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20 cataratas que te deixarão com a boca aberta

De Iguaçu ao Niágara, quedas d’água impressionantes em paisagens únicas por todo o mundo

  • O explorador David Livingstone lhes deu o nome de Cataratas de Vitória, em 1855, em homenagem à rainha Vitória, da Inglaterra, mas localmente são conhecidas como Mosi-oa-Tunya, a fumaça que troveja. Esta espetacular e estrondosa queda d’água do rio Zambeze, na fronteira de Zâmbia e Zimbábue, forma a cortina de água mais comprida do planeta (1,7 quilômetro de extensão) e é patrimônio mundial desde 1989.
    1O explorador David Livingstone lhes deu o nome de Cataratas de Vitória, em 1855, em homenagem à rainha Vitória, da Inglaterra, mas localmente são conhecidas como Mosi-oa-Tunya, a fumaça que troveja. Esta espetacular e estrondosa queda d’água do rio Zambeze, na fronteira de Zâmbia e Zimbábue, forma a cortina de água mais comprida do planeta (1,7 quilômetro de extensão) e é patrimônio mundial desde 1989.
  • O Salto Ángel é a queda d’água mais alta do mundo, já que mede quase um quilômetro (979 metros). A água cai do Auyan-tepui: um tepui é um tipo de meseta que data do pré-cambriano, abrupta, com paredes verticais e um cume muito plano. A queda tem maior volume entre junho e dezembro, fica em pleno Parque Nacional Canaima e inspirou a selva fictícia de animação da Pixar ‘UP – Altas Aventuras’.
    2O Salto Ángel é a queda d’água mais alta do mundo, já que mede quase um quilômetro (979 metros). A água cai do Auyan-tepui: um tepui é um tipo de meseta que data do pré-cambriano, abrupta, com paredes verticais e um cume muito plano. A queda tem maior volume entre junho e dezembro, fica em pleno Parque Nacional Canaima e inspirou a selva fictícia de animação da Pixar ‘UP – Altas Aventuras’.
  • As Cataratas do Iguaçu formam uma das fronteiras mais espetaculares do mundo, entre o Estado argentino de Missões e o brasileiro do Paraná (em ambos os lados são declaradas patrimônio mundial). Diz-se que são vistas do Brasil (de onde se obtém uma visão mais panorâmica) e vividas na Argentina, onde se concentram 80% de suas 275 quedas d’água, entre as quais a apoteótica Garganta do Diabo, com 80 metros de altura.
    3As Cataratas do Iguaçu formam uma das fronteiras mais espetaculares do mundo, entre o Estado argentino de Missões e o brasileiro do Paraná (em ambos os lados são declaradas patrimônio mundial). Diz-se que são vistas do Brasil (de onde se obtém uma visão mais panorâmica) e vividas na Argentina, onde se concentram 80% de suas 275 quedas d’água, entre as quais a apoteótica Garganta do Diabo, com 80 metros de altura.
  • Reza a lenda que uma belíssima sereia loira, com uma enorme serpente como lugar-tenente, amaldiçoou todo aquele que se aproximasse de La Chorrera, que é como os moradores locais chamam a Catarata de Gocta. Recôndita, encravada na Amazônia peruana, foi revelada ao mundo em 2006, quando uma expedição dirigida por um alemão descobriu que, com seus 771 metros de queda livre, era a quinta queda mais alta do planeta. Os pesquisadores a batizaram com o nome de Gocta, que é a denominação que tinha na língua chachapoya.
    4Reza a lenda que uma belíssima sereia loira, com uma enorme serpente como lugar-tenente, amaldiçoou todo aquele que se aproximasse de La Chorrera, que é como os moradores locais chamam a Catarata de Gocta. Recôndita, encravada na Amazônia peruana, foi revelada ao mundo em 2006, quando uma expedição dirigida por um alemão descobriu que, com seus 771 metros de queda livre, era a quinta queda mais alta do planeta. Os pesquisadores a batizaram com o nome de Gocta, que é a denominação que tinha na língua chachapoya.
  • No salto Kaieteur a água despenca em queda livre de 226 metros, direta até um abismo selvático, então toca o solo e depois continua caindo uns 30 metros mais por uma série de rochas escarpadas. Esta queda, localizada no norte da América do Sul, no coração da Guiana, no rio Potaro, é cinco vezes mais alta que as Cataratas do Niágara (e quase o dobro que as de Vitória).
    5No salto Kaieteur a água despenca em queda livre de 226 metros, direta até um abismo selvático, então toca o solo e depois continua caindo uns 30 metros mais por uma série de rochas escarpadas. Esta queda, localizada no norte da América do Sul, no coração da Guiana, no rio Potaro, é cinco vezes mais alta que as Cataratas do Niágara (e quase o dobro que as de Vitória).
  • Seus 150 metros de largura e 23 metros de altura fazem das Cataratas do Reno as maiores da Europa. Em 1797, Goethe as descreveu em seu diário pessoal como “as fontes do oceano”. Encontram-se no curso do Alto Reno, em Schaffhausen, norte da Suíça. Os visitantes podem se aproximar de barco até as quedas, ou da grande rocha que se eleva em meio a este Niágara europeu, como também é conhecido.
    6Seus 150 metros de largura e 23 metros de altura fazem das Cataratas do Reno as maiores da Europa. Em 1797, Goethe as descreveu em seu diário pessoal como “as fontes do oceano”. Encontram-se no curso do Alto Reno, em Schaffhausen, norte da Suíça. Os visitantes podem se aproximar de barco até as quedas, ou da grande rocha que se eleva em meio a este Niágara europeu, como também é conhecido.
  • As cascatas do Ventisquero Colgante do Parque Nacional Queulat, na Patagônia chilena, fluem durante todo o ano rodeadas de Floresta Temperada. A água procedente do derretimento de uma massa de gelo (o triângulo de neve da geleira elevada pode ser visto, comprimido entre duas montanhas) cai de várias centenas de metros de altura.
    7As cascatas do Ventisquero Colgante do Parque Nacional Queulat, na Patagônia chilena, fluem durante todo o ano rodeadas de Floresta Temperada. A água procedente do derretimento de uma massa de gelo (o triângulo de neve da geleira elevada pode ser visto, comprimido entre duas montanhas) cai de várias centenas de metros de altura.
  • Quando Eleanor Roosevelt visitou as Cataratas do Iguaçu, exclamou: “Pobre Niágara!”. Ainda assim, as três quedas d’água do rio Niágara, fronteira natural entre Canadá e Estados Unidos, são as mais volumosas da América do Norte, porque absorvem o fluxo dos Grandes Lagos. E se situam entre as mais famosas do mundo. Entre as cataratas canadenses e as estadunidenses se encontra a ilha da Cabra.
    8Quando Eleanor Roosevelt visitou as Cataratas do Iguaçu, exclamou: “Pobre Niágara!”. Ainda assim, as três quedas d’água do rio Niágara, fronteira natural entre Canadá e Estados Unidos, são as mais volumosas da América do Norte, porque absorvem o fluxo dos Grandes Lagos. E se situam entre as mais famosas do mundo. Entre as cataratas canadenses e as estadunidenses se encontra a ilha da Cabra.
  • Com mais de 700 metros de queda, as Cataratas de Yosemite são as mais altas da América do Norte e se encontram entre os mais altas do mundo. Fluem do inverno até princípios ou meados do verão, conforme o volume de neve caída no ano no Parque Nacional de Yosemite, nas montanhas da Serra Nevada, da Califórnia. São vistas em toda a sua plenitude na primavera.
    9Com mais de 700 metros de queda, as Cataratas de Yosemite são as mais altas da América do Norte e se encontram entre os mais altas do mundo. Fluem do inverno até princípios ou meados do verão, conforme o volume de neve caída no ano no Parque Nacional de Yosemite, nas montanhas da Serra Nevada, da Califórnia. São vistas em toda a sua plenitude na primavera.
  • Havasu se situa ao sul do Parque Nacional do Grand Canyon, no rio Colorado, no Arizona, em território dos índios Havasupari. A água cai como um véu de uma altura de 37 metros a uma piscina natural de cor turquesa que contrasta com as rochas avermelhadas que a circundam. As paredes que rodeiam a cascata amplificam seu estrondo, que pode ser ouvido a um quilômetro de distância.
