Governo Jair Bolsonaro

Avaliação positiva do Governo Bolsonaro oscila para 35%, segundo Ibope

27% avaliam como ruim ou péssima a gestão, e outros 31% como regular. Números variam pouco em relação à pesquisa anterior quando a aprovação do Governo sofreu queda de 15 pontos

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no dia 18 de abril.
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no dia 18 de abril.MIGUEL SCHINCARIOL (AFP)

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A avaliação positiva do Governo do presidente Jair Bolsonaro oscilou de 34% para 35% entre março e abril, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quarta-feira. O aumento de um porto percentual em relação a sondagem do mês anterior está dentro da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos.

A avaliação negativa (ruim e péssimo) foi de 24% para 27%, também dentro da margem de erro. No mês passado, 34% dos entrevistados consideravam o governo regular. Em abril, a avaliação regular foi de 31%. O levantamento foi realizado de 12 a 15 de abril, com 2.000 pessoas, em 126 municípios.

A nova sondagem mostra poucas mudanças em relação a pesquisa Ibope de março, quando a avaliação positiva do Governo Bolsonaro sofreu o maior abalo, com um tombo de 15 pontos percentuais, sendo considerada a pior para um presidente da República eleito em começo de primeiro mandato desde Fernando Henrique Cardoso.

Segundo a sondagem divulgada nesta quarta-feira, a maneira de governar de Bolsonaro é aprovada por 51% dos entrevistados (mesmo índice registrado na sondagem anterior), enquanto 40% a desaprovam (na sondagem anterior, eram 38%). Ainda de acordo com o levantamento, 51% confiam no presidente (eram 49% em março), enquanto 45% não confiam (era 44% na pesquisa anterior).

Quando o assunto é sobre a aprovação do governo por áreas de atuação, as melhores avaliadas são a segurança pública, onde 57% disseram aprovar as ações e políticas do governo; educação (51%); e meio ambiente (48%).

As áreas piores avaliadas são taxa de juros, onde 57% desaprovam as ações do governo, e impostos, com desaprovação de 56%.