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Gestão à prova de adversidades

Investir em educação financeira para melhorar o fluxo da sua empresa pode garantir a sobrevivência dos negócios em qualquer cenário

Não são poucas as empresas que têm de fechar portas por problemas de gestão. Segundo pesquisa do Sebrae, uma em cada quatro empresas abertas no Brasil não sobrevive aos primeiros dois anos. “Estar preparado para intempéries é o segredo da longevidade de uma empresa”, destaca Comin. “Quem sabe gerenciar recursos sobe e desce com a maré sem se atrapalhar. Consegue perceber rapidamente o momento de aumentar ou diminuir dívidas e estoques, melhorar custos”, afirma.

O empreendedor deve sempre investir na sua especialização para consolidar as finanças da empresa. Para apoiar o gestor na elaboração do planejamento financeiro e auxiliá-lo na administração de seus recursos, o Programa Avançar do banco Santander agrega conhecimento para os empreendedores, seja através de palestras presenciais, ou seja com conteúdos online gratuitos: desde cursos rápidos sobre finanças básicas, ou os caminhos para buscar recursos para o negócios, até o planejamento ideal para organizar o orçamento familiar.

Confira 5 dicas para melhorar a gestão financeira da sua empresa:

1. Não misture as finanças da empresa com as suas:

É imprescindível separar a gestão financeira da empresa da gestão financeira da sua vida pessoal. Tenha contas correntes diferentes, uma para pessoa física e outra para jurídica. Para o seu negócio, inclusive, uma conta corporativa apresenta condições melhores de financiamento e juros mais baixos.

2. Organize o fluxo de caixa:

Elabore planilhas no computador e registre, em tempo real, todas as receitas e despesas. Desta forma, você consegue controlar todos os recursos que têm disponíveis em caixa. “A planilha vai funcionar como um espelho do saldo bancário, que o empreendedor deve apurar diariamente, com o objetivo de se planejar melhor”, explica Comin.

3. Faça a gestão do estoque:

O gestor precisa sempre ter certeza que terá à sua disposição tudo aquilo que o negócio precisa. Uma venda não pode ser colocada em risco, e nem a produção de uma fábrica, por falta de insumos. Mas é preciso saber a quantidade ideal a ser estocada, para não perder dinheiro. Segundo destaca Comin, todo estoque tem um custo, como aluguel de galpão, além do próprio “custo de oportunidade”. Ou seja, deixar o dinheiro parado, e não aplicado em algum produto financeiro, rendendo juros, representa perdas. O dinheiro poderia, ainda, servir para ampliar prazo de pagamento para os clientes, ou para pagar à vista um fornecedor e conseguir um desconto na matéria-prima.

4. Não abuse do crédito:

Comprar à vista ou com prazos menores é sempre melhor, pois o Brasil é um dos países com a maior taxa de juros do mundo. “Uma boa gestão de caixa e de estoque pode diminuir bastante a necessidade de tomar crédito. Mas, às vezes, é inevitável, então é preciso negociar bem com o gerente do banco e utilizar o recurso com moderação”, destaca Comin.

A primeira coisa a fazer é estimar com precisão a necessidade de financiamento. Uma vez feito isso, procure linhas de crédito para pessoa jurídica, que têm condições melhores de pagamento e juros mais baixos. “Jamais utilize crédito para pessoa física no seu negócio”, alerta o executivo do Sebrae. Não corra para o cheque especial. Este é o tipo de crédito mais caro do mercado.

5. Busque cursos de especialização:

Existem ferramentas de educação financeira disponíveis até pela internet, gratuitamente, como é o caso do portal do Programa Avançar. O empreendedor deve procurar estar sempre atualizado e cursos de gestão são sempre bem-vindos.

Esta notícia, patrocinada pelo Banco Santander, foi elaborada por um colaborador do EL PAÍS.