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De milico para milico: a pororoca social é o grande alerta

Está punk e não é Natal para Charles Dickens, o negacionismo de Bolsonaro faz o pior fim de ano da história

Uma mulher sem máscara, no centro de São Paulo, tira uma selfie atrás de uma faixa que diz: "A Covid-19 mata. A Pandemia não acabou".
Uma mulher sem máscara, no centro de São Paulo, tira uma selfie atrás de uma faixa que diz: "A Covid-19 mata. A Pandemia não acabou".Sebastiao Moreira / EFE

Talvez falando em linguagem de milico, o capitão paraquedista entenda: o Brasil, com o final da ajuda financeira para os socialmente mais lascados, está à beira de uma “pororoca social”. A pororoca é aquela onda gigante e ingovernável na foz do rio Amazonas. Um estrondo. A profecia foi feita no finalzinho da ditadura militar, em 1985, por um general mais grosso que papel de embrulhar prego, sim, ele mesmo, o ex-presidente ...

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