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A vida após ‘La Bestia’, na tentativa de chegar aos EUA

A vida após ‘La Bestia’, na tentativa de chegar aos EUA

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A caminho dos Estados Unidos, muitos migrantes perderam seus membros em acidentes a bordo do trem que atravessa o México

Cidade do México
  • Dezenas de migrantes da América Central se ferem todos os anos a bordo do 'La Bestia', o trem que atravessa o México de sul a norte. O Centro de Reabilitação de Guanajuato, no centro do país, presta apoio àqueles que perderam membros em acidentes durante as viagens.
    1Dezenas de migrantes da América Central se ferem todos os anos a bordo do 'La Bestia', o trem que atravessa o México de sul a norte. O Centro de Reabilitação de Guanajuato, no centro do país, presta apoio àqueles que perderam membros em acidentes durante as viagens. REUTERS
  • O trem histórico, que transporta de açúcar a grãos e minerais, ajudou muitos migrantes a fugir de golpistas e sequestradores ou, mais recentemente, de agentes de imigração e policiais que abundam nas estradas. Luis Estuardo, um contador de 21 anos, havia embarcado na ferrovia para escapar das autoridades mexicanas, mas perdeu o equilíbrio e caiu. Cinco horas depois, foi encontrado ao lado dos trilhos. Ele tinha uma das pernas quebrada.
    2O trem histórico, que transporta de açúcar a grãos e minerais, ajudou muitos migrantes a fugir de golpistas e sequestradores ou, mais recentemente, de agentes de imigração e policiais que abundam nas estradas. Luis Estuardo, um contador de 21 anos, havia embarcado na ferrovia para escapar das autoridades mexicanas, mas perdeu o equilíbrio e caiu. Cinco horas depois, foi encontrado ao lado dos trilhos. Ele tinha uma das pernas quebrada. REUTERS
  • O fluxo contínuo de migração no país latino-americano e o aumento dos controles do governo de Andrés Manuel López Obrador elevaram a demanda por atendimento neste hospital de Guanajuato.
    3O fluxo contínuo de migração no país latino-americano e o aumento dos controles do governo de Andrés Manuel López Obrador elevaram a demanda por atendimento neste hospital de Guanajuato. REUTERS
  • Os especialistas trataram entre cinco e oito novos pacientes com membros amputados todos os meses durante este ano. Um aumento é considerável para este pequeno centro que atendeu entre três e quatro por mês em 2018. A prótese de cada indivíduo é única, explica o técnico protético Gibrán Guzmán, para que a atenção seja personalizada.
    4Os especialistas trataram entre cinco e oito novos pacientes com membros amputados todos os meses durante este ano. Um aumento é considerável para este pequeno centro que atendeu entre três e quatro por mês em 2018. A prótese de cada indivíduo é única, explica o técnico protético Gibrán Guzmán, para que a atenção seja personalizada. REUTERS
  • Na tentativa de buscar uma vida melhor, muitos migrantes sofreram por conta de quedas ou ferimentos graves durante a viagem, principalmente quando a ferrovia desliza por túneis.
    5Na tentativa de buscar uma vida melhor, muitos migrantes sofreram por conta de quedas ou ferimentos graves durante a viagem, principalmente quando a ferrovia desliza por túneis. REUTERS
  • As próteses têm sido muito úteis para que os migrantes que as utilizam possam reconstruir suas vidas após acidentes.
    6As próteses têm sido muito úteis para que os migrantes que as utilizam possam reconstruir suas vidas após acidentes. REUTERS
  • Desde 2011, um programa especial da Cruz Vermelha, agora localizado em um ponto estratégico na linha de trem, atendeu 411 migrantes mutilados.
    7Desde 2011, um programa especial da Cruz Vermelha, agora localizado em um ponto estratégico na linha de trem, atendeu 411 migrantes mutilados. REUTERS
  • Em 'La Bestia', os migrantes viajam a temperaturas extremas, por longos trechos frequentemente controlados por cartéis de drogas, com dezenas de pessoas empoleiradas em telhados escorregadios ou penduradas em cabos.
    8Em 'La Bestia', os migrantes viajam a temperaturas extremas, por longos trechos frequentemente controlados por cartéis de drogas, com dezenas de pessoas empoleiradas em telhados escorregadios ou penduradas em cabos. REUTERS