Malhando com Lula

Petista, possível nome do PT em 2018, lança vídeo para incentivar brasileiros a se exercitar

Nem só de Michelle Obama vive a campanha contra obesidade e o sedentarismo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou na onda nesta sexta-feira ao divulgar na página de seu instituto no Facebook um vídeo em que corre na esteira e se exercita em diversos aparelhos de musculação: "Parece pouco, mas, para um veinho como eu, está de bom tamanho", diz ele, comentando sua rotina, que alterna caminhada e corrida por uma hora, "quase todo dia".

"Estou preocupado com a sua saúde. Um conselho que te dou: crie coragem, levante. Não tem horário para andar." Eu sei que às vezes é melhor ficar em casa assistindo televisão", segue Lula, de 69 anos, de camiseta sem manga e toalhinha no pescoço, acompanhando de orientadores. O petista, que combateu um câncer de laringe em 2011, aparece em boa forma.

Mais informações
A primeira-dama põe Obama e Biden para correr
Dez erros cometidos na academia: é isso que não te deixa emagrecer
Correr a vida inteira rejuvenesce

Lula, um possível nome do PT para as eleições presidenciais de 2018, tem aumentado aparições públicas nas últimas semanas. Segundo pesquisa Datafolha, a imagem do petista, um dos políticos mais populares da história recente do Brasil, tem sido afetada pela má fase do Governo Dilma. Pelo levantamento, o índice dos que consideram o petista o melhor presidente da história caiu 21 pontos desde 2010  até agora (de 71% para 50%). Em uma nova eleição hoje, ele empataria com o senador tucano Aécio Neves, de acordo com o estudo.

A preocupação com a imagem aparece em outra iniciativa recente do ex-presidente. Nas últimas semanas, ele lançou página especial para desmentir "mitos" sobre ele, como o de que teria saído na capa da revista Forbes como um dos homens mais ricos do Brasil. O "mito 3" desmente justamente que o ex-presidente, que agora exibe sua rotina saudável, tenha tido um recaída do câncer.

Mais informações

Arquivado Em

Recomendaciones EL PAÍS
Recomendaciones EL PAÍS