Na Amazonia brasileira, na região de Baixo Tapajós, três comunidades de povos originários organizam-se para vigiar que ninguém devaste ilegalmente os bosques primários que levam preservando por gerações
Na foto à esquerda. Ednei, jovem indígena, posa para um retrato sobre as marcas de caminhões de madeira que passam pelo limite de seu território. Direita. Restos de 26 árvores derrubadas por uma madeireira ilegal em Território Indígena Maró, apreendidos pelo grupo de vigilância de que Ednei é integrante.Pablo AlbarengaVigilantes do Território Indígena Maró durante seu percurso habitual em prevenção da presença de madeireiros ilegais.Vigias do Território Indígena Maró inspecionam o estado da pista durante uma de suas expedições periódicasPablo AlbarengaApolonildo posa sobre os 26 troncos que foram apreendidos de uma madeireira ilegal que operava em seu território.Pablo AlbarengaVista aérea do Território Indígena Maró.Pablo AlbarengaIndígenas das etnias borari e arapiun durante o percurso mensal de inspeção do território em prevenção da presença de madeireiros ilegais.Pablo AlbarengaDepois de encontrar ocupada a casa construída pelo madeireiro dentro de Território Indígena Maró, os vigilantes tomam imagens para denunciar a usurpaçãoPablo AlbarengaUm caminhão transporta madeira por uma pista limítrofe com o Território Indígena Maró.Pablo AlbarengaIndígenas dos grupos arapiun e borarí posam em frente à casa construída por um madeireiro em terra indígena com um cartaz pintado à mão: “Aqui é Território Indígena Maró”.Pablo AlbarengaEdnei assinala mensagens ameaçadoras escritas pelo madeireiro que construiu a casa no Território Indígena Maró: “Índio ladrão. Não entre. Ladrão Maldito. Vá roubar no inferno”. E o nome do atual presidente do Brasil escrito errado: "Bonsonaro".Pablo Albarenga