_
_
_
_

Sete países desferem duro golpe contra a propaganda do Estado Islâmico

Megaoperação desmantelou a agência jihadista Amaq, diz Europol

Tu suscripción se está usando en otro dispositivo

¿Quieres añadir otro usuario a tu suscripción?

Si continúas leyendo en este dispositivo, no se podrá leer en el otro.

¿Por qué estás viendo esto?

Flecha

Tu suscripción se está usando en otro dispositivo y solo puedes acceder a EL PAÍS desde un dispositivo a la vez.

Si quieres compartir tu cuenta, cambia tu suscripción a la modalidad Premium, así podrás añadir otro usuario. Cada uno accederá con su propia cuenta de email, lo que os permitirá personalizar vuestra experiencia en EL PAÍS.

En el caso de no saber quién está usando tu cuenta, te recomendamos cambiar tu contraseña aquí.

Si decides continuar compartiendo tu cuenta, este mensaje se mostrará en tu dispositivo y en el de la otra persona que está usando tu cuenta de forma indefinida, afectando a tu experiencia de lectura. Puedes consultar aquí los términos y condiciones de la suscripción digital.

Jihadista com bandeira do Estado Islâmico (EI) ao fundo.
Jihadista com bandeira do Estado Islâmico (EI) ao fundo.reuters
Mais informações
Vídeo Estado Islâmico reivindica autoria de ataque a supermercado no sul da França
Nadia contra o Estado Islâmico

As polícias dos EUA, Canadá e cinco países da UE — Bélgica, Bulgária, França, Holanda e Reino Unido — desferiram, nos últimos dias, um duro golpe contra máquina de propaganda do Estado Islâmico (EI) durante uma operação conjunta que visou a Amaq News Agency, a rádio Al-Bayan e os sites de notícias Halumu e Nashir, principais órgãos de difusão de atentados jihadistas.

A Europol, organização que coordenou a operação, afirma em um comunicado de imprensa que a ação deixou “muito comprometida” a capacidade do EI de divulgar material terrorista. As investigações começaram em 2015, quando se constatou o crescimento da agência Amaq e a adaptabilidade das “estruturas online do jihadismo”.

A Amaq é o órgão de propaganda usado para disseminar informações sobre as operações do EI, sejam vitórias no campo de batalha ou ataques terroristas no mundo todo. O grupo terrorista deu seu apoio a essa agência em 2017 e, desde então, fez dela “sua principal fonte de difusão de informações sobre as atividades do EI em todo o mundo”.

O primeiro resultado contra essa máquina de propaganda foi obtido em agosto de 2016, com uma operação contra os aplicativos móveis e a infraestrutura da Amaq, que “obrigou os propagandistas [do EI] a construir uma infraestrutura mais complexa e mais segura para evitar novas invasões por parte das forças da ordem pública”, diz a nota da Europol.

Colaboração fundamental da Espanha

O segundo golpe veio em junho de 2017, com uma intervenção da Guarda Civil espanhola (e o apoio da Europol e dos EUA) que permitiu identificar “indivíduos radicalizados em mais de 100 países”. Mais concretamente, e segundo dados da própria Guarda Civil, foram identificados consumidores habituais da propaganda jihadista em 133 países.

Para realizar a operação, a Espanha obteve a colaboração das autoridades do Panamá. “O enorme volume informação contido nos servidores apreendidos no Panamá”, diz uma nota do Ministério do Interior, “ajudou diversos serviços policiais estrangeiros a fechar o cerco contra os administradores, pertencentes à estrutura central do Daesh [Estado Islâmico, na sigla em árabe]”.

A última operação, realizada nos dias 25 e 26 de abril com a participação de sete países, permitiu a apreensão de servidores do EI na Holanda, o controle empresas de registro de domínio usadas pelo grupo terrorista no Reino Unido e a obtenção de grande material comprobatório na Bulgária, entre outros resultados. “Com esta operação, abrimos um grande buraco na capacidade do EI de divulgar propaganda online e radicalizar os jovens na Europa”, declarou Rob Wainwright, diretor executivo da Europol.

Mais informações

Arquivado Em

Recomendaciones EL PAÍS
Recomendaciones EL PAÍS
_
_