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Tour cultural por Paraisópolis

Roteiro pela segunda maior favela de São Paulo encanta por proximidade com artistas

  • A Casa de Pedra é o primeiro ponto do roteiro cultural pela comunidade de Paraisópolis. O passeio é realizado pela manhã para que os turistas possam conhecer e conversar com os artistas. É o dono e criador do 'palacete encantado' de 75 metros quadrados, Estevão Conceição, quem recebe os visitantes na porta de sua residência.
    1A Casa de Pedra é o primeiro ponto do roteiro cultural pela comunidade de Paraisópolis. O passeio é realizado pela manhã para que os turistas possam conhecer e conversar com os artistas. É o dono e criador do 'palacete encantado' de 75 metros quadrados, Estevão Conceição, quem recebe os visitantes na porta de sua residência.
  • A casa do 'Gaudí' de Paraisópolis é composta por milhares de bugigangas que o artista garimpa semanalmente em lojas de quinquilharias. Pedras, canecas, xícaras, pratos e pedaços de azulejo se misturam
    2A casa do 'Gaudí' de Paraisópolis é composta por milhares de bugigangas que o artista garimpa semanalmente em lojas de quinquilharias. Pedras, canecas, xícaras, pratos e pedaços de azulejo se misturam
  • A construção da Casa de Pedra é um trabalho que não acaba. Segundo Estevão, a parte do dinheiro do passeio que é destinado a ele é investida em novos materiais para adorar a residência.
    3A construção da Casa de Pedra é um trabalho que não acaba. Segundo Estevão, a parte do dinheiro do passeio que é destinado a ele é investida em novos materiais para adorar a residência.
  • Parte superior da casa, que dá vista para a comunidade, onde o proprietário cultiva mais de 50 espécies de plantas.
    4Parte superior da casa, que dá vista para a comunidade, onde o proprietário cultiva mais de 50 espécies de plantas.
  • A ideia inicial de Estevão era fazer um roseiral na casa. Mas o artista não se conteve em manter os detalhes apenas na parte de fora do imóvel. Ainda assim, o jardim e as plantas são parte importante da residência.
    5A ideia inicial de Estevão era fazer um roseiral na casa. Mas o artista não se conteve em manter os detalhes apenas na parte de fora do imóvel. Ainda assim, o jardim e as plantas são parte importante da residência.
  • Corredor da Casa de Pedra, entre a entrada principal e a sala, ao fundo.
    6Corredor da Casa de Pedra, entre a entrada principal e a sala, ao fundo.
  • No detalhe, um prato com a imagem da Sagrada Família, em Barcelona, uma das mais icônicas obras de Antoni Gaudí. Nascido no interior da Bahia, Estevão da Conceição nunca havia ouvido falar no arquiteto catalão até ser levado por um documentarista brasileiro à Espanha. Ele, que foi objeto de um documentário em 2001, disse ter ficado encantado principalmente com o Parque Güell. "Foi uma surpresa, porque eu nunca tinha visto o trabalho dele", contou.
    7No detalhe, um prato com a imagem da Sagrada Família, em Barcelona, uma das mais icônicas obras de Antoni Gaudí. Nascido no interior da Bahia, Estevão da Conceição nunca havia ouvido falar no arquiteto catalão até ser levado por um documentarista brasileiro à Espanha. Ele, que foi objeto de um documentário em 2001, disse ter ficado encantado principalmente com o Parque Güell. "Foi uma surpresa, porque eu nunca tinha visto o trabalho dele", contou.
  • Estevão e a esposa, Edilene: o tour passa pelo quarto do casal, dos dois filhos, além da sala e da cozinha da casa.
    8Estevão e a esposa, Edilene: o tour passa pelo quarto do casal, dos dois filhos, além da sala e da cozinha da casa.
  • O segundo ponto do tour é o Ballet Paraisópolis, um projeto social que atende gratuitamente 300 meninas e 10 meninos da comunidade.
    9O segundo ponto do tour é o Ballet Paraisópolis, um projeto social que atende gratuitamente 300 meninas e 10 meninos da comunidade.
