Erros crassos dos homens no primeiro encontro, confessados por 30 mulheres

Ir vestido de moletom, recriminar o que você come, dizer “minha mãe vai te adorar”... Não, aí não...

Tea Leoni se esconde de Adam Sandler no filme 'Espanglês' (2004).
Tea Leoni se esconde de Adam Sandler no filme 'Espanglês' (2004).

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A sedução não é e nunca será uma ciência exata. Há quem se impressione mais com bíceps do que com a obra Guernica, de Picasso, e há quem sinta arrepios ao ver alguém que não pode nem fechar os braços de tanto músculo. Há quem queira principalmente rir, quem queira dissecar o niilismo de Nietzsche e quem acredite que o filósofo alemão é a mais recente contratação do Bayern. E a coisa boa é que, por aí, sem ter de procurar muito, há pessoas com as quais você pode tomar uma cerveja, estar à vontade, transar, e talvez, quem sabe, até ver de novo.

A partir daí, você embarca sozinho. Mas, para essa primeira vez que você não tem a menor ideia de como vai ser e tem medo de meter os pés pelas mãos, oferecemos nada menos do que 30 erros cometidos por homens que, geralmente, podem arruinar um primeiro encontro. E dito por elas, que foram as “vítimas”.

Um primeiro conselho: use o bom senso e, se não conseguir evitar e cometer um desses erros, leve com bom humor. Talvez não consiga consertar a mancada, mas, pelo menos, terá dado risada.

1. Marta, 26 anos, jornalista: “Não gosto de pessoas que se arrumam muito para um encontro informal, mas, daí a ir de moletom... Isso aconteceu com um cara [que saiu] comigo”.

2. Marina, 27 anos, professora: “Passou o jantar todo se surpreendendo com o quanto eu comia e contando as cervejas que eu tomava”.

3. Bea, 27 anos, bailarina: “Combinei de sair com um rapaz que havia conhecido no Tinder e, quando cheguei ao bar, a pessoa que estava me esperando tinha pouco a ver com a que aparecia em sua foto do perfil. Depois, me contou que havia tirado a foto há cinco anos. Sua aparência física havia mudado drasticamente”.

4. Marta, 27 anos, professora: “Tinha estudado todas as minhas redes sociais e, sempre que comentava algo com ele, deixava claro que já sabia porque havia estado bisbilhotando. Este trabalho de espionagem me pareceu demais”.

5. Irene, 29 anos, jornalista: “Ficou tão bêbado que pensar em qualquer plano sexual era impossível”.

6. Ana, 23 anos, estudante: “Estava tão preocupado com seu celular que acabei lhe enviando um whatsapp para dizer a ele que estava indo embora”.

7. Maga, 25 anos, vendedora: “Quando chegamos ao bar, sentou-se em frente à TV e, embora tentasse mostrar que estava interessado no que eu estava contando, não tirava o olho da partida do [Real] Madrid”.

8. Elena, 42 anos, representante comercial: “Ficou falando fervorosamente de política durante todo o jantar e, em nenhum momento, se interessou em saber qual era minha ideologia. À medida que tomava mais vinho, sua postura se tornava cada vez mais extremista. Deu azar de que suas ideias eram completamente contrárias às minhas, mas, mesmo se fossem semelhantes, a relação não teria ido para frente. Minha opinião pouco lhe importava”.

9. Rosa, 26 anos, atriz: “Sentou-se em frente a um espelho e olhou mais vezes sua franja do que meu decote”.

10. Almudena, 27 anos, designer de moda: “No primeiro encontro, se apresentou com um Porsche (do papai, claro) à porta da minha casa e passou um longo tempo falando sem parar sobre como os empregados limpava mal sua casa”.

11. Ainara, 32 anos, socióloga: “De repente, entre cervejas e ‘nachos’, soltou, inapropriadamente, que acreditava que os judeus tinham merecido o Holocausto. Pensei que era uma piada até que começou a tentar justificar”.

