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Humanos demais para este planeta

Mais de 7,3 bilhões de pessoas povoam a Terra. No ano 2100, os estudos preveem que essa cifra chegará a 11 bilhões. O crescimento populacional deixa sua marca, muitas vezes negativa, sobre o ambiente. O livro Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot, publicado pela plataforma Global Population Speak Out, mostra esse rastro no planeta sem lançar mão de cifras e estatísticas, apenas com fotografias.

  • “Água e ar, os dois elementos essenciais dos quais toda a vida depende, se transformaram em dois contêineres de lixo globais”, Jacques-Yves Cousteau. A foto, tirada em Java (Indonésia), a ilha mais povoada do mundo, mostra o surfista indonésio Dede Surinaya pegando uma onda que arrasta uma grande quantidade de lixo. O livro Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot reúne fotos como esta para mostrar as “tragédias sociais e ecológicas” geradas pelo crescimento da população e do consumo no mundo. As imagens são acompanhadas de frases de cientistas, escritores e ecologistas, as quais são reproduzidas aqui, pois, como explicam seus autores, a imagem e o texto criam uma sinergia que ajuda a compreender o impacto ambiental que a publicação pretende denunciar.
    1“Água e ar, os dois elementos essenciais dos quais toda a vida depende, se transformaram em dois contêineres de lixo globais”, Jacques-Yves Cousteau. A foto, tirada em Java (Indonésia), a ilha mais povoada do mundo, mostra o surfista indonésio Dede Surinaya pegando uma onda que arrasta uma grande quantidade de lixo. O livro Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot reúne fotos como esta para mostrar as “tragédias sociais e ecológicas” geradas pelo crescimento da população e do consumo no mundo. As imagens são acompanhadas de frases de cientistas, escritores e ecologistas, as quais são reproduzidas aqui, pois, como explicam seus autores, a imagem e o texto criam uma sinergia que ajuda a compreender o impacto ambiental que a publicação pretende denunciar.
  • “Todos os nossos problemas ambientais são consequências negativas que não tínhamos antevisto e que decorrem da nossa tecnologia. Não há base para crer que a tecnologia deixará, de forma milagrosa, de causar problemas novos e inesperados, ao mesmo tempo em que soluciona os que já causou”, Jared Diamond. Vista aérea de uma zona rica em alcatrão, em Alberta (Canadá). Os sinais da atividade mineradora e os rastros de dejetos tóxicos são tão abundantes que podem inclusive ser vistos do espaço.
    2“Todos os nossos problemas ambientais são consequências negativas que não tínhamos antevisto e que decorrem da nossa tecnologia. Não há base para crer que a tecnologia deixará, de forma milagrosa, de causar problemas novos e inesperados, ao mesmo tempo em que soluciona os que já causou”, Jared Diamond. Vista aérea de uma zona rica em alcatrão, em Alberta (Canadá). Os sinais da atividade mineradora e os rastros de dejetos tóxicos são tão abundantes que podem inclusive ser vistos do espaço.
  • “O destino do homem é o mesmo do animal; o mesmo destino os aguarda. Assim como morre um, também morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego de vida...”. A Bíblia, Eclesiastes, 3:19. Nas remotas ilhas Midway, no norte do Pacífico, onde foi feita esta fotografia de um albatroz morto por ingerir muito plástico, longe dos fluxos comerciais, também é possível perceber o impacto negativo do consumo. O livro está editado pela plataforma Global Population Speak Out, que começou uma campanha com ativistas, acadêmicos e cidadãos para conscientizar sobre o risco do “enorme e rápido crescimento” da população mundial.
