Seleccione Edição
Login

As 10 espécies mais espetaculares do ano

Instituto Internacional para Exploração de Espécies publica um 'Top 10' selecionado a partir das 18.000 descobertas dos últimos 12 meses

  • O Instituto Internacional para a Exploração de Espécies publica mais ou menos a cada ano sua lista das Top 10 espécies mais relevantes entre as que foram descobertas nos 12 meses anteriores. Os especialistas do centro, vinculado à Universidade Estadual de Nova York (EUA), selecionaram estas dez entre as 18.000 novas espécies descritas no ano anterior. A espécie da foto é um bicho-pau gigante que foi batizado de 'Phryganistria tamdaeoensis'. O inseto mede cerca de 23 centímetros e foi descoberto no Parque Nacional de Tam Dao (Vietnã). O inseto mais comprido do mundo é outro bicho-pau gigante, o 'Phobaeticus chani', original da ilha de Bornéu, no sudeste asiático. Mede quase 57 centímetros.
    1O Instituto Internacional para a Exploração de Espécies publica mais ou menos a cada ano sua lista das Top 10 espécies mais relevantes entre as que foram descobertas nos 12 meses anteriores. Os especialistas do centro, vinculado à Universidade Estadual de Nova York (EUA), selecionaram estas dez entre as 18.000 novas espécies descritas no ano anterior. A espécie da foto é um bicho-pau gigante que foi batizado de 'Phryganistria tamdaeoensis'. O inseto mede cerca de 23 centímetros e foi descoberto no Parque Nacional de Tam Dao (Vietnã). O inseto mais comprido do mundo é outro bicho-pau gigante, o 'Phobaeticus chani', original da ilha de Bornéu, no sudeste asiático. Mede quase 57 centímetros.
  • Esta lesma marinha do arquipélago japonês surpreende por suas cores azul, vermelho e ouro vivas. Batizada de 'Phyllodesmium acanthorhinum', o Instituto Internacional para a Exploração de Espécies a considera um “elo perdido” entre as lesmas do mar que se alimentam de corais e as que dependem de hidroides, uma etapa da vida de várias espécies marinhas.
    2Esta lesma marinha do arquipélago japonês surpreende por suas cores azul, vermelho e ouro vivas. Batizada de 'Phyllodesmium acanthorhinum', o Instituto Internacional para a Exploração de Espécies a considera um “elo perdido” entre as lesmas do mar que se alimentam de corais e as que dependem de hidroides, uma etapa da vida de várias espécies marinhas.
  • Nos últimos 20 anos os cientistas tentaram descobrir a origem destas estranhas formações circulares, de dois metros de diâmetro e recheadas de formas geométricas, que apareciam no fundo do mar ao largo da ilha japonesa de Amami Oshima. O 'arquiteto' mostrou ser o macho de uma nova espécie de peixe-balão, 'Torquigener albomaculosus', que constrói esses ninhos para atrair as fêmeas.
    3Nos últimos 20 anos os cientistas tentaram descobrir a origem destas estranhas formações circulares, de dois metros de diâmetro e recheadas de formas geométricas, que apareciam no fundo do mar ao largo da ilha japonesa de Amami Oshima. O 'arquiteto' mostrou ser o macho de uma nova espécie de peixe-balão, 'Torquigener albomaculosus', que constrói esses ninhos para atrair as fêmeas.
  • O macho da espécie 'Torquigener albomaculosus' ocupado em construir um ninho circular e geométrico com o qual atrair fêmeas. Os ninhos, que só são usados uma vez, protegem os ovos das correntes marinhas e dos predadores.
    4O macho da espécie 'Torquigener albomaculosus' ocupado em construir um ninho circular e geométrico com o qual atrair fêmeas. Os ninhos, que só são usados uma vez, protegem os ovos das correntes marinhas e dos predadores.
  • Um macho e uma fêmea de 'Torquigener albomaculosus' durante o cortejo.
    5Um macho e uma fêmea de 'Torquigener albomaculosus' durante o cortejo.
  • Esta aranha de Erg Chebbi, região desértica do sudeste do Marrocos, move-se rapidamente dando cambalhotas quando pressente uma ameaça. O aracnídeo, cujo nome científico é 'Cebrennus rechenbergi', dobra sua velocidade quando opta por esta técnica de fuga com ginástica.
    6Esta aranha de Erg Chebbi, região desértica do sudeste do Marrocos, move-se rapidamente dando cambalhotas quando pressente uma ameaça. O aracnídeo, cujo nome científico é 'Cebrennus rechenbergi', dobra sua velocidade quando opta por esta técnica de fuga com ginástica.
  • Quando se diz que foi descoberta uma nova espécie, costuma-se afirmar que era desconhecida para a ciência, não para os habitantes de sua região. É esse o caso da planta 'Tillandsia religiosa', usada nos vilarejos mexicanos de Tlayacapan e Tepoztlán no Natal para enfeitar os presépios. A planta, que alcança 1,5 metro de altura, cresce nos habitats montanhosos do Estado de Morelos.
    7Quando se diz que foi descoberta uma nova espécie, costuma-se afirmar que era desconhecida para a ciência, não para os habitantes de sua região. É esse o caso da planta 'Tillandsia religiosa', usada nos vilarejos mexicanos de Tlayacapan e Tepoztlán no Natal para enfeitar os presépios. A planta, que alcança 1,5 metro de altura, cresce nos habitats montanhosos do Estado de Morelos.
  • Este dinossauro é conhecido informalmente como “frango do inferno”, embora medisse um metro e meio de altura e pesasse cerca de 300 quilos. Seus restos fósseis, encontrados nos Estados norte-americanos de Dakota do Norte e do Sul, sugerem um misto de características de ave e de dinossauro. Batizada de 'Anzu wyliei', a espécie tinha penas, ossos ocos e um focinho semelhante a um bico de papagaio. Viveu há cerca de 66 milhões de anos, na mesma época que os tiranossauros e os triceratopes.
