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Assim é a geladeira de algumas famílias venezuelanas

Segundo um recente estudo, 87% dos venezuelanos dizem que sua renda é insuficiente para atender às necessidades alimentares de suas famílias

  • A combinação de preços elevados e escassez crônica de produtos impede muitos cidadãos da Venezuela de terem comida sobre suas mesas regularmente e adotarem uma dieta equilibrada. Yaneidi Guzmán, junto com suas filhas, Esneidy Ramírez, Steffany Pérez e Fabiana Pérez. “Agora comer é um luxo, antes podíamos ganhar um pouco de dinheiro e comprar roupa ou alguma coisa. Agora vai tudo em comida”, queixa-se a mãe.
    1A combinação de preços elevados e escassez crônica de produtos impede muitos cidadãos da Venezuela de terem comida sobre suas mesas regularmente e adotarem uma dieta equilibrada. Yaneidi Guzmán, junto com suas filhas, Esneidy Ramírez, Steffany Pérez e Fabiana Pérez. “Agora comer é um luxo, antes podíamos ganhar um pouco de dinheiro e comprar roupa ou alguma coisa. Agora vai tudo em comida”, queixa-se a mãe. REUTERS
  • Em meio a uma grave recessão e uma economia disfuncional, as famílias mais pobres dizem que, às vezes, pulam as refeições e só se alimentam de amido. A imagem acima mostra Ricardo Méndez (segundo à esquerda) com seus parentes e, abaixo, a comida que eles têm na sua casa, em Caracas. “Somos uma família grande, e comer se torna cada vez mais difícil para nós”, lamenta Méndez.
    2Em meio a uma grave recessão e uma economia disfuncional, as famílias mais pobres dizem que, às vezes, pulam as refeições e só se alimentam de amido. A imagem acima mostra Ricardo Méndez (segundo à esquerda) com seus parentes e, abaixo, a comida que eles têm na sua casa, em Caracas. “Somos uma família grande, e comer se torna cada vez mais difícil para nós”, lamenta Méndez. REUTERS
  • Acima, uma família de Caracas e, abaixo, a comida disponível em seu lar. “Preciso sair de casa às 4h, com o risco de me matarem, para passar o dia inteiro em filas e comprar só dois ou três produtos”, diz um de seus membros.
    3Acima, uma família de Caracas e, abaixo, a comida disponível em seu lar. “Preciso sair de casa às 4h, com o risco de me matarem, para passar o dia inteiro em filas e comprar só dois ou três produtos”, diz um de seus membros. REUTERS
  • Duglas Sánchez, em sua casa, em Caracas. "Estamos comendo mal, não comemos de forma equilibrada. Se almoçamos não jantamos, e se jantarmos não tomamos o café da manhã”, lamenta.
    4Duglas Sánchez, em sua casa, em Caracas. "Estamos comendo mal, não comemos de forma equilibrada. Se almoçamos não jantamos, e se jantarmos não tomamos o café da manhã”, lamenta. REUTERS
  • Mirella Rivero e seu filho José (acima), e os mantimentos em sua residência (abaixo). “De café da manhã como uma arepa ou um tamal [pratos à base de milho] para poder comer pelo menos duas vezes por dia”, diz Rivero.
    5Mirella Rivero e seu filho José (acima), e os mantimentos em sua residência (abaixo). “De café da manhã como uma arepa ou um tamal [pratos à base de milho] para poder comer pelo menos duas vezes por dia”, diz Rivero. REUTERS
  • Antonio Márquez e sua mulher, María. “Estamos comendo menos, porque apertamos o cinto. Antes tínhamos a geladeira cheia”, diz Márquez.
    6Antonio Márquez e sua mulher, María. “Estamos comendo menos, porque apertamos o cinto. Antes tínhamos a geladeira cheia”, diz Márquez. REUTERS
  • Ciliberto Páez e sua mulher, Consuelo Machado. "Antes, a gente conseguia comprar na hora qualquer coisa que precisasse, agora só podemos comprar o que vendem”, comenta Páez.
    7Ciliberto Páez e sua mulher, Consuelo Machado. "Antes, a gente conseguia comprar na hora qualquer coisa que precisasse, agora só podemos comprar o que vendem”, comenta Páez. REUTERS
  • Alida González (segunda à direita) com seus familiares Manuel García, Jesus García, Maira Hernández e Nixon Urbano (da esquerda para a direita). “Com o dinheiro que antes gastávamos em café da manhã, almoço e jantar, agora só conseguimos comprar o café da manhã. E nem sequer é muito bom”, conta González.
