Fica, Salles!

Demissão do antiministro do Meio Ambiente não basta; como ato isolado, poderia passar a impressão de que o problema é só ele, não Bolsonaro

Bolsonaro e Ricardo Salles em Brasília.
Bolsonaro e Ricardo Salles em Brasília.ADRIANO MACHADO / Reuters

Em 9 de dezembro de 2018, o então presidente eleito, Jair Bolsonaro, finalmente anunciara o último nome de seu gabinete, o do ministro do Meio Ambiente. O escolhido era um ex-advogado da Sociedade Rural Brasileira, Ricardo Salles. A reação do Observatório do Clima foi imediata. Em nota, lembramos que Salles promovera o desmonte da governança ambiental no Estado de São Paulo em seu breve período como secretário. Fora chamado por Bolsonaro para cumprir a mesma tarefa no Governo federal. “Ao no...

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