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A ocupação em imagens

O cais de José Estelita, das primeiras intervenções à truculência policial

  • A área que defende o Ocupe Estelita conta com mais de dez hectares e chegou a reunir cerca de 10.000 pessoas nos domingos, quando o coletivo oferecia várias atividades artísticas e lúdicas.
    1A área que defende o Ocupe Estelita conta com mais de dez hectares e chegou a reunir cerca de 10.000 pessoas nos domingos, quando o coletivo oferecia várias atividades artísticas e lúdicas.
  • Na madrugada do dia 22 de maio, ativistas ficam sabendo pelas redes sociais que o consórcio Novo Recife iniciou a obra de demolição dos galpões do Cais José Estelita e ocuparam o terreno com o objetivo de suspendê-la.
    2Na madrugada do dia 22 de maio, ativistas ficam sabendo pelas redes sociais que o consórcio Novo Recife iniciou a obra de demolição dos galpões do Cais José Estelita e ocuparam o terreno com o objetivo de suspendê-la.
  • Policiais disparam spray pimenta contra ativistas sentados no chão durante a reintegração de posse do terreno, no dia 17 de junho.
    3Policiais disparam spray pimenta contra ativistas sentados no chão durante a reintegração de posse do terreno, no dia 17 de junho.
  • Ativistas interrompem o trânsito no viaduto Capitão Temudo (principal ligação entre o centro do Recife e a zona Sul da cidade) após a intervenção da Polícia Militar de Pernambuco.
    4Ativistas interrompem o trânsito no viaduto Capitão Temudo (principal ligação entre o centro do Recife e a zona Sul da cidade) após a intervenção da Polícia Militar de Pernambuco.
  • Após a reintegração de posse, 35 integrantes registraram boletim de ocorrência por ferimentos. O Governo conta três.
    5Após a reintegração de posse, 35 integrantes registraram boletim de ocorrência por ferimentos. O Governo conta três.
  • Após a reintegração de posse, os ativistas montaram um novo acampamento em frente ao terreno do Cais José Estelita, debaixo da alça de acesso ao viaduto Capitão Temudo.
    6Após a reintegração de posse, os ativistas montaram um novo acampamento em frente ao terreno do Cais José Estelita, debaixo da alça de acesso ao viaduto Capitão Temudo.
  • A professora da Universidade Federal de Pernambuco, Eduarda da Mota Rocha, dá uma aula sobre a invisibilidade das comunidades no Brasil no acampamento Ocupe Estelita.
    7A professora da Universidade Federal de Pernambuco, Eduarda da Mota Rocha, dá uma aula sobre a invisibilidade das comunidades no Brasil no acampamento Ocupe Estelita.
  • Vanessa Azevedo e Gabriela Pereira, estudantes de 25 anos, ensinam às crianças das comunidades vizinhas como fabricar 'filtros dos sonos'. A comunidade resolveu organizar atividades e aulas para tentar que os meninos deixem de cheirar cola.
    8Vanessa Azevedo e Gabriela Pereira, estudantes de 25 anos, ensinam às crianças das comunidades vizinhas como fabricar 'filtros dos sonos'. A comunidade resolveu organizar atividades e aulas para tentar que os meninos deixem de cheirar cola.
  • As comunidades de Vila Sur I e Vila Sur II se levantam a poucos metros do novo empreendimento e já reúnem 1.200 famílias, segundo a prefeitura.
    9As comunidades de Vila Sur I e Vila Sur II se levantam a poucos metros do novo empreendimento e já reúnem 1.200 famílias, segundo a prefeitura.
  • Vista panorâmica da região onde se pretende levantar o projeto Novo Recife. À direita, as torres Gêmeas, os primeiros arranha-céus a serem construidos no bairro histórico de São José.
    10Vista panorâmica da região onde se pretende levantar o projeto Novo Recife. À direita, as torres Gêmeas, os primeiros arranha-céus a serem construidos no bairro histórico de São José.
  • Vista da cidade do Recife.
    11Vista da cidade do Recife.