    3“O destino do homem é o mesmo do animal; o mesmo destino os aguarda. Assim como morre um, também morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego de vida...”. A Bíblia, Eclesiastes, 3:19. Nas remotas ilhas Midway, no norte do Pacífico, onde foi feita esta fotografia de um albatroz morto por ingerir muito plástico, longe dos fluxos comerciais, também é possível perceber o impacto negativo do consumo. O livro está editado pela plataforma Global Population Speak Out, que começou uma campanha com ativistas, acadêmicos e cidadãos para conscientizar sobre o risco do “enorme e rápido crescimento” da população mundial. Ir para a notícia
  • “Somos escravos no sentido de que, para sobreviver todos os dias, dependemos de um império industrial que segue uma lógica de se expandir ou desaparecer – uma máquina doida –, que os especialistas não conseguem compreender e os administradores não conseguem administrar. E que está, além do mais, devorando os recursos mundiais de forma exponencial”, Edward Abbey. Fotografia de um “campo” de estufas em Almeria (Espanha).
    4“Somos escravos no sentido de que, para sobreviver todos os dias, dependemos de um império industrial que segue uma lógica de se expandir ou desaparecer – uma máquina doida –, que os especialistas não conseguem compreender e os administradores não conseguem administrar. E que está, além do mais, devorando os recursos mundiais de forma exponencial”, Edward Abbey. Fotografia de um “campo” de estufas em Almeria (Espanha).
  • “Precisamos entender que não apenas cada região consegue aguentar uma capacidade limitada, mas também que essa capacidade está diminuindo e a demanda, crescendo. Enquanto essa ideia não for parte intrínseca de nosso pensamento e não exercer uma poderosa influência na configuração de nossas políticas nacionais e internacionais, não vamos conseguir ver qual será nosso destino”, William Vogt. Vista aérea do incêndio na plataforma petrolífera da BP “Deepwater Horizon”, no Golfo do México. A explosão, em abril de 2010, provocou o derrame de cinco milhões de barris de petróleo no mar.
    5“Precisamos entender que não apenas cada região consegue aguentar uma capacidade limitada, mas também que essa capacidade está diminuindo e a demanda, crescendo. Enquanto essa ideia não for parte intrínseca de nosso pensamento e não exercer uma poderosa influência na configuração de nossas políticas nacionais e internacionais, não vamos conseguir ver qual será nosso destino”, William Vogt. Vista aérea do incêndio na plataforma petrolífera da BP “Deepwater Horizon”, no Golfo do México. A explosão, em abril de 2010, provocou o derrame de cinco milhões de barris de petróleo no mar. Ir para a notícia
  • “Não entendo por que, quando destruímos algo criado pelo homem, chamamos de vandalismo, mas quando destruímos algo criado pela natureza, chamamos de progresso”, Ed Begley Jr. Na imagem, o campo petrolífero Ken River, na Califórnia (EUA). Começou a ser explorado em 1899 e é o quinto campo de petróleo mais importante do país. As imagens incluídas em “Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot” refletem temas como a explosão demográfica, a indústria da alimentação e a escassez de água potável.
    6“Não entendo por que, quando destruímos algo criado pelo homem, chamamos de vandalismo, mas quando destruímos algo criado pela natureza, chamamos de progresso”, Ed Begley Jr. Na imagem, o campo petrolífero Ken River, na Califórnia (EUA). Começou a ser explorado em 1899 e é o quinto campo de petróleo mais importante do país. As imagens incluídas em “Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot” refletem temas como a explosão demográfica, a indústria da alimentação e a escassez de água potável. Corbis
  • “A ilha está cheia de buracos, através dos quais entra a água do mar, inundando áreas que há 10 ou 15 anos não sofriam inundações. Há previsões de que a ilha vai aguentar 50 anos antes de desaparecer. Depois, vamos nos afogar”, Paani Laupepa. As ilhas Maldivas, na imagem, são um dos pontos mais vulneráveis às mudanças climáticas do mundo e estão ameaçadas pelo aumento do nível do mar.
    7“A ilha está cheia de buracos, através dos quais entra a água do mar, inundando áreas que há 10 ou 15 anos não sofriam inundações. Há previsões de que a ilha vai aguentar 50 anos antes de desaparecer. Depois, vamos nos afogar”, Paani Laupepa. As ilhas Maldivas, na imagem, são um dos pontos mais vulneráveis às mudanças climáticas do mundo e estão ameaçadas pelo aumento do nível do mar. Ir para a notícia
  • “A globalização, que tenta unir cada economia local, regional e nacional em um único sistema mundial, requer homogeneização... Fórmulas de agricultura adaptadas segundo as necessidades locais são substituídas por um sistema industrial, gerido do centro, que usa pesticidas e foi criado para entregar ao mercado mundial uma variedade limitada de alimentos transportáveis”, Helena Norvberg-Hodge. Paisagem da China, dedicada por completo aos campos de cultivo. “Não há lugar para a natureza”, afirmam os autores do livro.
