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Grupo de leoas ataca um macho diante de turistas em safári no Reino Unido

Incidente ocorreu em um parque de Birmingham e os cuidadores tiveram de afugentar os animais com um extintor para salvar o leão

Um leão esteve a ponto de morrer na manhã de quinta-feira no West Midland Safari Park de Birmingham (Inglaterra) quando um grupo de nove leoas o atacou sem piedade ante o olhar de um grupo de turistas. O motivo do ataque pode ter sido a idade do leão, velho demais para ser o líder da manada, ou uma disputa por comida. Alguns meses atrás, os leões foram misturados com as leoas, revelou um porta-voz do parque. “Esse processo caminhava bem e não havia motivos para acreditar que poderia haver algum problema”, acrescentou. “Mas, como ocorre com todos os animais selvagens, grupos que convivem em harmonia podem ocasionalmente chegar a ser muito ativos.”

O caso ocorreu diante de turistas que percorriam o parque a bordo de um veículo. Mya Beverstock, de 19 anos, que visitava a atração juntamente com seus pais, registrou em vídeo o ataque ao leão. “Vimos que havia dois leões sentados em uma pedra e rosnando para algo que abaixo deles. Então percebemos que havia várias leoas rodeando um macho. De repente, elas o atacaram”, declarou a jovem adolescente à imprensa britânica.

Os cuidadores do parque conseguiram deter a agressão e salvar o animal. Fizeram isso usando um extintor para afugentar as leoas. “Sempre mantemos nossos funcionários, que estão devidamente treinados, perto dos visitantes, para o caso de ser necessário intervir. Por isso havia um membro experiente de nossa equipe no local, e em nenhum momento foi posta em perigo alguma pessoa”, disse um porta-voz do parque.

Em relação aos motivos do ataque ao macho, normalmente isso ocorre quando as fêmeas acreditam que ele é muito velho para seguir à frente da manada, embora também possa ser provocado por uma disputa por alimento. A direção do safári minimizou o incidente: “Os machos estão há alguns meses no processo de se misturar com as fêmeas. Isso tem corrido bem e não havia nenhuma razão para acreditar que haveria problemas”, reiterou.

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