apenas em quinto lugar. Mas os apostadores o veem empatado em terceiro lugar com Warren. Eles o consideram um candidato a cisne negro, uma provável surpresa.

Um ano de altos e baixos: Outra maneira de ver quão imprevisíveis estão sendo estas primárias consiste em olhar para trás. Desde meados do ano passado a corrida tem sido um tobogã (são dados da média das apostas da Oddschecker):

Kiko Llaneras escreve na Espanha sobre política com dados, gráficos e um olhar analítico. Também fala de tecnologia, de nossas vidas e do futuro. Para assinar sua newsletter em espanhol, clique aqui.


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