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Al-Ula, as ruínas do deserto saudita que recuperam um passado esquecido
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Al-Ula, as ruínas do deserto saudita que recuperam um passado esquecido

A cidade de Al-Ula, uma paisagem desértica varrida pelo vento de ruínas pré-islâmicas, está agora no centro dos esforços de preservação da Arábia Saudita, que chegou a um acordo com a França para o desenvolvimento de um complexo turístico neste importante sítio arqueológico

  • Al-Ula é uma área rica em vestígios arqueológicos, considerada a jóia da coroa das futuras atrações da Arábia Saudita, enquanto o reino austero se prepara para emitir vistos turísticos pela primeira vez, abrindo uma das últimas fronteiras do turismo global. O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, assinou um acordo histórico com Paris para o desenvolvimento turístico e cultural da região noroeste, que já foi uma encruzilhada de civilizações antigas. Na imagem, um homem caminha entre os túmulos de Khuraiba, um dos sítios arqueológicos da região.
    1Al-Ula é uma área rica em vestígios arqueológicos, considerada a jóia da coroa das futuras atrações da Arábia Saudita, enquanto o reino austero se prepara para emitir vistos turísticos pela primeira vez, abrindo uma das últimas fronteiras do turismo global. O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, assinou um acordo histórico com Paris para o desenvolvimento turístico e cultural da região noroeste, que já foi uma encruzilhada de civilizações antigas. Na imagem, um homem caminha entre os túmulos de Khuraiba, um dos sítios arqueológicos da região. AFP
  • "A cidade de Al-Ula é um museu a céu aberto", diz Anazi, um dos guias que trabalha com os vestígios arqueológicos, "há muita história aqui esperando para ser descoberta". Na imagem, a vista aérea de montanhas do arenito talhadas no deserto de Al-Ula, no noroeste da Arábia Saudita.
    2"A cidade de Al-Ula é um museu a céu aberto", diz Anazi, um dos guias que trabalha com os vestígios arqueológicos, "há muita história aqui esperando para ser descoberta". Na imagem, a vista aérea de montanhas do arenito talhadas no deserto de Al-Ula, no noroeste da Arábia Saudita. AFP
  • As formas da arte rupestre poderiam ajudar a desvendar os mistérios de civilizações antigas na Península Arábica. A área, aproximadamente do tamanho da Bélgica, serviu como uma importante estação de passagem de beduínos pela rota comercial que liga a Península Arábica, no norte da África e a Índia. Na imagem, um saudita caminha entre vestígios arqueológicos do povo nabateu, uma tribo árabe do Sinai, que existiu na Antiguidade Clássica.
    3As formas da arte rupestre poderiam ajudar a desvendar os mistérios de civilizações antigas na Península Arábica. A área, aproximadamente do tamanho da Bélgica, serviu como uma importante estação de passagem de beduínos pela rota comercial que liga a Península Arábica, no norte da África e a Índia. Na imagem, um saudita caminha entre vestígios arqueológicos do povo nabateu, uma tribo árabe do Sinai, que existiu na Antiguidade Clássica. AFP
  • Dentro da área arqueológica de Al-Ula, encontramos Madain Saleh, primeiro lugar declarado Patrimônio da Humanidade na Arábia Saudita pela Unesco. Este lugar foi construído há mais de 2.000 anos pelo povo nabateus, os mesmo que construíram Petra, na Jordânia. Na imagem, a tumba de Qasr al-Farid encravada na areia em Madain Saleh (Arábia Saudita).
    4Dentro da área arqueológica de Al-Ula, encontramos Madain Saleh, primeiro lugar declarado Patrimônio da Humanidade na Arábia Saudita pela Unesco. Este lugar foi construído há mais de 2.000 anos pelo povo nabateus, os mesmo que construíram Petra, na Jordânia. Na imagem, a tumba de Qasr al-Farid encravada na areia em Madain Saleh (Arábia Saudita). AFP
  • "Todo dia algo novo é descoberto", diz Jamie Quartermaine, especialista em arqueologia de um coletivo de Oxford. "O potencial é infinito". Na imagem, um grupo de visitantes em frente a um túmulo esculpido em arenito em Madain Saleh (Arábia Saudita).
    5"Todo dia algo novo é descoberto", diz Jamie Quartermaine, especialista em arqueologia de um coletivo de Oxford. "O potencial é infinito". Na imagem, um grupo de visitantes em frente a um túmulo esculpido em arenito em Madain Saleh (Arábia Saudita). AFP
  • Detalhe de inscrições em arenito no complexo arqueológico de Al-Hijr, perto de Al-Ula (Arábia Saudita). Os túmulos, alguns com inscrições pré-islâmicas e desenhos como cenas de caça, são o legado da tradição artística dos nabateus.
