Tribuna
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No combate à desinformação, é preciso não ridicularizar o “conspirador”

As pessoas tendem a endossar e espalhar teorias conspiratórias estimuladas por um sentimento de impotência ou vulnerabilidade

Sara Winter, ativista de extrema direita que é investigada pela organização de atos antidemocráticos.
Sara Winter, ativista de extrema direita que é investigada pela organização de atos antidemocráticos.Joédson Alves / EFE
Alana Rizzo|Clara Becker

Desafio à parte no combate à desinformação e calcanhar de aquiles para as agências de checagem, as teorias conspiratórias são, na maioria das vezes, por natureza, “inchecáveis”. Mas um argumento que não pode ser refutado não necessariamente é verdadeiro. O The Conspiracy Theory Handbook, elaborado pelos pesquisadores Stephan Lewandowsky e John Cook, tenta explicar o fenômeno e mostrar seu...

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