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Axel Hutte
Paradise Bay, Antártida, 2017

Axel Hütte, entre o fantasmagórico e a realidade

8 fotos

As paisagens do fotógrafo alemão nos apresentam diferentes maneiras de contemplar um cenário, que poderia ser em qualquer mundo

  • Canal de Lemaire, Antártida, 2017. Não há vestígio do ser humano na obra de Axel Hütte (Essen, Alemanha, 1951), em que a natureza domina o espectador.
    1Canal de Lemaire, Antártida, 2017. Não há vestígio do ser humano na obra de Axel Hütte (Essen, Alemanha, 1951), em que a natureza domina o espectador.
  • Estreito de Gerlache, Antártida, 2017. Tão fria e nu quanto exuberante, a Terra exibe todo o seu esplendor nas imagens registradas pelo alemão.
    2Estreito de Gerlache, Antártida, 2017. Tão fria e nu quanto exuberante, a Terra exibe todo o seu esplendor nas imagens registradas pelo alemão.
  • Paradise Bay, Antártida, 2017. Através das densas selvas dessas paisagens, suas águas geladas e suas névoas inquietantes, também percebemos sua fragilidade.
    3Paradise Bay, Antártida, 2017. Através das densas selvas dessas paisagens, suas águas geladas e suas névoas inquietantes, também percebemos sua fragilidade.
  • Cataratas do Niágara, 2016. São paisagens intemporais de beleza pura e selvagem que podem muito bem nos contar sobre seu futuro delicado, enquanto nos transportam para um passado remoto.
    4Cataratas do Niágara, 2016. São paisagens intemporais de beleza pura e selvagem que podem muito bem nos contar sobre seu futuro delicado, enquanto nos transportam para um passado remoto.
  • Cataratas do Iguaçu (parte esquerda de um díptico). Sob o título In anderen Welten (Em outros mundos), a galeria espanhola Helga de Alvear mostra uma seleção dessas paisagens e um vídeo, A Whiter Shade of Pale.
    5Cataratas do Iguaçu (parte esquerda de um díptico). Sob o título In anderen Welten (Em outros mundos), a galeria espanhola Helga de Alvear mostra uma seleção dessas paisagens e um vídeo, A Whiter Shade of Pale.
  • Cataratas do Iguaçu (parte direita de um díptico). Sobre o título de sua exposição (In anderen Welten), o autor diz que o escolheu porque a "palavra welten se refere a este mundo ou a qualquer outro mundo ou universo". "Tanto nas imagens da selva quanto na Antártida glacial tentei criar um espaço que acomodasse a imaginação do espectador ", diz Hütte.
    6Cataratas do Iguaçu (parte direita de um díptico). Sobre o título de sua exposição (In anderen Welten), o autor diz que o escolheu porque a "palavra welten se refere a este mundo ou a qualquer outro mundo ou universo". "Tanto nas imagens da selva quanto na Antártida glacial tentei criar um espaço que acomodasse a imaginação do espectador ", diz Hütte.
  • Canal Lemarie, Antártida. "Estas são imagens muito construídas, nas quais eu tento excluir todos os tipos de elementos narrativos que estão relacionados ao tempo", comenta o autor.
    7Canal Lemarie, Antártida. "Estas são imagens muito construídas, nas quais eu tento excluir todos os tipos de elementos narrativos que estão relacionados ao tempo", comenta o autor.
  • Canal de Lemaire, Antártida. "Nunca consigo prever o que vou fotografar, apenas viajo", explica o fotógrafo. "Em Rio Negro, no Brasil, aluguei um barco no qual me movi por uma floresta alagada, era de manhã cedo e só se ouviam pássaros. Parece romântico, mas isso desencadeou uma emoção que despertou minha necessidade de tirar uma foto, eu sempre preciso de uma abordagem emocional."
    8Canal de Lemaire, Antártida. "Nunca consigo prever o que vou fotografar, apenas viajo", explica o fotógrafo. "Em Rio Negro, no Brasil, aluguei um barco no qual me movi por uma floresta alagada, era de manhã cedo e só se ouviam pássaros. Parece romântico, mas isso desencadeou uma emoção que despertou minha necessidade de tirar uma foto, eu sempre preciso de uma abordagem emocional."