Memes para aliviar a ansiedade causada pelas eleições ‘sem fim’ dos EUA

Uma votação apertada, a ameaça de Trump de levar o resultado para a Justiça, a batalha pela Pensilvânia... Só nos resta o humor

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As eleições dos Estados Unidos estão se estendendo: o resultado está sendo muito apertado e a contagem ainda não terminou em Estados decisivos, como Pensilvânia, Arizona e Nevada. Nestes territórios, o voto por correio faz com que a apuração já leve dois dias. Além disso, o atual presidente, Donald Trump, se autoproclamou vencedor e a todo momento coloca em dúvida a lisura da apuração, sem apresentar nenhuma prova. No fim, o processo eleitoral se mostra longo, nervoso e incerto, como o ano de 2020 em geral. Nos resta lidar com essa angústia rindo dos memes. Sobre a angústia, é claro.

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Apresentador e humorista norte-americano, Jimmy Kimmel resumiu a agonia de acompanhar a contagem: “É como estar acordado durante sua própria cirurgia”.

E se trocarmos o broche com a frase “Eu votei!” pela “Estou muito nervoso e sentindo que vou vomitar”?

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No Brasil, não tardaram a comparar com as votações mais famosas daqui. Pelo menos a apuração do Carnaval dura só um dia, né?

Aliás, o que não falta por aqui é eficiência na apuração.

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E isso inclui também nossas eleições presidenciais. Inveja da nossa boca de urna, EUA?

Mas é claro, cada país tem suas peculiaridades no processo eleitoral. Nos Estados Unidos, o voto de cada pessoa vai para o colégio eleitoral de cada Estado e... bom, deixa o amigo internauta explicar.

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Pra vocês não se confundirem: democrata é azul, republicano é vermelho. Biden é azul, Trump é vermelho. “Aqui o que sabemos até agora”.

E cada Estado vai no seu ritmo. Nevada, por exemplo, pode ser fundamental para Joe Biden caso o candidato democrata conquiste seus seis delegados. Acontece que as urnas de lá não são atualizadas desde ontem (quarta-feira). Talvez o pessoal tenha tirado um dia de folga.

Por outro lado, a instituição tuítes antigos do Eduardo Cunha segue funcionando como nunca. Esse é de 2011.

Sem dúvida. O critério precisa ser o mesmo.

Protesto, recontagem, judicialização... não importa o tamanho da espera, o futebol já diz: “só acaba quando termina”. Vai chamar o VAR, Trump?


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