Manifestações anti-Dilma voltam às ruas do Brasil

Segundo o Datafolha, 135.000 pessoas estiveram na Paulista no auge do ato

Visão da Paulista neste domingo.
Visão da Paulista neste domingo.SEBASTIÃO MOREIRA

Movimentos anti-Dilma Rousseff foram às ruas neste domingo dia 16 pela terceira vez no ano para pedir a saída da presidenta. As manifestações, que ocorreram em mais de 200 cidades pelo Brasil, exigiam a queda de Dilma 'de qualquer jeito': por impeachment, cassação ou renúncia. São Paulo, uma vez mais, liderou as manifestações, com presença maciça de pessoas na Paulista. Segundo o Datafolha, 135.000 pessoas estiveram na avenida no auge do ato. Os números superam as manifestações em abril, mas não as de março, que reuniram 210 mil participantes na cidade.

Veja como foi a cobertura dos protestos.

Los mensajes de este tema están ordenados a la inversa, del más antiguo al más reciente.
Camila Moraes
As cidades brasileiras começam a se mobilizar para as manifestações deste domingo. A concentração já é grande na praia de Copacabana, no Rio.
Camila Moraes
EL PAÍS BRASIL
Brasília O protesto em Brasília começou por volta das 9:30. A concentração ocorre no Eixo Monumental, ao lado do Museu Nacional. Os manifestantes caminharão até o Palácio do Planalto, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília Vendedores ambulantes dizem estar desanimados com o movimento em Brasília. "Tem menos pessoas que no oriente protesto, em abril. As camisetas do impeachment hoje estão em promoção. Eram 20 reais e agora vendo por 15", diz Delzimar Alves, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
Camila Moraes
Rio de Janeiro Marcha no começa a andar e já congrega centenas de pessoas. "Queremos uma mudança no Brasil. O PT tem que sair e depois todos seus aliados", dizem as empresárias Maria Fernanda e Isabela, colaboradoras do MBL. Por María Martín
Camila Moraes
EL PAÍS BRASIL
Rio de Janeiro Dois dos cinco carros de som da manifestação pregam a intervenção militar, por Maria Martín
EL PAÍS BRASIL
Camila Moraes
São Paulo Motoqueiros se aglomeram com suas motos e faixas anti-Dilma na avenida Paulista, dando início ao protesto na cidade – que estava marcado para a tarde.
Camila Moraes
EL PAÍS BRASIL
Brasília "Em Brasília, as pessoas não sentem tanto a crise. Se falta dinheiro, elas trocam o wisky 18 anos pelo de 12. Por isso poucos se manifestam", afirma o funcionário público Jorge Serejo, 60. Ele defende uma intervenção militar, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília Além do impeachment de Rousseff, há os que pedem o retorno de José Sarney. "É um deboche. Pra você ver que até com o ladrão do Sarney era melhor do que com essa daí!", diz o funcionário público Geraldo Custódio, 61, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília O protesto começou cedo na capital federal, com os manifestantes fazendo um minuto de silêncio contra a corrupção. Depois, caminharam até a catedral e rezaram um Pai Nosso, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
São Paulo A manifestação de São Paulo está marcada para começar às 14h, mas um pequeno grupo já se concentra na avenida Paulista com camisetas com as cores da bandeira. Em algumas horas, a previsão é de que as duas faixas da avenida estejam interditadas, por Marina Rossi
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Rio de Janeiro "Ser contra o PT não é ser a favor de Eduardo Cunha. Não temos parceria com ele", diz Bernardo Santoro, coordenador do MBL no Rio. "Se se demonstrar envolvimento de Cunha na Lava Jato, pedimos também a saída dele. Mas a de Dilma é emergencial", por María Martín
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Rio de Janeiro. Embora pareça que a crise política é a principal pauta do Brasil, há quem nunca ouviu falar do impeachment. Estefani (segunda à esq.), 20, e os amigos vieram passar o dia na praia e encontraram a manifestação. "Não sabemos de que reclamam", por María Martín
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Belo Horizonte Senador pelo PSDB e ex-candidato presidencial, Aécio Neves participa de ato anti-Dilma pela primeira vez. Seu partido está dividido na crise. Foto: EFE http://cort.as/VwMn
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Belo Horizonte. Mas, segundo o cientista político Rudá Ricci, que esteve no ato, a manifestação foi menor que as anterioes, com 4.000 pessoas. Ricci diz que houve até Hino Nacional quando Aécio chegou, mas o senador “não conseguiu emplacar”.
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília Havia os que pediam privatização. "A Petrobras foi roubada e a tendência agora é só dar prejuízo. Se pudesse, privatizaria até o Governo", afirma o aposentado Josué Gomes. Manifestantes falam em 80.000 no ato, PM diz que havia 25.000, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília No Congresso Nacional, manifestantes estenderam faixa de 100 metros que pede o impeachment de Rousseff, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Brasília Manifestantes encerram ato em Brasília prometendo nova manifestação pro feriado de 7 de setembro. Não houve registro de ocorrências pela polícia, por Afonso Benites
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Rio de Janeiro Teresinha Vitorino, professora de 53 anos, é a favor de afastar todos os corruptos. De Dilma a Renan Calheiros, passando por Cunha, diz ela. "E sou a favor da intervenção do Exército para acabar com todos e fechar o Congresso e o Senado", por Maria Martín
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
Rio de Janeiro Ordem e Prosecco: As psicólogas Melissa Artese e Monique Souza chegaram no protesto de carro blindado. Elas são a favor de novas eleições e de proibir voto de quem recebe Bolsa Família. "É uma maneira muito óbvia de comprar voto", por María Martín
EL PAÍS BRASIL
EL PAÍS BRASIL
As novas manifestações acontecem num momento em que Dilma Rousseff ganhou alívio momentâneo na crise, com aproximação do Senado e vitórias parciais no Judiciário http://cort.as/VwSs
EL PAÍS BRASIL

Mais informações

Arquivado Em

Recomendaciones EL PAÍS
Recomendaciones EL PAÍS
Logo elpais

Você não pode ler mais textos gratuitos este mês.

Assine para continuar lendo

Aproveite o acesso ilimitado com a sua assinatura

ASSINAR

Já sou assinante

Se quiser acompanhar todas as notícias sem limite, assine o EL PAÍS por 30 dias por 1 US$
Assine agora
Siga-nos em: