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Dois garotos hondureños olham pela janela de um ônibus que abandona San Pedro Sula, e que viaja para a fronteira de Guatemala.
Dois garotos hondureños olham pela janela de um ônibus que abandona San Pedro Sula, e que viaja para a fronteira de Guatemala. AFP
Caravana de migrantes

A eterna espera dos migrantes hondurenhos

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Mais de 800 pessoas saíram da cidade hondurenha de San Pedro de Sula em direção à fronteira guatemalteca de Agua Caliente, em uma nova caravana migratória que pretende chegar aos Estados Unidos. Guatemala diz que está se preparando para a chegada de pelo menos mil hondurenhos

  • Aproximadamente 1.000 hondurenhos se reuniram na noite de terça-feira na cidade de San Pedro Sula, localizada no norte de Honduras, para partir em um novo comboio migratório para os Estados Unidos em busca do "sonho americano", segundo as autoridades locais. Na imagem, as famílias dormem nas ruas de San Pedro Sula esperando para viajar para os EUA.
    1Aproximadamente 1.000 hondurenhos se reuniram na noite de terça-feira na cidade de San Pedro Sula, localizada no norte de Honduras, para partir em um novo comboio migratório para os Estados Unidos em busca do "sonho americano", segundo as autoridades locais. Na imagem, as famílias dormem nas ruas de San Pedro Sula esperando para viajar para os EUA. AFP
  • Essa nova caravana é precedida por quatro outras de 2.000 hondurenhos que deixaram San Pedro Sula entre outubro de 2018 e janeiro de 2019, fugindo da violência e da pobreza. Na imagem, uma menina hondurenha brinca com uma casa de brinquedo enquanto espera por um ônibus no Centro Metropolitano de San Pedro de Sula, a 300 quilômetros ao norte de Tegucigalpa (Guatemala), em 9 de abril de 2019.
    2Essa nova caravana é precedida por quatro outras de 2.000 hondurenhos que deixaram San Pedro Sula entre outubro de 2018 e janeiro de 2019, fugindo da violência e da pobreza. Na imagem, uma menina hondurenha brinca com uma casa de brinquedo enquanto espera por um ônibus no Centro Metropolitano de San Pedro de Sula, a 300 quilômetros ao norte de Tegucigalpa (Guatemala), em 9 de abril de 2019. AFP
  • Tanto as autoridades quanto a Cruz Vermelha estimaram que mais de 800 pessoas aderiram a essa nova caravana. Alguns começaram a sair lotados em micro-ônibus. Na imagem, um menino hondurenho viaja com a mãe em um ônibus que sai de San Pedro de Sula até a fronteira com a Guatemala, em 9 de abril de 2019.
    3Tanto as autoridades quanto a Cruz Vermelha estimaram que mais de 800 pessoas aderiram a essa nova caravana. Alguns começaram a sair lotados em micro-ônibus. Na imagem, um menino hondurenho viaja com a mãe em um ônibus que sai de San Pedro de Sula até a fronteira com a Guatemala, em 9 de abril de 2019. AFP
  • A caravana, convocada pelas redes sociais, surpreendeu as autoridades, pois esperavam que a chamada fosse ignorada pelos migrantes, como já havia acontecido várias vezes desde fevereiro. Na imagem, um menino hondurenho chupa um pirulito enquanto espera viajar para a fronteira guatemalteca com sua família.
    4A caravana, convocada pelas redes sociais, surpreendeu as autoridades, pois esperavam que a chamada fosse ignorada pelos migrantes, como já havia acontecido várias vezes desde fevereiro. Na imagem, um menino hondurenho chupa um pirulito enquanto espera viajar para a fronteira guatemalteca com sua família. AFP
  • Os migrantes fogem do desemprego, da falta de oportunidades e do terror semeado por gangues e narcotraficantes. Nem as ameaças nem as políticas de "linha dura" conseguiram que Donald Trump interrompesse o fluxo migratório, uma de suas principais propostas durante a campanha eleitoral à Casa Branca. Na imagem, uma família hondurenha espera um ônibus no Centro Metropolitano de San Pedro de Sula, ao norte de Tegucigalpa, para partir para a fronteira com a Guatemala em 9 de abril de 2019.
    5Os migrantes fogem do desemprego, da falta de oportunidades e do terror semeado por gangues e narcotraficantes. Nem as ameaças nem as políticas de "linha dura" conseguiram que Donald Trump interrompesse o fluxo migratório, uma de suas principais propostas durante a campanha eleitoral à Casa Branca. Na imagem, uma família hondurenha espera um ônibus no Centro Metropolitano de San Pedro de Sula, ao norte de Tegucigalpa, para partir para a fronteira com a Guatemala em 9 de abril de 2019. AFP
  • "Todas as noites há até seis ônibus cheios [de migrantes] a caminho da fronteira, variando de 30 a 50 passageiros" em cada um, disse o funcionário da empresa de transporte que vendeu as passagens. Na imagem, dois meninos hondurenhos olham pela janela de um ônibus saindo de San Pedro Sula, a 300 quilômetros de Tegucigalpa, e viajando para a fronteira com a Guatemala.
    6"Todas as noites há até seis ônibus cheios [de migrantes] a caminho da fronteira, variando de 30 a 50 passageiros" em cada um, disse o funcionário da empresa de transporte que vendeu as passagens. Na imagem, dois meninos hondurenhos olham pela janela de um ônibus saindo de San Pedro Sula, a 300 quilômetros de Tegucigalpa, e viajando para a fronteira com a Guatemala. AFP
  • A avalanche humana a que salvadorenhos, guatemaltecos e mexicanos se juntaram irritou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chegou a deslocar militares para bloqueá-los na fronteira com o México. Mas nem os militares nem as cercas de arame farpado impediram que os hondurenhos continuassem a sair ao ritmo de cerca de 300 por dia ao longo da fronteira guatemalteca, além de outros grupos minoritários que viajam de ônibus, segundo especialistas. Um casal empurra o carrinho do bebê ao lado da caravana de migrantes em direção à fronteira guatemalteca de Agua Caliente, a caminho de San Pedro Sula (Honduras), em 10 de abril de 2019.
    7A avalanche humana a que salvadorenhos, guatemaltecos e mexicanos se juntaram irritou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chegou a deslocar militares para bloqueá-los na fronteira com o México. Mas nem os militares nem as cercas de arame farpado impediram que os hondurenhos continuassem a sair ao ritmo de cerca de 300 por dia ao longo da fronteira guatemalteca, além de outros grupos minoritários que viajam de ônibus, segundo especialistas. Um casal empurra o carrinho do bebê ao lado da caravana de migrantes em direção à fronteira guatemalteca de Agua Caliente, a caminho de San Pedro Sula (Honduras), em 10 de abril de 2019. EL PAÍS
  • O fracasso da política de imigração de Trump já deixou pelo caminho a Secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen, e também o chefe do Serviço Secreto, Randolph Alles. E mais baixas são esperadas. Na imagem, a caravana de migrantes em seu caminho através de uma estrada em San Pedro de Sula (Honduras), em direção à fronteira de Agua Caliente (Guatemala), nesta quarta-feira.
    8O fracasso da política de imigração de Trump já deixou pelo caminho a Secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen, e também o chefe do Serviço Secreto, Randolph Alles. E mais baixas são esperadas. Na imagem, a caravana de migrantes em seu caminho através de uma estrada em San Pedro de Sula (Honduras), em direção à fronteira de Agua Caliente (Guatemala), nesta quarta-feira. AP