Volta do Guns N' Roses

Guns N' Roses volta aos palcos com a formação original

Axl Rose, Slash, Duff McKagan e Izzy Stradlin se reunirão no festival Coachella após 22 anos separados

A banda Guns N’ Roses volta (reunida) aos palcos. Pela primeira vez em mais de duas décadas, a formação original tocará no festival de Música e Artes de Coachella, na localidade californiana de Índio (EUA), em abril de 2016, segundo confirma a revista especializada Billboard. Slash, o guitarrista, abandonou o grupo por conflitos com o vocalista, Axl Rose. A última vez em que tocaram juntos foi em um show no estádio Monumental do River Plate, em Buenos Aires, em 1993.

Guns n' roses em uma foto promocional.
Guns n' roses em uma foto promocional.

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A Billboard também abre a porta a uma possível turnê. A revista conta que o grupo se encontra em negociações para 20 shows nos EUA, o primeiro deles na Las Vegas Arena em 6 de abril. O Guns ‘N Roses estaria pedindo 3 milhões de dólares (11,7 milhões de reais) para cada apresentação e as entradas ficariam em torno de 250 dólares (975 reais).

A notícia do retorno dos autores de Sweet Child O' Mine ou Welcome To The Jungle não foi de todo uma surpresa. Slash anunciou há meses a reconciliação com Axl Rose depois de mais de 20 anos de distanciamento, e há alguns dias a página oficial voltou a mostrar o símbolo original.

Appetite for Destruction, o primeiro álbum do Guns N’Roses, é o disco de estreia mais vendido da história, com 18 milhões de cópias, e permaneceu no primeiro lugar da Billboard durante cinco semanas. Além disso, vendeu 44,5 milhões de álbuns no total nos EUA. Em 2003, ocupou o posto número 61 na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone.

O grupo está desde 2008 sem lançar um novo trabalho no mercado. O único que publicou sem Slash, Chinese Democracy, o sexto disco do Guns N' Roses, ostenta o recorde de ser o álbum mais caro da história da música, com uma produção que chegou a 13 milhões de dólares (mais de 50 milhões de reais). O disco não pagou seus custos, segundo a opinião de críticos, e levou mais de quinze anos para ser feito.

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