    10Havasu se situa ao sul do Parque Nacional do Grand Canyon, no rio Colorado, no Arizona, em território dos índios Havasupari. A água cai como um véu de uma altura de 37 metros a uma piscina natural de cor turquesa que contrasta com as rochas avermelhadas que a circundam. As paredes que rodeiam a cascata amplificam seu estrondo, que pode ser ouvido a um quilômetro de distância.
  • As Cataratas do Tugela são a segunda maior queda d’água do planeta (948 metros). Localizam-se nas montanhas do Dragão e fazem parte do Real Parque Nacional do Natal, no leste da República Sul-Africana. São cinco quedas sazonais, ou seja, seu fluxo depende muito da época do ano. No inverno é possível que as mais altas fiquem congeladas, apresentando colunas de gelo. O entorno é constituído por uma enorme riqueza botânica.
    11As Cataratas do Tugela são a segunda maior queda d’água do planeta (948 metros). Localizam-se nas montanhas do Dragão e fazem parte do Real Parque Nacional do Natal, no leste da República Sul-Africana. São cinco quedas sazonais, ou seja, seu fluxo depende muito da época do ano. No inverno é possível que as mais altas fiquem congeladas, apresentando colunas de gelo. O entorno é constituído por uma enorme riqueza botânica.
  • Em berbere, 'ouzoud' significa azeitona, como as que se alinham no caminho de acesso à base desta cachoeira localizada no pequeno povoado de Tanaghmeilt, no Médio Atlas, no centro do Marrocos. É considerada a mais alta (cerca de 110 metros) e bela do país. No cume, pequenos moinhos ainda em uso. E na água, banhistas desfrutando do entorno.
    12Em berbere, 'ouzoud' significa azeitona, como as que se alinham no caminho de acesso à base desta cachoeira localizada no pequeno povoado de Tanaghmeilt, no Médio Atlas, no centro do Marrocos. É considerada a mais alta (cerca de 110 metros) e bela do país. No cume, pequenos moinhos ainda em uso. E na água, banhistas desfrutando do entorno.
  • A maior cachoeira da Ásia, no rio Guichun, leva o nome de Detian, literalmente Céu Virtuoso, e serve de fronteira sino-vietnamita entre maciços rochosos, bosques e plantações de arroz. Divide-se em três quedas e produz uma névoa que enche a paisagem de irrealidade, como se o viajante estivesse em um sonho. No verão é quando mais tem água.
    13A maior cachoeira da Ásia, no rio Guichun, leva o nome de Detian, literalmente Céu Virtuoso, e serve de fronteira sino-vietnamita entre maciços rochosos, bosques e plantações de arroz. Divide-se em três quedas e produz uma névoa que enche a paisagem de irrealidade, como se o viajante estivesse em um sonho. No verão é quando mais tem água.
  • A queda livre mais alta da Índia (335 metros) se encontra perto da cidade de Cherrapunji, uma das zonas mais úmidas do planeta. As Cataratas de Nohkalikai se alimentam da água da chuva que se acumula acima, em uma meseta coberta de vegetação, depois do degelo das montanhas. Por isso, seu volume muda conforme a época do ano: na estação seca, cai tranquila em uma piscina natural cor verde-turquesa; durante as moções se lança com força, formando uma furiosa espuma branca.
    14A queda livre mais alta da Índia (335 metros) se encontra perto da cidade de Cherrapunji, uma das zonas mais úmidas do planeta. As Cataratas de Nohkalikai se alimentam da água da chuva que se acumula acima, em uma meseta coberta de vegetação, depois do degelo das montanhas. Por isso, seu volume muda conforme a época do ano: na estação seca, cai tranquila em uma piscina natural cor verde-turquesa; durante as moções se lança com força, formando uma furiosa espuma branca.
  • Não é um grande volume de água, e além disso só flui na primavera. A particularidade da Cachoeira do Desfiladeiro de Baatara, em Tannourine (Líbano), e o que a torna espetacular, radica no fato de que cai uns 255 metros dentro de uma caverna, por trás de três pontes naturais esculpidas na montanha de pedra calcária. Por isso a área também é conhecida como a caverna das Três Pontes.
    15Não é um grande volume de água, e além disso só flui na primavera. A particularidade da Cachoeira do Desfiladeiro de Baatara, em Tannourine (Líbano), e o que a torna espetacular, radica no fato de que cai uns 255 metros dentro de uma caverna, por trás de três pontes naturais esculpidas na montanha de pedra calcária. Por isso a área também é conhecida como a caverna das Três Pontes.
