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A imagem mais profunda do universo já tirada da Terra

Foto confirma que existem muitas estrelas nas partes externas das galáxias formando um halo estelar

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Halo de aproximadamente quatro bilhões de estrelas ao redor da galáxia UGC00180.
Halo de aproximadamente quatro bilhões de estrelas ao redor da galáxia UGC00180.Gabriel Pérez (IAC)
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Estudar os objetos mais distantes ou dispersos do Universo é uma tarefa complicada por causa do pouco contraste com o fundo do céu, que impede medir seu brilho. No entanto, isso foi conseguido por um estudo realizado pelo Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), na Espanha. Com o objetivo de descobrir o limite de observação que conseguiriam, foi usado o Grande Telescópio das Canárias (GTC), o maior telescópio ótico-infravermelho do mundo, que fica localizado na ilha de La Palma. A imagem obtida é dez vezes mais profunda que qualquer outra já tirada a partir da Terra.

Este trabalho, publicado na revista especializada Astrophysical Journal, detectou um tênue halo de estrelas ao redor da galáxia UGC00180, confirmando o modelo atual de formação das galáxias, segundo o qual existem muitas estrelas nas partes externas das galáxias que formam um halo estelar que é resultado da destruição de outras galáxias menores. Devido ao fraco brilho superficial desses halos, tinha sido possível estudar um número pequeno deles e apenas nas galáxias mais próximas.

Depois de mais de oito horas de exposição, detectaram a existência de um fraco halo composto por 4 bilhões de estrelas em torno da galáxia UGC00180. Por causa do sucesso desta técnica, Ignacio Trujillo, primeiro autor do estudo e pesquisador do IAC, estabeleceu como objetivo ampliar o estudo a outras galáxias para comprovar se o atual modelo de formação de galáxias está correto.

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