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Os habitantes do bairro cercado pela quarentena na Libéria se rebelam

Imagens das revoltas, depois da imposição de um toque de recolher noturno, por conta do surto de ebola em West Point, Monróvia

  • O mercado do bairro de West Point, vazio após os protestos que ocorreram nesta região da Monróvia, Libéria, posta em quarentena pelo brote de ebola.
    1O mercado do bairro de West Point, vazio após os protestos que ocorreram nesta região da Monróvia, Libéria, posta em quarentena pelo brote de ebola. reuters
  • Membros das forças de segurança colocaram a periferia de West Point em quarentena nesta quarta-feira. A decisão governamental baseia-se no temor de que o ebola se espalhe para a superpovoada região, com 75.000 habitantes, para o resto da Monróvia.
    2Membros das forças de segurança colocaram a periferia de West Point em quarentena nesta quarta-feira. A decisão governamental baseia-se no temor de que o ebola se espalhe para a superpovoada região, com 75.000 habitantes, para o resto da Monróvia.
  • Os residentes do bairro de West Point culparam o Governo da Libéria de não ter avisado sobre o bloqueio, feito com mesas, cadeiras e arames farpados. As forças de segurança usaram gás lacrimogêneo para conter os protestos.
    3Os residentes do bairro de West Point culparam o Governo da Libéria de não ter avisado sobre o bloqueio, feito com mesas, cadeiras e arames farpados. As forças de segurança usaram gás lacrimogêneo para conter os protestos.
  • Os residentes do bairro de West Point, Monróvia (Libéria) escapam da quarentena que o Governo impôs pelo surto de ebola. Uma multidão rebelou-se contra as autoridades lançando pedras.
    4Os residentes do bairro de West Point, Monróvia (Libéria) escapam da quarentena que o Governo impôs pelo surto de ebola. Uma multidão rebelou-se contra as autoridades lançando pedras. Reuters
  • Um soldado persegue um dos manifestantes no bairro de West Point (Monróvia). Uma multidão saqueou um centro de acolhimento instalado para supostos casos de ebola, o que facilitou a fuga de 17 dos pacientes.
    5Um soldado persegue um dos manifestantes no bairro de West Point (Monróvia). Uma multidão saqueou um centro de acolhimento instalado para supostos casos de ebola, o que facilitou a fuga de 17 dos pacientes.
  • A delegada da favela de West Point, Monróvia (capital da Libéria) teve que ser evacuada pelas forças de segurança após sua casa ser rodeada pelos manifestantes que se opõem à quarentena pelo ebola.
    6A delegada da favela de West Point, Monróvia (capital da Libéria) teve que ser evacuada pelas forças de segurança após sua casa ser rodeada pelos manifestantes que se opõem à quarentena pelo ebola.
  • Os residentes de uma área próxima ao centro de ebola de West Point protestaram quando as autoridades impediram que voltassem a seus lares.
    7Os residentes de uma área próxima ao centro de ebola de West Point protestaram quando as autoridades impediram que voltassem a seus lares.
  • Um residente lava as mãos com água com cloro em um banho público do bairro de West Point (Monróvia). O ebola já matou mais de mil pessoas em quatro países africanos, com mais casos registrados na Libéria.
    8Um residente lava as mãos com água com cloro em um banho público do bairro de West Point (Monróvia). O ebola já matou mais de mil pessoas em quatro países africanos, com mais casos registrados na Libéria.
  • Os residentes da favela de West Point, revoltados com a imposição da quarentena para impedir que o ebola se propague a outras zonas de Monróvia, se reúnem ao redor de uma criança doente. O garoto, de 10 anos, foi um dos pacientes retirados de um centro de acolhimento saqueado pela multidão.
    9Os residentes da favela de West Point, revoltados com a imposição da quarentena para impedir que o ebola se propague a outras zonas de Monróvia, se reúnem ao redor de uma criança doente. O garoto, de 10 anos, foi um dos pacientes retirados de um centro de acolhimento saqueado pela multidão.