Últimas notícias sobre o processo de impeachment de Dilma
Acompanhe os desdobramentos da crise política brasileira após movimento de Cunha

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, anunciou quarta-feira que aceita pedido de impeachment de juristas que questiona descumprimento da lei orçamentária pela presidenta Dilma Rousseff. A decisão foi tomada após o PT retirar apoio ao peemedebista no Conselho de Ética, que pode cassar o mandato do parlamentar, suspeito de envolvimento nos desvios bilionários na Petrobras. Dilma reagiu ao movimento com dureza. Leia os mais recentes desdobramentos:


O presidente da Câmara diz que o Supremo mudou a jurisprudência do impeachment em relação ao procedimento adotado na época contra o então presidente Fernando Collor, em 1992.

Segundo Cunha, o presidente do Conselho de Ética está "errando de propósito" na condução de seu caso para "permanecer na mídia".

Em sua entrevista, ao comentar o recurso que pretende apresentar ao Conselho de Ética (que avalia processo contra ele), Cunha chama de "peça de ficção" o pedido do procurador-geral da República ao STF para afastá-lo.

Cunha elogia o voto do ministro Edson Fachin, vencido no julgamento do rito do impeachment no Supremo nas principais questões.

Segundo o presidente da Câmara, "o que causa mais desconforto é a possibilidade de impedir a disputa que sempre pautou a Casa".

Cunha: "Neste momento, nos preocupa. Não se pode obrigar ninguém a eleger. Eleição pressupõe o voto. Afastada a disputa pelo Supremo, vira referendo: vota-se sim ou não".

"Teremos um problema se o plenário rejeitar a nova comissão", diz o presidente da Câmara.

"E a comissão especial? A disputa pela presidência e pela relatoria, não tem candidatura avulsa?", segue questionando Cunha. Segundo ele, faltam alguns esclarecimentos. Cunha anuncia a convocação de reunião de líderes para a segunda-feira à tarde.

"E se os deputados não elegeram a chapa única?", questiona Cunha.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, diz agora em entrevista coletiva que pretende entrar com embargos no Supremo em relação à decisão dos ministros sobre a eleição de candidaturas avulsas.


O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, encerra a sessão sobre o rito do impeachment.




A contagem final dos temas mais importantes do rito do impeachment: O voto para a comissão deve ser aberto, por 6x5. Não pode haver candidatura avulsa, por 7x4. Senado tem de admitir o processo, por 8x3. Dilma não tem espaço para defesa prévia, por unanimidade.

Enquanto isso, no Congresso Nacional, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anuncia que "o ano legislativo está encerrado". Ou seja, o recesso não será cancelado, como estava sendo cogitado.

Lewandowski se posiciona pelo voto aberto, o último ponto para o que faltava definição, e a eleição da comissão do impeachment terá de ser refeita sem voto secreto.

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