Sócrates, Che e Maradona, orai por ‘nosotros’

“Eu, dom Ernesto, Maradona e mais oito”. Era assim que o doutor Sócrates, entre uma cerveja e outra no bar Che Bárbaro, escalava o seu escrete dos sonhos, para delírio dos argentinos e corintianos do estabelecimento

Um dos altares dedicados a Maradona no centro de Nápoles.
Um dos altares dedicados a Maradona no centro de Nápoles.Paolo Manzo

Hoje, pelo menos hoje, mesmo para a mais descrente das criaturas, é preciso ter fé nas coisas do além e imaginar uma tabelinha imediata entre Sócrates e Maradona. Pode ser no inferno ou no paraíso, menos no purgatório ―os dois gênios não admitiriam esse dantesco ...

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