Atropelamento em Barcelona

Atropelamento em Barcelona: atentado terrorista deixa vários mortos e feridos

Incidente aconteceu no calçadão La Rambla, uma famosa área turística da capital Catalã

Pedestres deixam região do atentado
Pedestres deixam região do atentadoJOSEP LAGO / AFP

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Uma van atropelou várias pessoas em calçadão turístico de Barcelona, conhecido como La Rambla, na tarde desta quinta-feira. Segundo vários depoimentos, confirmados pela Polícia Catalã, um motorista subiu pela via, fechada apenas para pedestre, atropelando as pessoas que estavam no local. Ao menos 13 pessoas morreram e mais de 80 ficaram feridas, segundo confirmaram as autoridades, mas as informações ainda estão sendo atualizadas conforme novas notícias surgem sobre o caso. As autoridades tratam atropelamento como um atentado terrorista e a agência de notícias utilizada pelo grupo AMAQ, ligado ao Estado Islâmico, assumiu a autoria. Acompanhe as últimas notícias, em tempo real, sobre o atentado em Barcelona aqui.

O Governo da Catalunha (chamado de Generalitat) determinou o fechamento dos transportes públicos no centro de Barcelona. Ao menos uma dezena de equipes do Serviço de Emergência foi deslocado para a famosa via turística, e neste momento, atendem aos feridos. A via está agora isolada e todos os estabelecimentos comerciais que contornam o local foram esvaziados.

Fontes policiais afirmaram que o motorista da van abandonou o veículo a pé após o atropelamento. Eles acreditam que o autor (ou autores) do ataque se entrincheiraram no bairro do Raval de Barcelona, que termina na Rambla.

O calçadão foi isolado, bem como suas principais ruas adjacentes: Pelai, Ronda Universitat e Plaza de Catalunya. La Rambla, uma das artérias mais movimentadas da capital Catalã, está fechada em cerca de 300 metros de seu trecho de cerca de 1,2 quilômetros de comprimento. A Polícia Local está alertando as pessoas a deixar a área.

Além dos estabelecimentos comerciais e restaurantes, também foram fechados metrô, ônibus e  ferrovias. Durante o incidente, houve episódios de pânico e correria dos pedestres.

A polícia militar da Catalunha, Los Mossos d'Esquadra, abriu uma operação especial antiterrorista para tentar prender o agressor.

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