Os efeitos do golpismo às claras de Bolsonaro e de seus generais

“Calma, não vai ter tanque”, dizem os relativistas. Na ponta, a degradação democrática mata por covid-19, por violência policial. Se depender dos militares, vai tudo para debaixo do tapete

Jair Bolsonaro durante a posse do general Fernando Azevedo e Silva como ministro da Defesa.
Jair Bolsonaro durante a posse do general Fernando Azevedo e Silva como ministro da Defesa.RICARDO MORAES / REUTERS

Foi mais uma sexta regular no Brasil de Jair Bolsonaro, com debates sobre golpes, autogolpes e ameaças de intervenção militar em pleno 2020. Bolsonaro tem um Governo coalhado de militares, muitos deles generais da reserva, que dizem falar como civis, mas, sempre que questionados, se comportam como se fossem porta-vozes das Forças Armadas. Um dos mais recentes participantes desse balé retórico perigoso e debilitador da democraci...

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