    8“A globalização, que tenta unir cada economia local, regional e nacional em um único sistema mundial, requer homogeneização... Fórmulas de agricultura adaptadas segundo as necessidades locais são substituídas por um sistema industrial, gerido do centro, que usa pesticidas e foi criado para entregar ao mercado mundial uma variedade limitada de alimentos transportáveis”, Helena Norvberg-Hodge. Paisagem da China, dedicada por completo aos campos de cultivo. “Não há lugar para a natureza”, afirmam os autores do livro.
  • A situação do Ártico está piorando: mudanças perigosas no Ártico derivadas do acúmulo de gases de efeito estufa conduzem a mais atividades que, por sua vez, contribuem a mais emissões de gases de efeito estufa. Esta situação tem o mesmo impulso que um trem descarrilhado”, Carlos Duarte. Imagem do gelo derretendo em North Eastland Land, na região de Svalbard (Noruega).
    9A situação do Ártico está piorando: mudanças perigosas no Ártico derivadas do acúmulo de gases de efeito estufa conduzem a mais atividades que, por sua vez, contribuem a mais emissões de gases de efeito estufa. Esta situação tem o mesmo impulso que um trem descarrilhado”, Carlos Duarte. Imagem do gelo derretendo em North Eastland Land, na região de Svalbard (Noruega).
  • “Se nossa espécie tivesse começado só com duas pessoas no momento no qual surgiram as primeiras práticas agrícolas há 10.000 anos, e tivesse crescido 1% a cada ano, hoje a humanidade seria uma firme bola de carne cujo diâmetro mediria vários milhares de anos-luz, e que se expandiria a uma velocidade que, sem levar em conta a relatividade, seria várias vezes mais rápida que a da luz”, Gabor Zovanyi. Na imagem, perspectiva da Cidade do México, com 20 milhões de habitantes. O crescimento da cidade se move na fotografia quase como uma onda, ocupando cada centímetro da paisagem.
    10“Se nossa espécie tivesse começado só com duas pessoas no momento no qual surgiram as primeiras práticas agrícolas há 10.000 anos, e tivesse crescido 1% a cada ano, hoje a humanidade seria uma firme bola de carne cujo diâmetro mediria vários milhares de anos-luz, e que se expandiria a uma velocidade que, sem levar em conta a relatividade, seria várias vezes mais rápida que a da luz”, Gabor Zovanyi. Na imagem, perspectiva da Cidade do México, com 20 milhões de habitantes. O crescimento da cidade se move na fotografia quase como uma onda, ocupando cada centímetro da paisagem.
  • “A água é vida. Sem ela, estamos em perigo. Água e mares limpos são fundamentais para o futuro bem-estar da humanidade, e mesmo assim, o crescimento industrial da economia desperdiça vastas quantidades de água e trata os oceanos como um lugar no qual se pode verter as águas residuais. Isso vem, pelo menos em parte, de um velho mito: a ideia de que o mar é infinito e sua abundância imune à ação das pessoas. Isso pode ter sido verdade quando éramos poucos e nossas ferramentas eram simples. Não é verdade agora, quando somos um número excessivo e não há nenhuma parte do oceano que esteja fora do alcance dos pescadores industriais. As demandas agregadas de uma humanidade inflada com sistemas de água doce deixam cada vez menos espaço para a natureza e colocam bilhões de pessoas correndo o risco de não terem água potável em condições adequadas”. Um pastor na Mongólia tapa a boca, incapaz de suportar o mau cheiro do rio Amarelo, o segundo mais longo do país e quase totalmente contaminado.
