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Uma aldeia paulistana

Cerca de 800 indígenas guarani vivem na região do Jaraguá, zona norte de São Paulo, e reivindicam suas terras à Justiça

  • O cacique Ari Martins, durante reunião que inaugurou a casa de reza na comunidade guarani Tekoa Itakupe, no Jaraguá, zona norte de São Paulo.
    1O cacique Ari Martins, durante reunião que inaugurou a casa de reza na comunidade guarani Tekoa Itakupe, no Jaraguá, zona norte de São Paulo.
  • A área, de mais de 500 hectares, foi reconhecida em 2013 pela Funai, mas aguarda assinatura do ministério da Justiça e homologação da presidência para ser oficializada. Enquanto isso, uma parte do terreno é alvo de briga na Justiça. O advogado Antonio Tito Costa reivindica 72 hectares da terra.
    2A área, de mais de 500 hectares, foi reconhecida em 2013 pela Funai, mas aguarda assinatura do ministério da Justiça e homologação da presidência para ser oficializada. Enquanto isso, uma parte do terreno é alvo de briga na Justiça. O advogado Antonio Tito Costa reivindica 72 hectares da terra.
  • A área abriga cerca de 800 indígenas, que vivem em duas glebas pequenas e " espremidas". O terreno em questão é onde a comunidade planta alimentos como milho, mandioca, mamão e batata doce. Na foto, mulheres da comunidade cozinham mandioca e milho.
    3A área abriga cerca de 800 indígenas, que vivem em duas glebas pequenas e " espremidas". O terreno em questão é onde a comunidade planta alimentos como milho, mandioca, mamão e batata doce. Na foto, mulheres da comunidade cozinham mandioca e milho.
  • Segundo o assessor jurídico dos indígenas, Bruno Morais, cerca de metade da é feita de crianças. Elas cursam os primeiros anos da escola no Centro de Educação Municipal Ceci, onde aprendem somente na língua tupi-guarani. Depois, a partir do 5º ano, vão para colégios estaduais da região e estudam em português.
    4Segundo o assessor jurídico dos indígenas, Bruno Morais, cerca de metade da é feita de crianças. Elas cursam os primeiros anos da escola no Centro de Educação Municipal Ceci, onde aprendem somente na língua tupi-guarani. Depois, a partir do 5º ano, vão para colégios estaduais da região e estudam em português.
  • Essa espécie de cachimbo é usada por adolescentes e adultos da comunidade guarani de Itakupe, na zona norte de São Paulo.
    5Essa espécie de cachimbo é usada por adolescentes e adultos da comunidade guarani de Itakupe, na zona norte de São Paulo.
  • Crianças e adolescentes guaranis que vivem na região do Jaraguá, zona norte de São Paulo.
    6Crianças e adolescentes guaranis que vivem na região do Jaraguá, zona norte de São Paulo.
  • Segundo as lideranças guaranis, o acesso à internet e ao telefone celular é uma das maneiras de a comunidade "se munir para lutar por seus direitos".
    7Segundo as lideranças guaranis, o acesso à internet e ao telefone celular é uma das maneiras de a comunidade "se munir para lutar por seus direitos".
  • Um dos adolescentes guarani, no dia da inauguração da casa de reza, no último dia 02 de maio.
    8Um dos adolescentes guarani, no dia da inauguração da casa de reza, no último dia 02 de maio.
  • Um dos indígenas aquece uma panela com legumes cozidos. A terra onde esses legumes são plantados é chamada de Tekoa Itakupê, que em português significa 'atrás da pedra'.
    9Um dos indígenas aquece uma panela com legumes cozidos. A terra onde esses legumes são plantados é chamada de Tekoa Itakupê, que em português significa 'atrás da pedra'.
  • Além das plantações de legumes, frutas e verduras, Tekoa Itakupe é um local onde as crianças brincam e toda a comunidade se fortalece por meio das orações na nova casa de reza, inaugurada no último dia 02 de maio.
    10Além das plantações de legumes, frutas e verduras, Tekoa Itakupe é um local onde as crianças brincam e toda a comunidade se fortalece por meio das orações na nova casa de reza, inaugurada no último dia 02 de maio.
  • O cacique Ari Martins mostra o mapa com a delimitação da terra feito pela Funai. Ele diz que "nunca viu" Antonio Tito Costa, que reivindica um pedaço dessa terra, no local.
    11O cacique Ari Martins mostra o mapa com a delimitação da terra feito pela Funai. Ele diz que "nunca viu" Antonio Tito Costa, que reivindica um pedaço dessa terra, no local.