    6Detalhe de inscrições em arenito no complexo arqueológico de Al-Hijr, perto de Al-Ula (Arábia Saudita). Os túmulos, alguns com inscrições pré-islâmicas e desenhos como cenas de caça, são o legado da tradição artística dos nabateus. AFP
  • Vista geral das montanhas do arenito no deserto de Al-Ula (Arábia Saudita).
    7Vista geral das montanhas do arenito no deserto de Al-Ula (Arábia Saudita). AFP
  • O acordo franco-saudita visa preservar o local do dano pela erosão e também de atos de vandalismos que foram cometidos na área. Na imagem, um homem saudita na entrada de um túmulo em Madain Saleh, um Patrimônio Mundial pela Unesco, perto da cidade de Al-Ula (Arábia Saudita).
    8O acordo franco-saudita visa preservar o local do dano pela erosão e também de atos de vandalismos que foram cometidos na área. Na imagem, um homem saudita na entrada de um túmulo em Madain Saleh, um Patrimônio Mundial pela Unesco, perto da cidade de Al-Ula (Arábia Saudita). AFP
  • Antes do plano de conservação começar em colaboração com o país dos gauleses, todos os vestígios arqueológicos devem ser contados. Na imagem, vista do complexo arqueológico de Madain Saleh na Arábia Saudita.
    9Antes do plano de conservação começar em colaboração com o país dos gauleses, todos os vestígios arqueológicos devem ser contados. Na imagem, vista do complexo arqueológico de Madain Saleh na Arábia Saudita. AFP
  • Durante dois anos a área será inspecionada para datar todos os vestígios arqueológicos. A parceria com a França começou em março e conta com scanners de terreno a partir de satélites, tecnologia de helicópteros, drones e sensoriamento remoto. Na imagem, inscrições nos restos arqueológicos de Al-Hijr em Nabateu, a noroeste da cidade de Al-Ula (Arábia Saudita).
    10Durante dois anos a área será inspecionada para datar todos os vestígios arqueológicos. A parceria com a França começou em março e conta com scanners de terreno a partir de satélites, tecnologia de helicópteros, drones e sensoriamento remoto. Na imagem, inscrições nos restos arqueológicos de Al-Hijr em Nabateu, a noroeste da cidade de Al-Ula (Arábia Saudita). AFP
  • Um jornalista tira uma foto da entrada de um dos túmulos esculpidos em arenito em Madain Saleh (Arábia Saudita).
    11Um jornalista tira uma foto da entrada de um dos túmulos esculpidos em arenito em Madain Saleh (Arábia Saudita). AFP
  • Arqueólogos também usaram o Google Maps para encontrar centenas de "portas" de pedra construídas na rocha no remoto deserto da Arábia Saudita, que pode datar até 7.000 anos. Eles também descobriram evidências de 46 lagos supostamente existentes no deserto de Nefud, no norte da Arábia Saudita, que, segundo especialistas, ajuda a legitimar a teoria de que a região oscilava entre os períodos de desertificação e um clima mais úmido. Na imagem, vista aérea de um complexo de túmulos escavados na areia do deserto em Madain Saleh, perto da cidade saudita de Al-Ula.
    12Arqueólogos também usaram o Google Maps para encontrar centenas de "portas" de pedra construídas na rocha no remoto deserto da Arábia Saudita, que pode datar até 7.000 anos. Eles também descobriram evidências de 46 lagos supostamente existentes no deserto de Nefud, no norte da Arábia Saudita, que, segundo especialistas, ajuda a legitimar a teoria de que a região oscilava entre os períodos de desertificação e um clima mais úmido. Na imagem, vista aérea de um complexo de túmulos escavados na areia do deserto em Madain Saleh, perto da cidade saudita de Al-Ula. AFP
  • Espera-se que o Al-Ula comece a receber turistas de todo o mundo dentro de três ou cinco anos. O lançamento, de acordo com funcionários sauditas, será descrito como um "presente para o mundo". O turismo é uma das apostas da Arábia Saudita para manter sua economia na era pós-petróleo. Na imagem, um visitante nos vestígios arqueológicos de Khuraiba (Arábia Saudita).
    13Espera-se que o Al-Ula comece a receber turistas de todo o mundo dentro de três ou cinco anos. O lançamento, de acordo com funcionários sauditas, será descrito como um "presente para o mundo". O turismo é uma das apostas da Arábia Saudita para manter sua economia na era pós-petróleo. Na imagem, um visitante nos vestígios arqueológicos de Khuraiba (Arábia Saudita). AFP