Seleccione Edição
Entra no EL PAÍS
Login Não está cadastrado? Crie sua conta Assine

Os rostos das vítimas do Boko Haram

Mais de 1,5 milhão de pessoas já precisaram fugir de seus lares depois de ataques da milícia islâmica da Nigéria. Estas são algumas das suas histórias

  • Um grupo de refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria. Mais de 20.000 pessoas já buscaram abrigo neste campo.
    1Um grupo de refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria. Mais de 20.000 pessoas já buscaram abrigo neste campo. Intermon Oxfam
  • Falmata Mohamad, 31 anos, fugiu da aldeia de Muntina quando o Boko Haram chegou. Há 11 meses, se refugiou com seus filhos no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri, Nigéria. Este bairro foi o epicentro da insurgência do Boko Haram até sua expulsão pelo Exército. Hoje, paradoxalmente, é o lugar onde milhares de desabrigados pela violência do Boko Haram encontraram refúgio.
    2Falmata Mohamad, 31 anos, fugiu da aldeia de Muntina quando o Boko Haram chegou. Há 11 meses, se refugiou com seus filhos no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri, Nigéria. Este bairro foi o epicentro da insurgência do Boko Haram até sua expulsão pelo Exército. Hoje, paradoxalmente, é o lugar onde milhares de desabrigados pela violência do Boko Haram encontraram refúgio. Intermon Oxfam
  • Um grupo de refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria.
    3Um grupo de refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria. Intermon Oxfam
  • Refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage esperam para serem interrogadas pelos líderes locais. Elas vieram sozinhas, sem maridos (provavelmente recrutados ou assassinados pelo Boko Haram), e portanto são suspeitas.
    4Refugiadas internas recém-chegadas ao campo de Muna Garage esperam para serem interrogadas pelos líderes locais. Elas vieram sozinhas, sem maridos (provavelmente recrutados ou assassinados pelo Boko Haram), e portanto são suspeitas. Intermon Oxfam
  • Fana, com seu irmão Ali, fugiu de Shasahamari quando o Boko Haram entrou no seu povoado, saqueando, sequestrando e destruindo tudo que encontrava pela frente. Na fuga, eles perderam os pais e chegaram ao povoado de Jakkana, onde alguns parentes lhes ofereceram refúgio.
    5Fana, com seu irmão Ali, fugiu de Shasahamari quando o Boko Haram entrou no seu povoado, saqueando, sequestrando e destruindo tudo que encontrava pela frente. Na fuga, eles perderam os pais e chegaram ao povoado de Jakkana, onde alguns parentes lhes ofereceram refúgio.
  • Um homem faz orações no campo de refugiados de Muna Garage, na Nigéria.
    6Um homem faz orações no campo de refugiados de Muna Garage, na Nigéria. Intermon Oxfam
  • As mãos de Abdul Kadir ficaram inutilizadas depois de ele passar 20 horas amarrado por milicianos do Boko Haram.
    7As mãos de Abdul Kadir ficaram inutilizadas depois de ele passar 20 horas amarrado por milicianos do Boko Haram. Intermon Oxfam
  • Grupo de mulheres refugiadas no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri.
    8Grupo de mulheres refugiadas no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri. Intermon Oxfam
  • Uma refugiada com sua filha (as meninas no norte da Nigéria usam o hijab desde pequenas) no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri.
    9Uma refugiada com sua filha (as meninas no norte da Nigéria usam o hijab desde pequenas) no bairro de Kawar Maila, em Maiduguri. Intermon Oxfam
  • Tagana Goni conseguiu fugir da sua aldeia quando o Boko Haram chegou, mas os milicianos levaram uma filha dela de 6 anos, que Tagana nunca mais viu.
    10Tagana Goni conseguiu fugir da sua aldeia quando o Boko Haram chegou, mas os milicianos levaram uma filha dela de 6 anos, que Tagana nunca mais viu. Intermon Oxfam
  • Um grupo de mulheres espera para apanhar água no campo de Muna Garage, na Nigéria.
    11Um grupo de mulheres espera para apanhar água no campo de Muna Garage, na Nigéria. Intermon Oxfam
  • Bairro de Kawar Maila, em Maiduguri, capital de Borno (Nigéria). Aqui foram acolhidos milhares de refugiados internos do conflito do Boko Haram.
