EL PAÍS lança assinatura no Brasil

Eliane Brum: “Eu tenho orgulho de escrever para o EL PAÍS porque eu tenho orgulho de ler o EL PAÍS”

A jornalista e escritora, que assina uma coluna no jornal desde 2013, é uma das vozes que apoiam o lançamento da assinatura da edição brasileira do EL PAÍS. “A gente só vai conseguir criar um futuro onde seja possível viver com jornalismo de qualidade”

Eliane Brum, escritora e jornalista, fala sobre o EL PAÍS e os rumos do jornalismo.Foto: Lilo Clareto

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Eliane Brum é jornalista, escritora e documentarista, com oito livros publicados, quatro documentários dirigidos e mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem, entre eles o Esso, o Troféu Especial de Imprensa ONU, o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog, o prêmio da Sociedad Interamericana de Prensa (SIP), Troféu Mulher Imprensa, Comunique-se, entre outros. No EL PAÍS, assina uma coluna desde o nascimento da edição brasileira do jornal, em 26 de novembro de 2013, onde publica quinzenalmente artigos ―em português e em espanhol― com ênfase em direitos humanos, política, movimentos sociais e meio ambiente.

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“Nos últimos sete anos, o EL PAÍS mostrou que é um jornal realmente independente, capaz de enfrentar o poder e respeitar a sua inteligência”, afirma a colunista, uma das vozes que apoiam o lançamento da assinatura da edição brasileira do jornal. “Eu tenho orgulho de escrever para o EL PAÍS porque eu tenho orgulho de ler o EL PAÍS.”

Nascida em Ijuí (Rio Grande do Sul), a jornalista publicou em 1994 seu primeiro livro reportagem ―Coluna Prestes: o avesso da lenda―, no qual refez os 25.000 quilômetros percorridos pela tropa rebelde durante a República Velha, e pelo qual recebeu o prêmio Açorianos de autora-revelação. Depois, escreveu outros seis livros de não ficção e um romance, além de participar de coletâneas de crônicas, contos e ensaios. Como colunista do EL PAÍS há sete anos, Eliane Brum escreve especialmente sobre temas relacionados à emergência climática; a proteção dos direitos dos povos indígenas; feminismo e direitos humanos e, mais recentemente, sobre os reflexos da crise sanitária e humanitária causada pelo novo coronavírus. Antes da eclosão da pandemia, em janeiro, fez parte de uma expedição a bordo de um navio do Greenpeace na Antártica, de onde publicou um diário com exclusividade no EL PAÍS.

Também acompanha com um olhar atento as políticas do Governo Jair Bolsonaro. “Isso faz com que o nosso compromisso com as gerações futuras seja muito maior e mais difícil do que qualquer um dos nossos antepassados enfrentou”, reflete Brum. “A gente só vai conseguir criar um futuro onde seja possível viver com jornalismo de qualidade, com informação de qualidade, com opinião de qualidade. Com respeito aos fatos e com a coragem de contá-los”, completa a jornalista.

Eliane Brum parte de um grupo de vozes do Brasil, entre colunistas, leitores, ativistas e pensadores, que se juntou à campanha de apoio à assinatura da edição brasileira do EL PAÍS. Em outubro, o jornal passa a adotar o modelo paywall, quando os leitores têm um limite de textos gratuitos para ler por mês. A partir daí, será preciso pagar para ter acesso a todas as reportagens e análises da edição brasileira. O preço da assinatura para ter acesso aos textos em português é de 1 dólar, no primeiro mês, e 3 dólares a partir do segundo mês. É uma mudança necessária para que, após sete anos, o jornal continue cumprindo a missão de trazer ao público brasileiro as notícias mais relevantes do país e do mundo. Apoie e assine o EL PAÍS. Queremos crescer junto com vocês para fortalecer a opinião pública no Brasil.


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