Hollande e Gayet seguem juntos, porém com uma relação mais discreta

De acordo com a publicação que revelou o romance, o presidente francês e a atriz planejam seus encontros para não serem seguidos

Apesar dos rumores de separação nos meses que se seguiram à revelação do caso entre o presidente francês, François Hollande, e a atriz Julie Gayet, o casal continua se encontrando, diz a revista francesa Closer. A mesma publicação que revelou o namoro para depois anunciar a separação, agora volta a colocar os protagonistas na primeira página, desta vez consagrando sua reconciliação. Após a tempestade midiática do início deste ano e o rompimento oficial entre o presidente e a jornalista Valérie Trierweiler, que atuava como primeira-dama oficial, o relacionamento teria sido reatado de forma discreta e longe dos holofotes.

“Apesar das aparências, a paixão entre Julie Gayet e o presidente da República está longe de terminar”, disse a revista em sua última edição. “O casal simplesmente aprendeu a ter paciência”, acrescenta. Longe das imprudências que fizeram o caso vir à tona – como as escapadas de Hollande em uma moto oficial para visitar o apartamento da atriz que chegaram a pôr em dúvida a segurança da presidência francesa – , os dois amantes agora planejam cada encontro com cuidado e discrição. “O casal passou a controlar todos os detalhes de suas raras, mas preciosas saídas”, diz.

No entanto, a publicação menciona alguns encontros recentes. O mais documentado foi no domingo 27 de abril, em um apartamento do sexto distrito de Paris, no Quai Malaquais, à margem do Sena. Uma hora antes da chegada do presidente – de carro, não de moto – um “precursor” inspecionou o local, verificando a movimentação dos vizinhos e a procedência dos veículos estacionados nas proximidades. O presidente francês chegou em seguida, escoltado, e deixou o local no meio da tarde, antes de retornar ao Eliseu para uma reunião de crise sobre a espinhosa venda da empresa Alstom para a norte-americana General Electric.

Em outras ocasiões, Gayet, que nunca quis revelar o relacionamento, preocupada com o impacto em sua carreira, teria ido ao Palácio Presidencial tentando evitar ser vista. Mas em 2 de maio, ainda de acordo com a Closer, depois de entrar discretamente pela porta menos visada do Eliseu subir para o gabinete presidencial, teria cruzado com um membro da equipe do presidente que passava ali por acaso. “Não trocaram nenhuma palavra. Mas o olhar desconcertado de Julie diante daquele desconhecido deixou entrever uma surpresa profunda”, acredita a revista.

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Essas novas revelações passaram relativamente despercebidas na França, onde a opinião pública, ao que parece, superou o debate sobre o estatuto da primeira-dama e aceitou o fato de que o país tem um presidente solteiro. As grandes celebrações do 70º aniversário do desembarque das tropas aliadas na Normandia, com a visita oficial da rainha Elizabeth II como prato principal, demonstraram que o protocolo não parecia muito afetado pelas novas mudanças. Quem lembrou, à sua maneira, a condição do presidente foi a ex-primeira-dama, que disse, pelo Twitter, estar aliviada por não ser obrigada a apertar a mão de Vladimir Putin, também em visita à França, em reação a declarações machistas do presidente russo.

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