    8Este dinossauro é conhecido informalmente como “frango do inferno”, embora medisse um metro e meio de altura e pesasse cerca de 300 quilos. Seus restos fósseis, encontrados nos Estados norte-americanos de Dakota do Norte e do Sul, sugerem um misto de características de ave e de dinossauro. Batizada de 'Anzu wyliei', a espécie tinha penas, ossos ocos e um focinho semelhante a um bico de papagaio. Viveu há cerca de 66 milhões de anos, na mesma época que os tiranossauros e os triceratopes.
  • Recriação artística do dinossauro conhecido como “frango do inferno”, o 'Anzu wyliei'.
    9Recriação artística do dinossauro conhecido como “frango do inferno”, o 'Anzu wyliei'.
  • Conhecem-se apenas 50 exemplares da espécie 'Balanophora coralliformis', planta parasita que não tem clorofila e, por isso, é incapaz de fazer a fotossíntese. Sua alimentação depende de ela parasitar outras plantas. A espécie, que vive a 1.500 metros de profundidade nas águas do arquipélago das Filipinas, se assemelha a um coral. Considera-se que ela corre perigo crítico de extinção.
    10Conhecem-se apenas 50 exemplares da espécie 'Balanophora coralliformis', planta parasita que não tem clorofila e, por isso, é incapaz de fazer a fotossíntese. Sua alimentação depende de ela parasitar outras plantas. A espécie, que vive a 1.500 metros de profundidade nas águas do arquipélago das Filipinas, se assemelha a um coral. Considera-se que ela corre perigo crítico de extinção.
  • Como indica seu nome científico, a 'Dendrogramma enigmatica' é uma espécie misteriosa. Embora pareça um cogumelo, é um animal, com uma boca em uma ponta e a outra extremidade em forma de disco aplainado. Os pesquisadores o relacionam com os cnidários, grupo que abrange as águas-vivas e os corais, mas não se descarta que ele constitua uma nova categoria animal ou um fóssil vivo, já que se assemelha a restos da era pré-cambriana, de mais de 540 milhões de anos atrás. A 'D. enigmatica' possui um talo de cerca de oito milímetros e foi descoberta a 1.000 metros de profundidade na costa de Point Hicks, na região de Victoria (Austrália).
    11Como indica seu nome científico, a 'Dendrogramma enigmatica' é uma espécie misteriosa. Embora pareça um cogumelo, é um animal, com uma boca em uma ponta e a outra extremidade em forma de disco aplainado. Os pesquisadores o relacionam com os cnidários, grupo que abrange as águas-vivas e os corais, mas não se descarta que ele constitua uma nova categoria animal ou um fóssil vivo, já que se assemelha a restos da era pré-cambriana, de mais de 540 milhões de anos atrás. A 'D. enigmatica' possui um talo de cerca de oito milímetros e foi descoberta a 1.000 metros de profundidade na costa de Point Hicks, na região de Victoria (Austrália).
  • A vespa 'Deuteragenia ossarium' é surpreendente. Constrói seus ninhos em buracos de caules com vários compartimentos. O inseto mata várias aranhas e coloca uma em cada ‘quarto’, para alimentar sua prole. Mas na porta do ninho ela coloca até 13 formigas mortas, criando uma barreira química de defesa. Os cadáveres das formigas secretam produtos voláteis que confundem os inimigos que se alimentam das larvas das vespas. A espécie foi descoberta na Reserva Natural de Gutianshan, no leste da China.
    12A vespa 'Deuteragenia ossarium' é surpreendente. Constrói seus ninhos em buracos de caules com vários compartimentos. O inseto mata várias aranhas e coloca uma em cada ‘quarto’, para alimentar sua prole. Mas na porta do ninho ela coloca até 13 formigas mortas, criando uma barreira química de defesa. Os cadáveres das formigas secretam produtos voláteis que confundem os inimigos que se alimentam das larvas das vespas. A espécie foi descoberta na Reserva Natural de Gutianshan, no leste da China.
  • Ninho da vespa 'Deuteragenia ossarium', com uma barreira de formigas mortas atuando como defesa contra os predadores de larvas.
    13Ninho da vespa 'Deuteragenia ossarium', com uma barreira de formigas mortas atuando como defesa contra os predadores de larvas.
  • Detalhe da barreira de formigas mortas na porta do ninho da vespa 'Deuteragenia ossarium'.
    14Detalhe da barreira de formigas mortas na porta do ninho da vespa 'Deuteragenia ossarium'.
  • Existem 6.455 espécies conhecidas de rãs no planeta, e praticamente todas se reproduzem por fecundação externa: o macho fertiliza os ovos liberados pela fêmea. A rã indonésia 'Limnonectes larvaepartus', de quatro centímetros de comprimento e original da ilha de Sulawesi, apresenta uma forma de reprodução única no mundo: uma fertilização interna, depois da qual a fêmea dá à luz a girinos.
    15Existem 6.455 espécies conhecidas de rãs no planeta, e praticamente todas se reproduzem por fecundação externa: o macho fertiliza os ovos liberados pela fêmea. A rã indonésia 'Limnonectes larvaepartus', de quatro centímetros de comprimento e original da ilha de Sulawesi, apresenta uma forma de reprodução única no mundo: uma fertilização interna, depois da qual a fêmea dá à luz a girinos.
  • Um macho da rã 'Limonecetes larvaepartus' ao lado de girinos (no el círculo).
    16Um macho da rã 'Limonecetes larvaepartus' ao lado de girinos (no el círculo).
  • 17