Pandemia de coronavírus

Música na quarentena: o jazz do multifacetado Paulo Moura

O cineasta e produtor musical Fernando Trueba oferece hoje uma seleção de faixas do grande saxofonista e clarinetista do Brasil

O clarinetista Paulo Moura, em 1972.
O clarinetista Paulo Moura, em 1972.

Paulo Moura foi o saxofonista e clarinetista da música brasileira por excelência. De família de músicos, estudou orquestração com o grande Moacir Santos, sendo depois um destacado arranjador e orquestrador. Seu trabalho cobre todo o espectro da música, da gafieira ao jazz, passando pela música clássica... Aos 19, estreou com a Sinfônica Nacional tocando o concerto para clarinete de Weber.

Além de seus discos próprios, Moura está presente em algumas das gravações clássicas do jazz brasileiro: É Samba Novo (Edison Machado), O LP (Os Cobras), Embalo (Ténorio Jr.)... Em 1988, estreou seu Concerto da Abolição com a Sinfônica de Brasília, no centenário da abolição da escravidão.

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A lista de hoje começa com duas faixas de seu disco de 1959 com o grupo do mestre Radamés Gnattali, sendo que o primeiro deles devia rondar a cabeça de Gato Barbieri quando “compôs” o tema de O Último Tango em Paris. Há duetos com o pianista norte-americano Cliff Korman, com o violonista Raphael Rabello e o guitarrista Armandinho, além de tributos a Pixinguinha, que foi sua grande inspiração ao longo da vida.

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