AO VIVO | Mais calmos, candidatos debatem economia e corrupção
Presidenciáveis fazem terceiro debate do segundo turno

A presidenta Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, e o senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, candidato do PSDB à presidência, se encontraram pela terceira vez em debate de tevê no segundo turno da corrida presidencial, desta vez promovido pela Rede Record. Após dois encontros muitos tensos, promovidos pela Band e pelo SBT, os candidatos prometeram ânimos menos exaltados para este domingo, e, na comparação com outros debates, foram de fato mais amenos nas críticas. A uma semana da votação, o tucano e a petista seguem tecnicamente empatados segundo as principais pesquisas de intenção de voto. Leia abaixo os destaques do debate:



O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi à avenida Paulista comemorar com militantes a vitória de Dilma. Ele convocou a militância à trabalhar pela unidade do Brasil. "Temos que continuar a luta por nosso projeto. Ainda tem muito por fazer". Informa a repórter Maria Martín.

Com 99,39% das urnas apuradas, o governador Tião Viana (PT) foi reeleito no Acre, com 51,3% dos votos. Márcio Bittar (PSDB) somou 48,70% dos votos



Dilma: "Vamos nos dar as mãos e avançar nessa caminhada que vai nos ajudar a construir o presente o futuro. O carinho, o afeto, o amor e o apoio que eu recebi nessa campanha me dão a força para seguir com muito mais dedicação."

Dilma: "Mais que nunca é hora de todos nós e de cada um acreditarmos no Brasil. De ampliarmos o sentimento de fé nessa nação incrível, a quem nós temos o privilégio e a obrigação de fazer uma nação mais justa. O Brasil saiu maior dessa disputa".

Dilma: "Promoverei também, com urgência, ações localizadas, em especial na economia, para retomarmos nosso ritmo de crescimento. Continuarmos mantendo os altos níveis de empregos e a valorização dos salários. Vamos dar mais impulso à atividade econômica, em todos os setores".

Dilma: "Terei um compromisso rigoroso também de combate à corrupção. Faremos mudanças para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção".

Dilma promete dialogar com movimentos sociais: "Quando cito a reforma política não significa que eu não saiba a importância das demais reformas".

Dilma promete um plebiscito: "Entre as reformas mais importantes, mais necessárias está a reforma política".


Dilma: "Sei também do poder que um presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei".

Dilma: "O caminho é claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais dita, mais dominante foi mudança. O tema mais amplamente invocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida à Presidência para fazer as grandes mudanças que a sociedade exige".

Dilma: "Quero ser uma presidenta muito melhor do que fui até agora", disse a presidenta, interrompida por gritos: "coração valente! coração valente!".


Dilma: "Toda eleição tem que ser vista como uma forma pacífica e segura de mudança".

Dilma: "Esta presidenta aqui está disposta ao diálogo e é esse o meu primeiro compromisso do segundo mandato. Diálogo."

Dilma: "O debate das ideias, o choque de posições, podem produzir ações capazes de mover nossa sociedade nas trilhas de mudança que tantos precisamos. Nossas primeiras palavras são, portanto, de chamamento pela paz e união".
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