12. María, 25 anos, advogada: “Começou a se vangloriar de conquistas, enfatizando que não fazia isso comigo, porque ‘você é diferente’ e essas garotas ‘serviam apenas para o que você já sabe’”.

13. Sara, 41 anos, designer gráfica: “Tudo ia bem até que me disse: ‘Minha mãe vai te adorar”.

14. Paola, 28 anos, farmacêutica: “Havíamos ficado na noite anterior em um bar, trocamos números e nos encontramos no dia seguinte. Chegou com um amigo e, ao nos apresentar, me chamou por outro nome”.

15. Belén, 32 anos, projetista: “Estávamos em uma festa de aniversário de uma amiga, e roubaram uma jaqueta de um amigo dele. Com raiva, decidiu roubar uma bolsa e uma jaqueta... que, no final, eram de dois amigos meus”.

16. Blanca, 33 anos, socióloga: “Depois que transamos, me disse que estava morrendo de vontade de sair. Mas me disse que era melhor eu não ir, porque já havia combinado com uns amigos”.

17. Nagore, 46 anos, cabeleireira: “Mal chegou e começou a criticar todo mundo. Começando pelo garçom (que demorou pouco), os famosos, o cinema espanhol... A única pessoa a quem não criticou foi ele mesmo”.

18. Erika, 29 anos, garçonete: “Sabia que aquilo não ia dar em nada quando me disse: ‘É que você me dá um pouco de medo’. E tudo porque enfatizei que era muito independente”.

19. Sandra, 34 anos, empresária: “Aquilo não foi um encontro; foi um interrogatório. Não parava de me fazer perguntas, algumas bastante insolentes, na verdade”.

20. Virginia, 44 anos, psicóloga: “Disse que era psicóloga e começou a me contar traumas de infância para ver o que eu pensava sobre o assunto”.

21. Lola, 22 anos, estudante: “Apareceu 40 minutos atrasado e nem avisou nem respondeu aos whatsapp. Quando chegou, deixou escapar que havia se esquecido [do encontro]”.

22. Raquel, 34 anos, instrutora de zumba: “Não me lembro do que estávamos falando, mas, de repente, me chamou pelo nome de outra que era, na verdade, de sua ex”.

23. Aina, 28 anos, fotógrafa: “Me interrompia tanto que comecei a contar mentalmente quanto tempo me deixava falar antes dele”.

24. Paula, 19 anos, estudante: "”Era incapaz de dar uma opinião ou escolher. Tudo era um ‘não sei’, esperando que eu dissesse algo”.

25. Pilar, 31 anos, militar: “Começou a flertar com a garçonete quando foi pedir as cervejas”.

26. Estefanía, 30 anos, funcionária pública: “Na cafeteria era todo amor e doçura, colaborava com o ACNUR e havia apadrinhado um urso panda... Até que entrou no carro e evoluiu para a menina do Exorcista. Gritava e brigava com todo mundo. O ápice foi quando começou a reclamar sobre como as mulheres dirigiam mal”.

27. Miren, 92 anos, aposentada: “Depois de cinco minutos dançando, já estava tentando pegar no meu traseiro”.

28. Raquel, 27 anos, professora: “Um elogio é bem-vindo, mas não precisa ser explícito e elogiar o decote”.

29. Judith, 43 anos, funcionária pública: “Depois da segunda cerveja, fez-se um silêncio desconfortável. Sua maneira de encurtá-lo foi perguntar por que eu não tinha filhos e explicar que queria uma família numerosa”.

30. Sara, 29 anos, advogada. “Passei a noite toda tentando convencê-lo a me deixar pagar alguma coisa. Os vinhos de antes, o táxi que nos levou ao restaurante, o jantar, os vinhos depois... Mas nada feito, não me deixou pagar um centavo com o argumento obsoleto: ‘É que sou um cavalheiro’”.