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Afonso Benites: “Saímos do olho no olho para o olho na tela. Tivemos de reaprender a nos comunicar”

A pandemia do coronavírus trouxe uma nova dinâmica para jornalismo que teve de se reinventar, diz o correspondente do EL PAÍS em Brasília

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O repórter Afonso Benites saiu da redação do EL PAÍS em São Paulo para se tornar correspondente do jornal em Brasília em 2015. De lá, segue os passos dos poderosos desde o Governo Dilma – Benites é um dos primeiros a ingressar no time do EL PAÍS no Brasil, que desembarcou no país em 2013. Encara o desafio de cobrir e relatar as decisões que impactam o dia a dia da população e das resoluções que projetam o Brasil no mundo. Com 20 anos de carreira, Benites vive intensamente a metamorfose do jornalismo neste momento de pandemia. “Tivemos que aprender uma nova maneira de nos comunicar, com as fontes e com o público”, observa. “O jornalismo é muito olho no olho, ele é calor, sentimento. E a gente tendo que ficar trancado em casa em quarentena”, completa.


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A proximidade com as altas fontes do poder exige traquejo constante. A conversa com ministros, presidentes, parlamentares que definem os rumos do futuro precisa ficar longe de paixões e sentimentos pessoais. Mas Benites sentiu o impacto do Governo atual, abertamente em guerra com a imprensa, quando Jair Bolsonaro ainda era candidato, em 2018. Diante de uma pergunta que não o agradou, Bolsonaro ironizou Benites publicamente. “Naquele momento eu senti que a nossa liberdade de imprensa teria alguma restrição e é o que tem sido mostrado hoje. Por isso é tão importante valorizar o jornalismo profissional”.

Natural de Campo Grande, Afonso Benites formou-se em jornalismo na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Fez especializações em práticas de jornalismo e em política e relações internacionais. Depois de atuar em veículos de Campo Grande, passou seis anos na Folha de S. Paulo antes de ingressar no EL PAÍS. “Eu trabalho há 20 anos como jornalista. O El PAÍS é o lugar mais independente em que eu já escrevi”, diz.

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