    12Bairro de Kawar Maila, em Maiduguri, capital de Borno (Nigéria). Aqui foram acolhidos milhares de refugiados internos do conflito do Boko Haram. Intermon Oxfam
  • Fatana (nome fictício) passou três meses sequestrada pelo Boko Haram. Foi obrigada a se casar com um combatente e hoje vive como refugiada no campo de Muna Garage, em Maiduguri.
    13Fatana (nome fictício) passou três meses sequestrada pelo Boko Haram. Foi obrigada a se casar com um combatente e hoje vive como refugiada no campo de Muna Garage, em Maiduguri. Intermon Oxfam
  • Um grupo de homens conversa no povoado de Jakkana, destino de milhares de refugiados nigerianos.
    14Um grupo de homens conversa no povoado de Jakkana, destino de milhares de refugiados nigerianos. Intermon Oxfam
  • Mulheres cozinham em Jakkana, na periferia de Maiduguri.
    15Mulheres cozinham em Jakkana, na periferia de Maiduguri. Intermon Oxfam
  • Muhamada Goni é um ‘banga’, miliciano do grupo de defesa civil que vigia e protege a população, ajudando o Exército.
    16Muhamada Goni é um ‘banga’, miliciano do grupo de defesa civil que vigia e protege a população, ajudando o Exército. Intermon Oxfam
  • Fatana foi sequestrada e escravizada pelo Boko Haram. Escapou, e hoje sobrevive como refugiada.
    17Fatana foi sequestrada e escravizada pelo Boko Haram. Escapou, e hoje sobrevive como refugiada. Intermon Oxfam
  • Modu Yachami e sua mulher, Yadawro Modu, vivem há três anos em Jakkana, depois de terem fugido da violência do Boko Haram.
    18Modu Yachami e sua mulher, Yadawro Modu, vivem há três anos em Jakkana, depois de terem fugido da violência do Boko Haram. Intermon Oxfam
  • Yana Falmata chegou há um ano a Maiduguri, onde sobrevive como refugiada. O Boko Haram assassinou o marido dela.
    19Yana Falmata chegou há um ano a Maiduguri, onde sobrevive como refugiada. O Boko Haram assassinou o marido dela. Intermon Oxfam
  • Um homem trabalha na sua cabana em Jakkana.
    20Um homem trabalha na sua cabana em Jakkana. Intermon Oxfam
  • Yadawro Modu fugiu há três anos do Boko Haram e hoje sobrevive como refugiada.
    21Yadawro Modu fugiu há três anos do Boko Haram e hoje sobrevive como refugiada. Intermon Oxfam
  • Uma cabana em Jakkana. Os refugiados sobrevivem em choças precárias, sem luz nem água corrente.
    22Uma cabana em Jakkana. Os refugiados sobrevivem em choças precárias, sem luz nem água corrente. Intermon Oxfam
  • Um grupo de mulheres percorre o povoado de Jakkana cadastrando as famílias de refugiados recém-chegadas.
    23Um grupo de mulheres percorre o povoado de Jakkana cadastrando as famílias de refugiados recém-chegadas. Intermon Oxfam
  • Campo de refugiados de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria.
    24Campo de refugiados de Muna Garage, nos arredores de Maiduguri, na Nigéria. Intermon Oxfam
  • Omar Goni é o líder local de Jakkana e encarregado de acolher os desabrigados que chegam fugindo do Boko Haram.
    25Omar Goni é o líder local de Jakkana e encarregado de acolher os desabrigados que chegam fugindo do Boko Haram.
  • Um grupo de mulheres no bairro de Kawar Maila.
    26Um grupo de mulheres no bairro de Kawar Maila.
  • Retrato de uma mulher sequestrada pelo Boko Haram. Como estava grávida, nenhum miliciano a quis como esposa, por isso tentaram vendê-la. Dias antes de conseguirem seu objetivo, ela fugiu e chegou a um campo de refugiados onde vive há meses. O episódio a fez perder o bebê.
    27Retrato de uma mulher sequestrada pelo Boko Haram. Como estava grávida, nenhum miliciano a quis como esposa, por isso tentaram vendê-la. Dias antes de conseguirem seu objetivo, ela fugiu e chegou a um campo de refugiados onde vive há meses. O episódio a fez perder o bebê. Intermon Oxfam
  • Mulheres refugiadas no povoado de Jakkana.
    28Mulheres refugiadas no povoado de Jakkana. Intermon Oxfam
  • Retrato de Fatama, que passou três meses sequestrada pelo Boko Haram.
    29Retrato de Fatama, que passou três meses sequestrada pelo Boko Haram. Intermon Oxfam

MAIS INFORMAÇÕES