  • A Catarata de Gullfoos, conhecida também como Cachoeira Dourada, é uma das atrações turísticas mais populares da Islândia: dois saltos sucessivos formando um ângulo reto, no rio Hvita, caindo em uma greta de 32 metros de profundidade, cerca de 20 metros de largura, e 2,5 quilômetros de comprimento. Nas tardes de verão é comum surgir um arco-íris desenhado na névoa que flutua sobre o leito.
    16A Catarata de Gullfoos, conhecida também como Cachoeira Dourada, é uma das atrações turísticas mais populares da Islândia: dois saltos sucessivos formando um ângulo reto, no rio Hvita, caindo em uma greta de 32 metros de profundidade, cerca de 20 metros de largura, e 2,5 quilômetros de comprimento. Nas tardes de verão é comum surgir um arco-íris desenhado na névoa que flutua sobre o leito.
  • Quem visitou a Catarata Dettifoss diz que ficar nas suas imediações é o mais parecido a estar em um terremoto. A catarata mais caudalosa da Europa, poderosa, impressionante, se localiza no nordeste da Islândia, no Parque Nacional de Vatnajökull. Tem 100 metros de largura, uma queda de 44 metros até o cânion Jökulsárgljúfur, e é o lugar que abre o filme ‘Prometheus’, de Ridley Scott.
    17Quem visitou a Catarata Dettifoss diz que ficar nas suas imediações é o mais parecido a estar em um terremoto. A catarata mais caudalosa da Europa, poderosa, impressionante, se localiza no nordeste da Islândia, no Parque Nacional de Vatnajökull. Tem 100 metros de largura, uma queda de 44 metros até o cânion Jökulsárgljúfur, e é o lugar que abre o filme ‘Prometheus’, de Ridley Scott.
  • A Noruega abriga algumas das quedas d’água mais vertiginosas da Europa. A de Vinnufossen não é a mais turística e talvez tampouco a mais espetacular, mas ninguém pode lhe tirar a honra de ser a mais alta de todo o continente, com 860 metros de queda. Faz parte do rio Vinnu, que descende da montanha Vinnufjellet, alimentando-se da geleira Vinnufonna.
    18A Noruega abriga algumas das quedas d’água mais vertiginosas da Europa. A de Vinnufossen não é a mais turística e talvez tampouco a mais espetacular, mas ninguém pode lhe tirar a honra de ser a mais alta de todo o continente, com 860 metros de queda. Faz parte do rio Vinnu, que descende da montanha Vinnufjellet, alimentando-se da geleira Vinnufonna.
  • O Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, na região de Lika, na Croácia, é um fenômeno arquitetônico da natureza: 16 lagos de diferente altitude, interligados por 92 cachoeiras e rodeados por florestas onde vivem ursos e lobos. A região é patrimônio mundial da Unesco desde 1979 (com uma ampliação em 2000) e são frequentes os casamentos ao pé das cataratas.
    19O Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, na região de Lika, na Croácia, é um fenômeno arquitetônico da natureza: 16 lagos de diferente altitude, interligados por 92 cachoeiras e rodeados por florestas onde vivem ursos e lobos. A região é patrimônio mundial da Unesco desde 1979 (com uma ampliação em 2000) e são frequentes os casamentos ao pé das cataratas.
  • Pouco conhecidas antes de aparecerem em ‘Jurassic Park – Parque dos Dinossauros’ (1993), as Manawaiopuna já ganharam o nome de Cataratas Jurássicas. Ficam no vale de Hanapepe, no sul da ilha de Kauai, no Havaí, na metade de um entorno abrupto que é propriedade privada. Para poder vê-las é preciso contratar um passeio de helicóptero.
    20Pouco conhecidas antes de aparecerem em ‘Jurassic Park – Parque dos Dinossauros’ (1993), as Manawaiopuna já ganharam o nome de Cataratas Jurássicas. Ficam no vale de Hanapepe, no sul da ilha de Kauai, no Havaí, na metade de um entorno abrupto que é propriedade privada. Para poder vê-las é preciso contratar um passeio de helicóptero.