A crise política brasileira

PMDB rompe com o Governo Dilma

Maior partido do Congresso deixa de apoiar Planalto, movimento crucial para impeachment Acompanhe as últimas notícias da crise política brasileira

São Paulo / Brasília - 30 mar 2016 - 12:00 UTC
Eduardo Cunha, Romero Juca e Eliseu Padilha, na convenção do PMDB.
Eduardo Cunha, Romero Juca e Eliseu Padilha, na convenção do PMDB.EVARISTO SA

O PMDB, maior partido do Congresso e aliado, até agora, do Governo Dilma Rousseff anunciou em uma sessão relâmpago na terça-feira, no Congresso, o rompimento com o Planalto, após anos de aliança que vinha desde a gestão Lula. A saída, costurada pelo vice-presidente Michel Temer, é considerado um movimento crucial a favor do processo do impeachment da presidenta. A tendência é que outras siglas deixem o Governo acompanhando o desembarque. Dilma Rousseff e aliados, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dizem que é possível manter Governo apenas com peemedebistas dissidentes. Acompanhe as últimas notícias da crise política.

No EL PAÍS, dezenas de jornalistas trabalham para levar a você as informações apuradas com mais cuidado e para cumprir sua missão de serviço público. Se quiser apoiar nosso jornalismo e ter acesso ilimitado, pode fazê-lo aqui por 1 euro no primeiro mês e 10 euros a partir do mês seguinte, sem compromisso de permanência.

Inscreva-se

Mais informações