A crise política brasileira

Manifestações contra o impeachment de Dilma neste 31 de março

Protesto em São Paulo acontece no centro, na Praça da Sé, e em mais uma dezena de cidades Maioria do Supremo vota para que os grampos do ex-presidente Lula fiquem na Corte

Manifestantes na Sé, em São Paulo.
Manifestantes na Sé, em São Paulo.Paulo Pinto/ Agência PT

Nesta quinta-feira 31 de março, manifestantes contrários à destituição de Dilma Rousseff voltam às ruas para protestar. Um dos objetivos é colar o movimento contra o impeachment da presidenta, que consideram sem base legal e portanto um "golpe", ao simbolismo de 31 de março. Foi nesta data, em 1964, que começou o regime militar brasileiro. Em São Paulo, o ato é no centro da cidade, na Praça da Sé, e marchas acontecem em mais uma dezena de cidades. Antes do atos, Brasília já havia vivido mais um dia movimentado. A comissão especial que analisa o impeachment começou a ouvir a defesa da presidenta. À tarde, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as investigações envolvendo o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato fica sob responsabilidade da Corte, e não sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, até que os 11 ministros emitam sentença definitiva do tema.

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