    11“A água é vida. Sem ela, estamos em perigo. Água e mares limpos são fundamentais para o futuro bem-estar da humanidade, e mesmo assim, o crescimento industrial da economia desperdiça vastas quantidades de água e trata os oceanos como um lugar no qual se pode verter as águas residuais. Isso vem, pelo menos em parte, de um velho mito: a ideia de que o mar é infinito e sua abundância imune à ação das pessoas. Isso pode ter sido verdade quando éramos poucos e nossas ferramentas eram simples. Não é verdade agora, quando somos um número excessivo e não há nenhuma parte do oceano que esteja fora do alcance dos pescadores industriais. As demandas agregadas de uma humanidade inflada com sistemas de água doce deixam cada vez menos espaço para a natureza e colocam bilhões de pessoas correndo o risco de não terem água potável em condições adequadas”. Um pastor na Mongólia tapa a boca, incapaz de suportar o mau cheiro do rio Amarelo, o segundo mais longo do país e quase totalmente contaminado.
  • "O paradigma do impacto negativo que a produção de biocombustíveis gera é o óleo de palma... As emissões de gases do efeito estufa por causa da transformação das florestas asiáticas de turfa em plantações de palma são astronômicas e representam cerca de 8% da quantidade mundial de emissões”, diz Rachel Smolker. Segundo indica a Global Population Speak Out, o incremento da demanda por biocombustíveis se traduz em um aumento no desmatamento, pois os habitats naturais se transformam em plantações, como essa de palma fotografada na Indonésia, cuja finalidade é suprir as necessidades da indústria.
    12"O paradigma do impacto negativo que a produção de biocombustíveis gera é o óleo de palma... As emissões de gases do efeito estufa por causa da transformação das florestas asiáticas de turfa em plantações de palma são astronômicas e representam cerca de 8% da quantidade mundial de emissões”, diz Rachel Smolker. Segundo indica a Global Population Speak Out, o incremento da demanda por biocombustíveis se traduz em um aumento no desmatamento, pois os habitats naturais se transformam em plantações, como essa de palma fotografada na Indonésia, cuja finalidade é suprir as necessidades da indústria.
  • Floresta nacional de Willamette, no Estado de Oregon (EUA), desmatada. Somente 1% dos vales e bosques – com abundância de carvalhos –originais dessa região que se estende ao longo de 240 quilômetros sobreviveram intactos ao desenvolvimento, à urbanização, aos incêndios e ao impacto da agricultura, segundo indica a ONG WWF. As fotos são o meio usado no livro para chamar a atenção para os prejuízos ao meio ambiente, pois “os dados, embora úteis, fracassam em desencadear uma forte conscientização sobre os assuntos que afetam o futuro da Terra”, diz William Ryerson, presidente do Centro de Mídia da População e do Instituto da População, as organizações que criaram a plataforma Global Population Speak Out.
    13Floresta nacional de Willamette, no Estado de Oregon (EUA), desmatada. Somente 1% dos vales e bosques – com abundância de carvalhos –originais dessa região que se estende ao longo de 240 quilômetros sobreviveram intactos ao desenvolvimento, à urbanização, aos incêndios e ao impacto da agricultura, segundo indica a ONG WWF. As fotos são o meio usado no livro para chamar a atenção para os prejuízos ao meio ambiente, pois “os dados, embora úteis, fracassam em desencadear uma forte conscientização sobre os assuntos que afetam o futuro da Terra”, diz William Ryerson, presidente do Centro de Mídia da População e do Instituto da População, as organizações que criaram a plataforma Global Population Speak Out.
  • "Você acredita que pode cuidar do universo e melhorá-lo? Eu não acredito que isso seja possível. O universo é sagrado. Você não pode melhorá-lo. Se você tenta mudá-lo, você o estragará”, Lao Tsu. A mina Mir, na Rússia, fotografada com Google Earth, é a maior mina de diamantes do mundo.
    14"Você acredita que pode cuidar do universo e melhorá-lo? Eu não acredito que isso seja possível. O universo é sagrado. Você não pode melhorá-lo. Se você tenta mudá-lo, você o estragará”, Lao Tsu. A mina Mir, na Rússia, fotografada com Google Earth, é a maior mina de diamantes do mundo.
