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Última réplica do terremoto no Equador deixa um morto e mais de 80 feridos

O tremor sacudiu o noroeste do país um mês depois do terremoto que matou 661 pessoas

Vigília em memória dos mortos do tremor.

O terremoto que nesta quarta-feira ao meio-dia sacudiu o noroeste do Equador, replica do registrado em 16 de abril, deixou um saldo provisório de um morto e mais de 80 feridos, como explicou o presidente do Equador, Rafael Correa, no final da reunião do Comitê de Operações de Emergência (COE).

Um mês depois do terremoto que deixou 661 mortos, regiões como Esmeralda e Manabí tiveram réplicas de magnitude 6,8. A primeira aconteceu durante a madrugada e não causou graves danos pessoais ou materiais, mas a segunda provocou maior alerta à população e às autoridades.

Correa forneceu aos meios de comunicação um balanço provisório de vítimas que incluem uma morte na localidade de Tosagua, em Manabí. Trata-se de uma “pessoa idosa” que perdeu a vida “por causa direta ou quase direta” do terremoto, segundo o presidente, que tenta “precisar as informações”. Por enquanto, as autoridades registraram ao menos 85 feridos leves, entre eles alguns com traumatismos, bem como interrupções no fornecimento de energia elétrica em algumas áreas.

“Temos todos os serviços públicos prontos para atender qualquer situação específica”, ressaltou Correa, que chamou à “calma”, lembrando que o Equador permanece sob estado de emergência. A este respeito, salientou que os serviços públicos continuarão com “normalidade”, a não ser que existam danos em estruturas.

Correa reconheceu que o país deve estar “preparado” para continuar a sofrer réplicas de intensidade superior a 6, ecos do terremoto de 7,8 que abalou grande parte do Equador no dia 16 de abril. O Governo estima que, desde então, foram registradas cerca de 1.500 réplicas.

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