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Ativistas participar no protesto em Nova Delhi, neste sábado.
Ativistas participar no protesto em Nova Delhi, neste sábado. EFE

‘Um estuprador em seu caminho’, o grito feminista chileno chega à Índia

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Com os olhos vendados e apontando o dedo, como em Roma, no Rio, Paris ou Nova York, mulheres e alguns homens de Nova Déli entoaram o hino feminista chileno neste sábado

  • Várias dezenas de indianas participaram neste sábado no centro de Nova Déli da coreografia 'Um estuprador em seu caminho', criada pelo coletivo de mulheres chilenas LasTesis e convertido em um hino feminista global. Na imagem, uma delas põe uma venda nos olhos antes de participar da performance.
    1Várias dezenas de indianas participaram neste sábado no centro de Nova Déli da coreografia 'Um estuprador em seu caminho', criada pelo coletivo de mulheres chilenas LasTesis e convertido em um hino feminista global. Na imagem, uma delas põe uma venda nos olhos antes de participar da performance. EFE
  • "Queremos mostrar nossa solidariedade às mulheres do mundo e também alertar sobre o que está acontecendo agora na Índia", explicou à agência Efe uma das organizadoras da performance, Jyotsna Siddharth, fazendo referência aos últimos casos de estupro que comoveram o país.
    2"Queremos mostrar nossa solidariedade às mulheres do mundo e também alertar sobre o que está acontecendo agora na Índia", explicou à agência Efe uma das organizadoras da performance, Jyotsna Siddharth, fazendo referência aos últimos casos de estupro que comoveram o país. REUTERS
  • Com frases como "o patriarcado é um juiz que nos julga por nascer" e "nosso castigo é a violência que não se vê", a canção pretende denunciar a dupla vitimização das mulheres que sofrem a violência machista por parte das instituições. Na imagem, ativistas indianas participam da performance neste sábado.
    3Com frases como "o patriarcado é um juiz que nos julga por nascer" e "nosso castigo é a violência que não se vê", a canção pretende denunciar a dupla vitimização das mulheres que sofrem a violência machista por parte das instituições. Na imagem, ativistas indianas participam da performance neste sábado. REUTERS
  • A letra em hindi acrescenta uma estrofe diferente: "em nome da casta, em nome da religião, desaparecemos, nos explodem, levamos a pior parte da violação e a violência em nossos corpos". Na imagem, ativistas índias participam da performance contra os estupros e assassinatos de mulheres na Índia.
    4A letra em hindi acrescenta uma estrofe diferente: "em nome da casta, em nome da religião, desaparecemos, nos explodem, levamos a pior parte da violação e a violência em nossos corpos". Na imagem, ativistas índias participam da performance contra os estupros e assassinatos de mulheres na Índia. EFE
  • "Decidimos adaptar ao contexto indiano porque quando se fala sobre os casos de violência na Índia, desde a escola está se criando uma mentalidade de castas", explicou a ativista. Na imagem, uma jovem venda os olhos antes de participar da performance em Nova Déli, neste sábado.
    5"Decidimos adaptar ao contexto indiano porque quando se fala sobre os casos de violência na Índia, desde a escola está se criando uma mentalidade de castas", explicou a ativista. Na imagem, uma jovem venda os olhos antes de participar da performance em Nova Déli, neste sábado. EFE
  • Antes de iniciar a performance no centro de Nova Déli, as participantes desenharam no asfalto e com giz círculos ao seu redor. Escreveram frases como "o futuro é feminino" ou "derrubemos o patriarcado".
    6Antes de iniciar a performance no centro de Nova Déli, as participantes desenharam no asfalto e com giz círculos ao seu redor. Escreveram frases como "o futuro é feminino" ou "derrubemos o patriarcado". EFE
