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Indígenas contra a indústria madeireira

Indígenas contra a indústria madeireira

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Na Amazônia brasileira, na região do Baixo Tapajós, três comunidades de povos originários se organizam para vigiar que ninguém desmate ilegalmente a mata virgem que eles preservam há gerações

  • Na foto à esquerda. Ednei, jovem indígena, posa para um retrato sobre as marcas de caminhões de madeira que passam pelo limite de seu território. Direita. Restos de 26 árvores derrubadas por uma madeireira ilegal em Território Indígena Maró, apreendidos pelo grupo de vigilância de que Ednei é integrante.
    1Na foto à esquerda. Ednei, jovem indígena, posa para um retrato sobre as marcas de caminhões de madeira que passam pelo limite de seu território. Direita. Restos de 26 árvores derrubadas por uma madeireira ilegal em Território Indígena Maró, apreendidos pelo grupo de vigilância de que Ednei é integrante.
  • Vigilantes do Território Indígena Maró durante seu percurso habitual em prevenção da presença de madeireiros ilegais.
    2Vigilantes do Território Indígena Maró durante seu percurso habitual em prevenção da presença de madeireiros ilegais.
  • Vigias do Território Indígena Maró inspecionam o estado da pista durante uma de suas expedições periódicas
    3Vigias do Território Indígena Maró inspecionam o estado da pista durante uma de suas expedições periódicas
  • Apolonildo posa sobre os 26 troncos que foram apreendidos de uma madeireira ilegal que operava em seu território.
    4Apolonildo posa sobre os 26 troncos que foram apreendidos de uma madeireira ilegal que operava em seu território.
  • Vista aérea do Território Indígena Maró.
    5Vista aérea do Território Indígena Maró.
  • Indígenas das etnias borari e arapiun durante o percurso mensal de inspeção do território em prevenção da presença de madeireiros ilegais.
    6Indígenas das etnias borari e arapiun durante o percurso mensal de inspeção do território em prevenção da presença de madeireiros ilegais.
  • Depois de encontrar ocupada a casa construída pelo madeireiro dentro de Território Indígena Maró, os vigilantes tomam imagens para denunciar a usurpação
    7Depois de encontrar ocupada a casa construída pelo madeireiro dentro de Território Indígena Maró, os vigilantes tomam imagens para denunciar a usurpação
  • Um caminhão transporta madeira por uma pista limítrofe com o Território Indígena Maró.
    8Um caminhão transporta madeira por uma pista limítrofe com o Território Indígena Maró.
  • Indígenas dos grupos arapiun e borarí posam em frente à casa construída por um madeireiro em terra indígena com um cartaz pintado à mão: “Aqui é Território Indígena Maró”.
    9Indígenas dos grupos arapiun e borarí posam em frente à casa construída por um madeireiro em terra indígena com um cartaz pintado à mão: “Aqui é Território Indígena Maró”.
  • Ednei assinala mensagens ameaçadoras escritas pelo madeireiro que construiu a casa no Território Indígena Maró: “Índio ladrão. Não entre. Ladrão Maldito. Vá roubar no inferno”. E o nome do atual presidente do Brasil escrito errado: "Bonsonaro".
    10Ednei assinala mensagens ameaçadoras escritas pelo madeireiro que construiu a casa no Território Indígena Maró: “Índio ladrão. Não entre. Ladrão Maldito. Vá roubar no inferno”. E o nome do atual presidente do Brasil escrito errado: "Bonsonaro".