  • A mais alta da fila é a veterana do grupo, Maria Carolina Silva Cordeiro, de 15 anos. Alta e corpulenta, ela diz que aprender balé foi a realização de um sonho, que não havia concretizado até então porque a família não tinha dinheiro. "Me apresentar no Auditório do Ibirapuera foi a maior emoção da minha vida. Nunca vou parar de dançar", contou.
    10A mais alta da fila é a veterana do grupo, Maria Carolina Silva Cordeiro, de 15 anos. Alta e corpulenta, ela diz que aprender balé foi a realização de um sonho, que não havia concretizado até então porque a família não tinha dinheiro. "Me apresentar no Auditório do Ibirapuera foi a maior emoção da minha vida. Nunca vou parar de dançar", contou.
  • As bailarinas fazem uma rápida apresentação aos visitantes, que em seguida continuam o passeio pelas ruas de Paraisópolis.
    11As bailarinas fazem uma rápida apresentação aos visitantes, que em seguida continuam o passeio pelas ruas de Paraisópolis.
  • Antenor Clodoaldo é quem guia o visitante pela sua casa, construída por ele mesmo com quase 30.000 garrafas PET.
    12Antenor Clodoaldo é quem guia o visitante pela sua casa, construída por ele mesmo com quase 30.000 garrafas PET.
  • Logo na entrada, o visitante passa por uma porta giratória que separa o hall da casa dos demais ambientes. Antenor é detalhista: em cada canto há alguma coisa que atrai o olhar, como essa foto 3X4 dele mesmo.
    13Logo na entrada, o visitante passa por uma porta giratória que separa o hall da casa dos demais ambientes. Antenor é detalhista: em cada canto há alguma coisa que atrai o olhar, como essa foto 3X4 dele mesmo.
  • As garrafas e tampinhas estão presentes das paredes aos detalhes, como esses objetos de decoração feitos por Antenor.
    14As garrafas e tampinhas estão presentes das paredes aos detalhes, como esses objetos de decoração feitos por Antenor.
  • Área de lazer da casa, no terceiro andar do imóvel. Projeto foi reconhecido por ser ecológico.
    15Área de lazer da casa, no terceiro andar do imóvel. Projeto foi reconhecido por ser ecológico.
  • A oficina de Berbela é o quarto e último ponto do roteiro, onde o mecânico e artista apresenta aos visitantes suas obras, feitas com sucatas.
    16A oficina de Berbela é o quarto e último ponto do roteiro, onde o mecânico e artista apresenta aos visitantes suas obras, feitas com sucatas.
  • Fascinado pela natureza, Berbela dá destaque em suas obras para animais, feitos com correntes de bicicleta e outros objetos metálicos.
    17Fascinado pela natureza, Berbela dá destaque em suas obras para animais, feitos com correntes de bicicleta e outros objetos metálicos.
  • Ratos, robôs, instrumentos musicais... oficina conta com mais de 3.000 objetos criados pelo mecânico.
    18Ratos, robôs, instrumentos musicais... oficina conta com mais de 3.000 objetos criados pelo mecânico.
  • Berbela admite que tem dificuldade em abrir mão das esculturas que cria. Ele vende alguns objetos (como essas motos), mas de outros não se desfaz.
    19Berbela admite que tem dificuldade em abrir mão das esculturas que cria. Ele vende alguns objetos (como essas motos), mas de outros não se desfaz.
  • A oficina de Berbela, último ponto do passeio cultural pela comunidade de Paraisópolis, a segunda maior favela de São Paulo, com 100 mil habitantes.
    20A oficina de Berbela, último ponto do passeio cultural pela comunidade de Paraisópolis, a segunda maior favela de São Paulo, com 100 mil habitantes.
  • Milhares de esculturas dos mais diversos tamanhos dividem espaço com as peças do mecânico e artista Berbela.
    21Milhares de esculturas dos mais diversos tamanhos dividem espaço com as peças do mecânico e artista Berbela.

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