  • A Agência Nacional de Registro de Delitos da Índia (NCRB), em seu último informe de 2017, contabilizou 33.658 mulheres vítimas de estupro em todo o país. Desse total, 10.221 delas eram menores de 18 anos. Na imagem, as ativistas indiana durante a performance 'O estuprador é você'.
    7A Agência Nacional de Registro de Delitos da Índia (NCRB), em seu último informe de 2017, contabilizou 33.658 mulheres vítimas de estupro em todo o país. Desse total, 10.221 delas eram menores de 18 anos. Na imagem, as ativistas indiana durante a performance 'O estuprador é você'. EFE
  • Foi em Valparaíso, no Chile, que nasceu o hino global das mulheres. Na imagem, um momento da intervenção feminista em Santiago, capital chilena, em 4 de dezembro.
    8Foi em Valparaíso, no Chile, que nasceu o hino global das mulheres. Na imagem, um momento da intervenção feminista em Santiago, capital chilena, em 4 de dezembro. AP
  • Do Chile à Tunísia. Do México à Espanha. Dos Estados Unidos à Turquia. Do Brasil à Austrália. A performance do coletivo feminista LasTesis, composto por quatro chilenas de 31 anos, deu um novo tom às manifestações que explodiram no Chile em outubro, demandando melhores condições de vida e menos desigualdade. Na imagem, mulheres participam do protesto em Caracas em 6 de dezembro.
    9Do Chile à Tunísia. Do México à Espanha. Dos Estados Unidos à Turquia. Do Brasil à Austrália. A performance do coletivo feminista LasTesis, composto por quatro chilenas de 31 anos, deu um novo tom às manifestações que explodiram no Chile em outubro, demandando melhores condições de vida e menos desigualdade. Na imagem, mulheres participam do protesto em Caracas em 6 de dezembro. AP
  • 'Um estuprador em seu caminho' –como se batiza a coreografia– atravessou fronteiras em um grito conjunto de mulheres de todas as idades contra o patriarcado e “os machos estupradores”. Na imagem, um grupo de mulheres participa da performance no Rio de Janeiro em 3 de dezembro.
    10'Um estuprador em seu caminho' –como se batiza a coreografia– atravessou fronteiras em um grito conjunto de mulheres de todas as idades contra o patriarcado e “os machos estupradores”. Na imagem, um grupo de mulheres participa da performance no Rio de Janeiro em 3 de dezembro. AP
  • O grupo LasTesis foi fundado há um ano e meio e está composto por quatro mulheres “nascidas e criadas” em Valparaíso (Chile) –“uma cidade rebelde”, como elas descrevem. Na imagem, ativistas feministas com os olhos vendados participam da performance em Roma, neste sábado.
    11O grupo LasTesis foi fundado há um ano e meio e está composto por quatro mulheres “nascidas e criadas” em Valparaíso (Chile) –“uma cidade rebelde”, como elas descrevem. Na imagem, ativistas feministas com os olhos vendados participam da performance em Roma, neste sábado. AFP
  • As universitárias de Guadalajara (México) reproduziram na Feira Internacional do Livro da cidade os protestos chilenos contra a violência machista: “Fora os assediadores da UDG [Universidade de Guadalajara]”.
    12As universitárias de Guadalajara (México) reproduziram na Feira Internacional do Livro da cidade os protestos chilenos contra a violência machista: “Fora os assediadores da UDG [Universidade de Guadalajara]”. AFP
  • Mulheres libanesas se somaram em Beirute ao grito de guerra das chilenas do LasTesis.
    13Mulheres libanesas se somaram em Beirute ao grito de guerra das chilenas do LasTesis.
  • Protesto feminista na Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México).
    14Protesto feminista na Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México).
  • A coreografia, que deu a volta ao mundo, se replica em diferentes locais simbólicos das cidades. Na imagem, um momento da performance na Cidade de México, em 6 de dezembro.
    15A coreografia, que deu a volta ao mundo, se replica em diferentes locais simbólicos das cidades. Na imagem, um momento da performance na Cidade de México, em 6 de dezembro. AP