  • "Ao longo da história, a exploração a que os humanos submeteram a Terra seguiu esta sequência: coloniza, destrói e segue adiante”, Garret Hardin. Essa amplidão de floresta amazônica incendiada, no Brasil, é o que a plataforma denomina de “zona zero da guerra contra a natureza”.
    15"Ao longo da história, a exploração a que os humanos submeteram a Terra seguiu esta sequência: coloniza, destrói e segue adiante”, Garret Hardin. Essa amplidão de floresta amazônica incendiada, no Brasil, é o que a plataforma denomina de “zona zero da guerra contra a natureza”.
  • O livro volta a atenção também para os casamentos com meninas. A fotografia, tomada na cidade iemenita de Hajjah, mostra Tahani, de oito anos, com seu marido, Majed, de 27, e sua antiga colega de classe, Ghada, também de oito anos, com seu marido.
    16O livro volta a atenção também para os casamentos com meninas. A fotografia, tomada na cidade iemenita de Hajjah, mostra Tahani, de oito anos, com seu marido, Majed, de 27, e sua antiga colega de classe, Ghada, também de oito anos, com seu marido. Ir para a notícia
  • Atividade para extinção do fogo durante o incêndio da central nuclear de Fukushima, no Japão. Em 2013, dois anos depois do acidente, a usina ainda vertia resíduos radioativos para o Oceano Pacífico. As imagens selecionadas para o livro 'Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot' (desenvolvimento excessivo, superpopulação e passando dos limites), também podem ser compartilhadas por correio eletrônico, como postais, por meio da página da campanha na Internet (populationspeakout.org).
    17Atividade para extinção do fogo durante o incêndio da central nuclear de Fukushima, no Japão. Em 2013, dois anos depois do acidente, a usina ainda vertia resíduos radioativos para o Oceano Pacífico. As imagens selecionadas para o livro 'Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot' (desenvolvimento excessivo, superpopulação e passando dos limites), também podem ser compartilhadas por correio eletrônico, como postais, por meio da página da campanha na Internet (populationspeakout.org). AFLO Ir para a notícia
  • A escavadeira Bagger 288, projetada para o setor de mineração, é a maior máquina móvel do mundo e pesa 13.500 toneladas. Na foto, a escavadeira tira terra antes de começar a extrair carvão na mina a céu aberto de Tagebau Hambach, na Alemanha.
    18A escavadeira Bagger 288, projetada para o setor de mineração, é a maior máquina móvel do mundo e pesa 13.500 toneladas. Na foto, a escavadeira tira terra antes de começar a extrair carvão na mina a céu aberto de Tagebau Hambach, na Alemanha.
  • "Para falar de modo claro, se não redirecionarmos nossos sistemas de extração e produção, e não mudarmos a forma como distribuímos, consumimos e tiramos nossas coisas – o que eu às vezes chamo de modelo 'pega, faz e gasta'—, a economia, tal como é agora, matará o planeta”, Annie Leonard. Lixo em Bangladesh, uma paisagem que, para a plataforma Global Population Speak Out, se assemelha à de uma distopia.
    19"Para falar de modo claro, se não redirecionarmos nossos sistemas de extração e produção, e não mudarmos a forma como distribuímos, consumimos e tiramos nossas coisas – o que eu às vezes chamo de modelo 'pega, faz e gasta'—, a economia, tal como é agora, matará o planeta”, Annie Leonard. Lixo em Bangladesh, uma paisagem que, para a plataforma Global Population Speak Out, se assemelha à de uma distopia.
  • "Até mesmo como lixeira o mundo é finito", William R. Catton Jr. Lixão em Accra (Gana). A plataforma denuncia que grandes quantidades de resíduos procedentes de computadores e outros dispositivos eletrônicos vão parar em depósitos de lixo dos países em vias de desenvolvimento.
    20"Até mesmo como lixeira o mundo é finito", William R. Catton Jr. Lixão em Accra (Gana). A plataforma denuncia que grandes quantidades de resíduos procedentes de computadores e outros dispositivos eletrônicos vão parar em depósitos de lixo dos países em vias de desenvolvimento. Ir para a notícia
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