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O primeiro dia do refugiado sírio Osama Abdul Mohsen na Espanha

O refugiado sírio que levou uma rasteira de uma jornalista húngara na fronteira entre Sérvia e Hungria visita com seus dois filhos a instituição que pagou sua viagem à Espanha

  • A imagem do refugiado sírio Osama Abdul Mohsen caído no chão após levar uma rasteira de uma jornalista húngara na fronteira entre Sérvia e Hungria deixou a opinião pública mundial indignada. Foi essa cena que motivou Miguel Ángel Galán, presidente do Centro Nacional de Formação de Treinadores (Cenafe), a ajudar Abdul Mohsen a viajar para a Espanha e se instalar no país. Ele chegou na noite de quarta-feira a Madri com dois de seus filhos: Zaid, de 7 anos, e Mohammed, de 18. A quinta-feira foi o primeiro dia deles em Getafe, um subúrbio da capital espanhola onde a família viverá a partir de agora. Lá, visitaram a sede da Cenafe. Na imagem, Zaid posa com uma bola de futebol que acaba de ganhar de presente.
    1A imagem do refugiado sírio Osama Abdul Mohsen caído no chão após levar uma rasteira de uma jornalista húngara na fronteira entre Sérvia e Hungria deixou a opinião pública mundial indignada. Foi essa cena que motivou Miguel Ángel Galán, presidente do Centro Nacional de Formação de Treinadores (Cenafe), a ajudar Abdul Mohsen a viajar para a Espanha e se instalar no país. Ele chegou na noite de quarta-feira a Madri com dois de seus filhos: Zaid, de 7 anos, e Mohammed, de 18. A quinta-feira foi o primeiro dia deles em Getafe, um subúrbio da capital espanhola onde a família viverá a partir de agora. Lá, visitaram a sede da Cenafe. Na imagem, Zaid posa com uma bola de futebol que acaba de ganhar de presente.
  • A mulher e dois dos filhos de Abdul Mohsen permanecem na Turquia, onde a família viveu durante um ano e meio após fugir da Síria. “Lá a vida era muito cara, eu não tinha trabalho, nem um futuro para minha família”, relata o pai. “Por isso fomos embora.” Agora, ele quer que seus filhos voltem a estudar e tem vontade de encontrar trabalho. Era treinador de futebol na Síria, e pretende continuar sendo na Espanha. Na foto, Abdul Mohsen (segundo a partir da esq.) e seus filhos Zaid (primeiro à esq.) e Mohammed (atrás do pai e do irmão) na companhia de Miguel Ángel Galán (primeiro à dir.), presidente do Cenafe, instituição que pagou a viagem dos três de Munique (Alemanha) a Madri.
    2A mulher e dois dos filhos de Abdul Mohsen permanecem na Turquia, onde a família viveu durante um ano e meio após fugir da Síria. “Lá a vida era muito cara, eu não tinha trabalho, nem um futuro para minha família”, relata o pai. “Por isso fomos embora.” Agora, ele quer que seus filhos voltem a estudar e tem vontade de encontrar trabalho. Era treinador de futebol na Síria, e pretende continuar sendo na Espanha. Na foto, Abdul Mohsen (segundo a partir da esq.) e seus filhos Zaid (primeiro à esq.) e Mohammed (atrás do pai e do irmão) na companhia de Miguel Ángel Galán (primeiro à dir.), presidente do Cenafe, instituição que pagou a viagem dos três de Munique (Alemanha) a Madri.
  • Mohammed viajou para a Alemanha meses antes do pai e do irmão caçula. Foi de barco da Turquia para a Itália. “A viagem foi duríssima... duríssima”, conta. Da Itália se transferiu para Munique, e agora, na Espanha, quer “voltar a estudar e jogar futebol”, diz. Na imagem, passeia por Getafe de braços dados com o seu irmão Zaid.
    3Mohammed viajou para a Alemanha meses antes do pai e do irmão caçula. Foi de barco da Turquia para a Itália. “A viagem foi duríssima... duríssima”, conta. Da Itália se transferiu para Munique, e agora, na Espanha, quer “voltar a estudar e jogar futebol”, diz. Na imagem, passeia por Getafe de braços dados com o seu irmão Zaid.
  • “Estou muito feliz”, repete Abdul Mohsen a todo instante. Sente-se muito grato pela ajuda que recebeu. O Cenafe se comprometeu a pagar moradia e outros gastos até que ele encontre trabalho. Na Síria, era treinador de futebol. Na imagem, cumprimenta um funcionário do Cenafe durante a visita às instalações.
    4“Estou muito feliz”, repete Abdul Mohsen a todo instante. Sente-se muito grato pela ajuda que recebeu. O Cenafe se comprometeu a pagar moradia e outros gastos até que ele encontre trabalho. Na Síria, era treinador de futebol. Na imagem, cumprimenta um funcionário do Cenafe durante a visita às instalações.
  • “Quero encontrar um trabalho, trazer para minha mulher e meus dois filhos que continuam na Turquia, e quero que as crianças voltem a estudar. Uma vez que eu tenha conseguido isso, minha intenção é ajudar as pessoas do meu país. Eles precisam de ajuda na Síria. [O presidente Bashar] Al-Assad é mau. E o Estado Islâmico também. As pessoas sofrem muito. Eu gostaria que na Espanha se falasse mais disso”, afirma Abdul Mohsen. Na foto, Abdul Mohsen durante passeio por Getafe.
    5“Quero encontrar um trabalho, trazer para minha mulher e meus dois filhos que continuam na Turquia, e quero que as crianças voltem a estudar. Uma vez que eu tenha conseguido isso, minha intenção é ajudar as pessoas do meu país. Eles precisam de ajuda na Síria. [O presidente Bashar] Al-Assad é mau. E o Estado Islâmico também. As pessoas sofrem muito. Eu gostaria que na Espanha se falasse mais disso”, afirma Abdul Mohsen. Na foto, Abdul Mohsen durante passeio por Getafe.
  • A agenda da família foi muito agitada na quinta-feira. O telefone tocava desde a primeira hora e, na rua, eles foram abordados por dezenas de jornalistas e moradores. O pequeno Zaid, de sete anos, ganhou de presente uma bola de futebol, com a qual não parou de brincar enquanto seu pai e seu irmão mais velho visitavam as instalações do Cenafe, em Getafe.
    6A agenda da família foi muito agitada na quinta-feira. O telefone tocava desde a primeira hora e, na rua, eles foram abordados por dezenas de jornalistas e moradores. O pequeno Zaid, de sete anos, ganhou de presente uma bola de futebol, com a qual não parou de brincar enquanto seu pai e seu irmão mais velho visitavam as instalações do Cenafe, em Getafe.