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Avicii se matou com vidro de uma garrafa, diz site ‘TMZ’

A informação sobre o DJ e produtor sueco, que morreu no dia 20 de abril, foi divulgada nesta terça-feira

O DJ sueco Avicii, em uma imagem de arquivo
O DJ sueco Avicii, em uma imagem de arquivo Reuters

A morte de Tim Bergling, mais conhecido como Avicii, foi um suicídio, de acordo com o site norte-americano TMZ. Várias fontes afirmaram que o DJ e produtor sueco utilizou o vidro de uma garrafa quebrada para tirar a própria vida. Duas pessoas disseram que ele cortou o pescoço, enquanto outra nega essa versão e afirma que o astro da música dance eletrônica se feriu no pulso. Avicii morreu no último 20 de abril, aos 28 anos, em Mascate, capital de Omã.

Poucos dias atrás, a família do DJ informou que o artista enfrentava problemas e que “não podia mais”. Em seu primeiro comunicado público após a morte do músico, cuja causa não foi confirmada oficialmente, os familiares escreveram: “Realmente [Avicii] lutou e refletiu sobre o significado da vida e da felicidade. Não podia mais. Queria encontrar a paz.”. A declaração sugeria que tirou a própria vida.

Em 2015, Bergling começou a ter problemas de saúde devido ao ritmo de vida. A situação chegou a um ponto em que, em março de 2016, ele anunciou que deixava o mundo da música. Mas as coisas não melhoraram muito para o jovem sueco. Circularam notícias de complicações após uma cirurgia de apendicite. Em seguida, soube-se de uma pancreatite aguda devido ao consumo de álcool que o levou a ser internado. Uma das fontes que o TMZ consultou sobre o suicídio indicou que o DJ se matou usando o vidro de uma garrafa de vinho.

Nascido em Estocolmo em 8 de setembro 1989, o artista começou a publicar seu próprio material com apenas 19 anos. Foram canções de house que tiveram certa repercussão internacional e o tornaram conhecido, sobretudo entre os DJs de música eletrônica comercial da época. Muitos colaboraram com ele. Mas foi somente em 2011 que Avicii emplacou o primeiro hit internacional: Levels. E logo ficou conhecido por outros sucessos mundiais, como Wake Me Up e Hey Brother.

Desde então, sua popularidade não deixou de crescer. Seu primeiro álbum de estúdio, True (Island, 2013), transformou-se num dos discos mais vendidos da temporada. E Avicii se tornou um dos DJs mais bem pagos e disputados do momento. Recebeu diversos pedidos para trabalhar com grandes estrelas da música pop, incluindo Rihanna, Madonna e Coldplay, enquanto seu nome figurava no topo das listas dos mais importantes de DJs internacionais. Imerso numa sucessão de shows e singles, Avicii foi de palco em palco, de lista em lista, até publicar o segundo álbum, Stories (Sony, 2015). Meses depois, seu estilo de vida o levou à decisão de se afastar.

“Nosso querido Tim era um buscador, uma alma artística frágil que procurava respostas a perguntas existenciais. Um perfeccionista excessivamente bem-sucedido que viajou e trabalhou num ritmo que provocou um estresse extremo”, escreveu a família no texto publicado após sua morte. “Quando deixou de fazer turnês, queria encontrar um equilíbrio na vida para ser feliz e poder fazer o que mais gostava: a música.”

Não foi divulgada a causa da morte de Avicii. Depois do comunicado da família, sugerindo que o DJ havia se suicidado, sua representante, Diana Baron, não quis fazer mais comentários.

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