    8Alida González (segunda à direita) com seus familiares Manuel García, Jesus García, Maira Hernández e Nixon Urbano (da esquerda para a direita). “Com o dinheiro que antes gastávamos em café da manhã, almoço e jantar, agora só conseguimos comprar o café da manhã. E nem sequer é muito bom”, conta González. REUTERS
  • Yunni Pérez (direita) e seus familiares Carlos Acosta, Adrián González, Luis Oliveros, Luis Oliveros filho e Héctor Acosta (a partir da esquerda). Abaixo, a comida que têm em sua casa.
    9Yunni Pérez (direita) e seus familiares Carlos Acosta, Adrián González, Luis Oliveros, Luis Oliveros filho e Héctor Acosta (a partir da esquerda). Abaixo, a comida que têm em sua casa. REUTERS
  • Francisca Landaeta (à direita) posa com seus familiares Luisa Gómez, Gabriel Castillo, Kerlin Garrido e Anthony Arias (a partir da esquerda). “Hoje comemos, mas não sabemos se comeremos amanhã. Estamos mal, eu nunca pensei que se chegaria a isto”, diz Landaeta.
    10Francisca Landaeta (à direita) posa com seus familiares Luisa Gómez, Gabriel Castillo, Kerlin Garrido e Anthony Arias (a partir da esquerda). “Hoje comemos, mas não sabemos se comeremos amanhã. Estamos mal, eu nunca pensei que se chegaria a isto”, diz Landaeta. REUTERS
  • Mario Bedoya e sua mulher, Carmen. Abaixo, a comida de que dispõem em casa.
    11Mario Bedoya e sua mulher, Carmen. Abaixo, a comida de que dispõem em casa. REUTERS
  • Rómulo Bonalde e sua mulher, María. “Antes podíamos comprar comida para 15 dias, agora só conseguimos cobrir as necessidades diárias.”
    12Rómulo Bonalde e sua mulher, María. “Antes podíamos comprar comida para 15 dias, agora só conseguimos cobrir as necessidades diárias.” REUTERS
  • “Estamos há uns 15 dias comendo pão com queijo ou arepa com queijo. Estamos comendo pior que antes, porque não conseguimos encontrar comida, e a que encontramos não podemos nos permitir”, lamenta esta família de Caracas.
    13“Estamos há uns 15 dias comendo pão com queijo ou arepa com queijo. Estamos comendo pior que antes, porque não conseguimos encontrar comida, e a que encontramos não podemos nos permitir”, lamenta esta família de Caracas. REUTERS
  • Vitória Mata (segunda à direita) com seus familiares Naibeth Pereira, Sebastián, Delis Pereira, Denis Pereira (da esquerda para a direita) e Wenderly (à frente). “Estamos comendo menos porque não se encontra comida e, quando aparece, as filas são infernais. Agora já não comemos três vezes por dia; comemos duas, e olhe lá”, queixa-se Mata.
    14Vitória Mata (segunda à direita) com seus familiares Naibeth Pereira, Sebastián, Delis Pereira, Denis Pereira (da esquerda para a direita) e Wenderly (à frente). “Estamos comendo menos porque não se encontra comida e, quando aparece, as filas são infernais. Agora já não comemos três vezes por dia; comemos duas, e olhe lá”, queixa-se Mata. REUTERS
  • Rosa Elaisa Landáez (ao fundo) com seus familiares Albert Pérez, Abel Pérez e Yeiderlin Gómez. “Estamos comendo mal. Por exemplo, se tivermos farinha de milho, comemos arepas o dia todo. Se você tem dinheiro, não consegue encontrar comida, e, se encontrar, não tem dinheiro suficiente”, diz Landáez.
    15Rosa Elaisa Landáez (ao fundo) com seus familiares Albert Pérez, Abel Pérez e Yeiderlin Gómez. “Estamos comendo mal. Por exemplo, se tivermos farinha de milho, comemos arepas o dia todo. Se você tem dinheiro, não consegue encontrar comida, e, se encontrar, não tem dinheiro suficiente”, diz Landáez. REUTERS
  • Rosa Elaisa Landáez (ao fundo) com seus familiares Albert Pérez, Abel Pérez e Yeiderlin Gómez. “Estamos comendo mal. Por exemplo, se tivermos farinha de milho, comemos arepas o dia todo. Se você tem dinheiro, não consegue encontrar comida, e, se encontrar, não tem dinheiro suficiente”, diz Landáez.
    16Rosa Elaisa Landáez (ao fundo) com seus familiares Albert Pérez, Abel Pérez e Yeiderlin Gómez. “Estamos comendo mal. Por exemplo, se tivermos farinha de milho, comemos arepas o dia todo. Se você tem dinheiro, não consegue encontrar comida, e, se encontrar, não tem dinheiro suficiente”, diz Landáez. REUTERS